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A EFSA lançou uma iniciativa Hackathon sob o título “Design of an Artificial Intelligence solution to detect fake news using EFSA’s body of scientific opinions to safeguard the credibility of information in EU about food and feed safety” – Referência: CONTEST/EFSA/AMU/2020/01

O objetivo geral deste Prémio de Inovação é aumentar alguns dos valores-chave da EFSA, como abertura e inovação, a fim de permitir que as partes interessadas compreendam a base do trabalho científico da EFSA de uma forma inovadora. O objetivo específico da presente competição é apresentar um protótipo de solução de Inteligência Artificial para detetar notícias falsas na área da Segurança Alimentar humana e animal, aproveitando todo o corpo de Pareceres Científicos da EFSA, desde a sua fundação até aos dias atuais.

O prazo para inscrição dos candidatos é 28 de janeiro de 2021 às 14:30 CET. O desafio Hackathon será lançado a 19/02/2021 16:00 CET e terminará a 22/02/2021 14:30 CET.

O link para a página da EFSA com mais informações sobre o objetivo e regras é https://www.efsa.europa.eu/en/procurement/contests
Em caso de dúvidas, poderá contactar This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it..

Fonte: ASAE

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou, hoje, no âmbito das suas competências, uma operação de fiscalização com vista à verificação do cumprimento das medidas adicionais previstas no exercício de determinadas atividades económicas, com o intuito de conter a transmissão do vírus e diminuir a expansão da pandemia da doença COVID -19 durante o atual estado de emergência.

As ações de fiscalização que contaram com o empenhamento de cerca de 30 inspetores, decorreram nos concelhos de Lisboa, Porto, Matosinhos, Guimarães, Lamego, Coimbra, Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Santarém, Faro e Évora, tendo sido direcionadas a operadores económicos cuja atividade se encontra sujeita a novas regras de funcionamento, tendo como principal objetivo a verificação do cumprimento integral das regras de lotação, ocupação, permanência e distanciamento físico em espaços públicos e estabelecimentos comerciais, bem como o cumprimento da determinação de suspensão de determinados tipos de instalações, estabelecimentos e atividades.

Como resultado das ações destaca-se o seguinte: foram fiscalizados 198 operadores económicos, tendo sido instaurado 1 processo-crime por especulação de preços e 19 processos de contraordenação dos quais se destaca a falta de cumprimento das regras de ocupação, permanência e distanciamento físico nos locais abertos ao público e a falta de cumprimento das regras relativas a restrição, suspensão ou encerramento de atividades.

Foi ainda determinada a suspensão de atividade em 4 operadores económicos (restauração e bebidas) pela existência de clientes no seu interior uma vez que esta atividade apenas poderá ser exercida para efeitos de confeção destinada ao consumo fora do estabelecimento, seja através de entrega ao domicílio, diretamente ou através de intermediário, ou para disponibilização de refeições ou produtos embalados à porta do estabelecimento ou ao postigo (take -away).

A ASAE continuará a desenvolver ações de fiscalização no âmbito das suas competências, em todo o território nacional, para garantia do cumprimento das regras de saúde pública determinadas pela presente situação pandémica.

Fonte: ASAE

É desperdiçada proteína suficiente para satisfazer as necessidades anuais de 72 milhões de pessoas, devido à sobrepesca, afirma o Marine Stewardship Council (MSC) – uma organização ambiental sem fins lucrativos.

Segundo a organização, o consumo global de produtos do mar aumentou 122% nos últimos 30 anos. Mais de um terço das unidades populacionais de peixes a nível mundial foram pescadas para além dos limites sustentáveis. As últimas estimativas da MSC apontam que poderiam ter sido capturadas mais 16 milhões de toneladas de peixe e marisco por ano, se as pescarias globais fossem mais bem geridas.

O dr. Rohan Currey, diretor de ciência e normas do Marine Stewardship Council, declara que “combater a sobrepesca é um benefício mútuo para o nosso planeta. Ao conservarmos os nossos abundantes recursos marinhos, permitimos também que mais pessoas tenham acesso à proteína de que necessitam para uma vida saudável”.

Em comunicado, a MSC revela que “as práticas de pesca sustentáveis aumentariam a proteína adicional disponível para satisfazer as necessidades anuais de uma população equivalente a seis vezes a população do nosso país”.

