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O grupo de supermercados britânicos Sainsbury’s alertou que pode haver uma escassez de produtos nas prateleiras se as ligações de transporte com a Europa continental não forem restauradas rapidamente.

O transporte de mercadorias, pelo Canal da Mancha, foi interrompido depois de França suspender as conexões com o Reino Unido para tentar travar a nova estirpe do covid-19, reporta a Reuters.

Esta nova variante do SARS-Cov-2, detectada no Reino Unido, parece espalhar-se mais facilmente, ou seja, é mais contagiosa. Embora existam ainda poucas certezas, a preocupação com a sua proliferação causou o fecho de emergência de Londres durante o Natal e que países como Canadá, França ou Alemanha suspendessem voos e rotas ferroviárias com o Reino Unido. Tudo isto pode interromper os laços comerciais desses países com as ilhas, logo antes de o Brexit estar prestes a concretizar-se.

Produtos frescos

Se nada mudar, nos próximos dias começaremos a ver escassez de alface, algumas verduras, couve-flor, brócolos e frutas cítricas, todos importados do continente nesta época do ano”, afirma Sainsbury’s.

O grupo britânico de supermercados pediu aos governos britânico e francês que cheguem a uma solução mútua que prioritize a passagem imediata de produtos e quaisquer outros alimentos nos portos.

Muitos desses vegetais são produzidos na Espanha ou, pelo menos, entram pela Espanha para serem exportados para o resto da Europa.

Fonte: Grande Consumo 

Encontra-se disponível pelo prazo de 6 semanas (até 29/01/2021) o Roadmap lançado pela Comissão com vista à revisão das regras da União Europeia relativas aos materiais em contacto com os géneros alimentícios.

Convidamos todas as partes interessadas a partilhar a sua opinião através do seguinte link.

Fonte: DGAV

A DGAV emite o Esclarecimento técnico n.º 08/DGAV/2020, relativo à utilização dos nitratos em produtos à base de carne.

A utilização de nitratos enquanto aditivos alimentares em produtos à base de carne tem provisões específicas de acordo com o Regulamento 1333/2008, atualmente em vigor.

Fonte: DGAV

A DGAV procedeu à publicação do Despacho n.º 35/G/2020, de 18 de dezembro, relativo à atualização da Zona Demarcada para Trioza erytreae, dando cumprimento ao estabelecido no n.º 2 do artigo 5.º da Portaria nº 142/2020, de 17 de junho, que estabelece medidas de proteção fitossanitária adicionais destinadas à erradicação no território nacional do inseto de quarentena Trioza erytreae.

Fonte: DGAV

Foram emitidos avisos agrícolas para as culturas de:

- VINHA –ESCA, FLAVESCÊNCIA DOURADA, DOENÇA DE PETRI, ESCORIOSE, BOTRIOSFERIOSE, PÉ-NEGRO, BLACK-ROT, EUTIPIOSE, COCHONILHA-ALGODÃO, NEMÁTODES, FORMIGA BRANCA

- ACTINÍDEA – PSA

- CITRINOS –MÍLDIO, AFÍDIO CASTANHO ORIENTAL, TRISTEZA

- POMÓIDEAS – PEDRADO, PULGÃO-LANÍGERO, ZÊUZERA, PEDRADO DA NESPEREIRA DO JAPÃO

- PEQUENOS FRUTOS – DROSÓFILA-DE-ASA-MANCHADA

- ORNAMENTAIS – TRAÇA DO BUXO, MUSGOS, MÍLDIO DO BUXO

Pode consultar o documento aqui.

Fonte: Agroportal

Da união entre sabor, tecnologia, sustentabilidade e saúde nasceu a startup Amazonika Mundi, que chega ao mercado com o uso pioneiro de carne de fibra de caju. A alternativa para substituir a proteína animal é o ingrediente principal dos seus alimentos 100% à base de plantas.

A ideia é trazer para o dia a dia de quem consome carne bovina, suína ou de aves alternativas praticamente idênticas em sabor e textura, que vão impactar de forma positiva a saúde das pessoas e a preservação do planeta.

A utilização inédita da carne de fibra de caju na produção de alimentos livres de proteína animal é o grande trunfo da nova marca para conferir uma surpreendente textura muito próxima à da carne animal, além de trazer benefícios nutricionais.

Nessa produção, outra iniciativa de sustentabilidade merece destaque: o uso de ingredientes típicos da região amazónica, contribuindo para a criação de uma cadeia de valor para produtos da floresta. Quando utilizados de forma sustentável, os recursos naturais amazónicos podem ter um impacto positivamente transformador na economia do país e na preservação do ecossistema. Extrato de açaí, óleo de patauá, óleo de sacha inchi, tucupi preto, pimenta assîsî e urucum são alguns dos ingredientes que fazem parte da composição dos seus produtos.
 
Fonte: Greensavers

A indústria revelou a sua nova marca registada para embalagens de vidro, projetada desde logo para destacar os benefícios ambientais e de saúde, que a escolha de produtos embalados em vidro permite.

Esta nova marca é o resultado de um esforço de mais de um ano de colaboração entre a indústria, designers, clientes e consumidores para em conjunto, criar um símbolo reconhecível, associado a saúde e sustentabilidade. O novo símbolo, sob licença, está disponível para uso em todas as embalagens de vidro para alimentos e bebidas; produtos farmacêuticos, perfumaria e cosmética.

Desenvolvido em conjunto por designers e consumidores, que votaram no símbolo final, cada elemento do mesmo, simboliza o compromisso assumido pela escolha da embalagem de vidro: usar os recursos naturais de uma forma sustentada, em circuito fechado infinito; reciclar sempre que possível; proteger e preservar a qualidade do produto e a saúde das pessoas que o utilizam; logo ser a escolha por um futuro sustentável.

Durante a apresentação, Michel Giannuzzi, presidente da Federação Europeia de Vidro de Embalagem (FEVE), comentou: “este símbolo é o primeiro marco, do trabalho conjunto com os nossos clientes e marcas, para fornecer soluções de embalagem que respondam à necessidade crescente de sustentabilidade, dos consumidores. O nosso objetivo final é que os consumidores em toda a Europa, vejam esta nova marca registada em todos os produtos embalados em vidro nas prateleiras – sejam alimentos em conserva, bebidas ou azeites, e saibam que a sua escolha de embalagem contribui para a criação de um futuro mais sustentável”.

Embalagens sustentáveis e saudáveis

O lançamento do novo símbolo está alinhado com os resultados de um inquérito europeu a 10.000 consumidores de 13 países, realizado pela Insites Consulting. As respostas obtidas mostram que os consumidores europeus não só se preocupam com o impacto ambiental das embalagens, como uma grande maioria considera as embalagens de vidro a opção mais segura, saudável e amiga do ambiente. Esta preocupação reflete-se cada vez mais nas suas decisões de compra: 42% compram mais produtos em embalagens de vidro por considerarem ser a opção mais reciclável e 33% escolhem a embalagem de vidro por ser aquela que melhor protege os alimentos e a sua saúde.

Embora o consumidor deseje comprar mais produtos embalados em vidro, nem sempre esta opção está disponível: é referido por 27% dos inquiridos, que o principal motivo por comprarem menos produtos em vidro, é o facto de não encontrarem os seus produtos preferidos neste material de embalagem.

Para as marcas que pretendem aumentar a sua quota de mercado, estas são razões claras para a escolha da embalagem de vidro para os seus produtos e promover a mensagem de conservação e protecção, directamente na prateleira de venda.

Compromisso com a sustentabilidade

O novo símbolo da marca registada, é o mais recente de uma série de iniciativas que a indústria do vidro de embalagem tem vindo a desenvolver, sob o tema da sustentabilidade. Em junho lançou o projecto ‘Close the Glass Loop’, uma plataforma que reúne toda a cadeia de valor das embalagens de vidro, com o objectivo de recolher 90% das embalagens de vidro usadas até 2030, para reciclagem.

Em março tinha já lançado outro projecto ambicioso, o ‘Forno do Futuro’: o primeiro forno híbrido de grande escala a oxi-fuel, que ao funcionar com 80% de energia renovável, irá permitir reduzir as emissões de CO2 em 50%.

Com os consumidores à espera, que as empresas façam a sua parte na preservação do ambiente, este símbolo nas embalagens de vidro, representa um selo de compromisso com a sustentabilidade. A indústria do vidro de embalagem convida todas as marcas, clientes e retalhistas a usarem este novo símbolo para promoverem o vidro como embalagem do futuro, pela nossa saúde e pelo ambiente.

Fonte: Grande Consumo

Tendo em conta:

  • O elevado número de artigos para contacto alimentar fabricados a partir de plástico, ao qual são adicionadas como aditivo fibras de bambu ou outras substâncias "naturais" não autorizadas ao abrigo do Regulamento (UE) Nº 10/2011, detetados pelas Autoridades dos Estados Membros.
  • Que os materiais e objetos plásticos destinados ao contacto com os alimentos só podem ser colocados no mercado se cumprirem com os requisitos de composição estabelecidos naquele Regulamento.
  • A sua rotulagem e comercialização como ‘biodegradáveis’, ‘ecológicos’, ‘orgânicos’, ‘naturais’ ou mesmo ‘100% bambu’ não refletem a sua verdadeira natureza, não permitindo uma pronta identificação como maioritariamente plásticos.
  • Muitas destas importações para a União Europeia têm resultado em notificações pelo sistema de alerta RASFF devido a migração de melamina ou formaldeído acima de 2,5 mg/kg e 15 mg/kg, respetivamente.
  • As situações acima constituem ‘não conformidades’, no âmbito da regulamentação relativa aos materiais e objetos destinados ao contacto com os alimentos.

Os Estados Membros têm sido instados pela Comissão a tomar ações conducentes à proteção dos consumidores, mediante a retirada de objetos de ‘melamina/bambu’ do seu mercado.

Face à iminente necessidade de Portugal iniciar essa retirada, promove-se a divulgação do comunicado, que visa alertar as partes interessadas para o assunto.

Fonte: DGAV

O Governo aprovou ontem o decreto-lei que altera as regras de rotulagem do mel, que passarão a exigir informação mais detalhada.

De acordo com o comunicado divulgado no final da reunião do Conselho de Ministros, em causa está “a preocupação de garantir a estreita relação entre a qualidade do mel e a sua origem, através da completa e adequada informação a prestar aos consumidores”.

Assim, lê-se, “opta-se por exigir uma informação uniforme, transparente, detalhada e fidedigna sobre a origem do mel, por forma a possibilitar ao consumidor uma escolha informada”.

- Comunicado do Conselho de Ministros de 17 de dezembro de 2020: Foi aprovado o decreto-lei que altera as regras de rotulagem do mel.

Considerando a preocupação de garantir a estreita relação entre a qualidade do mel e a sua origem, através da completa e adequada informação a prestar aos consumidores, opta-se por exigir uma informação uniforme, transparente, detalhada e fidedigna sobre a origem do mel, por forma a possibilitar ao consumidor uma escolha informada.

Fonte: Agroportal

O estudo “CHRISTMAS 2020 UNBOXING: Estudo comportamental do impacto COVID na população portuguesa”, desenvolvido pela UPPartner, em parceria com a Amint e a Multidados, revela que sete em cada 10 portugueses estão pessimistas em relação aos efeitos da pandemia na economia nacional. Este pessimismo é transversal a todas as idades e situações laborais.

Como não há uma perspetiva de uma retoma ou um regresso à normalidade a curto prazo, os portugueses estão já a fazer contas e a decidir onde podem reduzir as suas despesas.

Redução das despesas

Nesse sentido, foi perguntado o que estariam dispostos a fazer para reduzir as despesas e, em primeiro lugar, surge anular a inscrição do ginásio, indicado por 24,5%, seguido de abdicar dos canais pagos de TV, com 17%.

No que diz respeito às idades, os mais jovens (dos 20 aos 39 anos) optam sacrificar, em primeiro lugar, o ginásio, de seguida os canais pagos de TV e, por fim, diminuir as compras online. Já as pessoas com idades intermédias optam por procurar eletricidade mais barata, entidades bancárias sem comissões e, por último, abdicar de seguros não obrigatórios. As pessoas com mais de 65 anos destacam dois cortes: eletricidade, procurando opções mais económicas, e a negociação com operadores de telemóvel, de forma a reduzir este encargo.

Quanto à situação laboral, os trabalhadores por conta de outrem sacrificam, em primeiro lugar, o ginásio (36%) e,em segundo, os canais pagos de TV (29%). Já os trabalhadores por conta própria, além dos canais pagos de TV (26%), procuram um contrato de eletricidade mais barato (36%), um contrato de telemóvel mais em conta (30,5%) e estão dispostos a abdicar dos seguros não obrigatórios (21%). Os inativos também referem em primeiro lugar o ginásio (43%), os canais de TV pagos (38,5%) e renegociar o contrato de telemóvel (32%). Por último, os reformados optam primeiro pela negociação do contrato de telemóvel (40%), a negociação do contrato de eletricidade (39,5%) e, em terceiro lugar, entidades bancárias que não cobrem comissões (20%).

Gastar mais em compras online

Quando a questão é sobre como a pandemia os fez repensar as suas despesas, a boa 28% dos inquiridos diz que vai gastar mais em compras online e 30% afirma que vai comprar mais produtos alimentares. Por outro lado, 29% assume que não vai gastar nada em cinema, teatro ou concertos e 23,5% refere que não irá gastar nada em férias. 22% vai reduzir entre 70% a 90% os gastos em restaurantes e 23% vai gastar menos 70% a 90% em moda (roupa, acessórios e calçado).

No que diz respeito às consequências da Covid-19, as mais referidas são “ter de deixar de fazer coisas que me fazem feliz para poupar” (49%) e “ter menos rendimento” (48%).

Em termos de idades, 58% dos inquiridos mais novos – 20 a 39 anos – preocupa-se mais com a possibilidade de ter de deixar de fazer coisas que gosta, enquanto que 72% dos inquiridos da faixa etária dos 50 aos 55 anos está mais preocupado com a perda de rendimento.

Em termos de situação laboral, 74% dos trabalhadores por conta própria pensa que a Covid-19 pode traduzir-se numa redução de rendimento muito significativa e 28% antecipa que poderá mesmo levar ao encerramento do negócio/empresa.

Fonte: Grande Consumo