Em 2020, havia 409 pescarias em todo o mundo certificadas de acordo com a norma de sustentabilidade do MSC, estando outras 89 em processo de avaliação.

Fonte: Distribuição Hoje

Exportar para o Reino Unido: Passo a Passo

  • Friday, 15 January 2021 12:06

Food and Standard Agency elaborou um guia de apoio à exportação de mercadorias para a Reino Unido (Inglaterra, País de Gales e Escócia) para ajudar os operadores nas trocas comerciais com aquele País após o Brexit.

Caso pretenda exportar géneros alimentícios e alimentos para animais de origem não animal para o Reino Unido consulte a informação em “Import goods into the UK: step by step”. Consulte ainda no mesmo website as páginas com informação específica sobre importação de produtos de origem não animal: Importing products of non-animal origin.

Caso necessite de informação mais detalhada aceda também ao documento, elaborado pelo Governo do Reino Unido, denominado “The Border with the European Union Importing and Exporting Goods”.

Fonte: DGAV

A ação humana tem prejudicado o Planeta a longo prazo, pelo que, está na hora de fazermos a nossa parte e contribuirmos para a sua recuperação. Existem muitos passos que podem ser dados, e a alimentação, é um deles.

Estima-se que em 2050 possam existir 9.7 mil milhões de pessoas, o que vai exigir um grande aumento da produção de alimentos, e uma consequente emissão de gases poluentes para a atmosfera. Além de ser necessário tornar os métodos de produção mais sustentáveis, também nós podemos fazer melhores escolhas.

A World Wildlife Fund (WWF) do Reino Unido reuniu algumas sugestões, que podem fazer toda a diferença. Confira a seguinte lista, e perceba o que já faz, ou o que pode fazer de diferente:

  1. Coma mais plantas
  2. Plante os seus próprios alimentos
  3. Experimente novas refeições, não coma sempre os mesmos alimentos
  4. Não desperdice comida, transforme-a em novas receitas
  5. Procure produtos certificados de sustentabilidade
  6. Opte por produtos sem embalagens de plástico
  7. Compre alimentos sazonais, que são da época

Fonte: Greensavers

Em 2018, o consumo diário per capita de frutas e legumes frescos na União Europeia (com 28 Estados-membros) foi de 363,76 gramas (g), o que constitui um acréscimo de 4% face a 2017. Este número figura na edição de 2020 do relatório “Consumption Monitor”, da Freshfel Europe (Associação Europeia de Hortofrutícolas Frescos), e, «apesar de ainda estar abaixo das 400 g de consumo mínimo diário recomendado pela Organização Mundial de Saúde, representa um aumento de 5,1% em comparação com os cinco anos anteriores (2013-2017) e pára a estagnação do consumo que vinha a ocorrer», sublinha a entidade.

A edição de 2020 do relatório – que analisa os dados relativos à produção, comércio e consumo de frutas e legumes frescos na UE-28 –, divulgada a 11 de Janeiro, refere que a «significativa melhoria» nos números «pode ser atribuída a um incremento de 9,5% no consumo de fruta fresca, para 211,82 g per capita por dia, que também compensou uma ligeira redução geral no consumo de legumes, para 151,94 g per capita por dia». Segundo a Freshfel, «esta indicação de um forte aumento positivo no consumo na UE coincidiu com os crescentes esforços do sector nos últimos anos para aumentar a consciência da importância do consumo de hortofrutícolas frescos».

Philippe Binard, delegado geral da Freshfel Europe, considera que os dados são «muito encorajadores» e que «demonstram claramente» que os esforços do sector para aumentar o consumo estão a dar resultados. Afirma ainda que «é necessário investigar esta nova discrepância entre o consumo de frutas e o consumo de legumes» e que é essencial continuar a reforçar o papel das frutas e legumes numa dieta saudável e sustentável, tirando partido de 2021 ser o Ano Internacional das Frutas e dos Legumes. A Freshfel Europe tem em curso a campanha de promoção “Follow me to be healthy with Europe” (no terceiro ano), a campanha online “#FruitVeg4You” e, este ano, a campanha “#SpeakUp4FruitVeg”.

Fonte: Agroportal

A União Europeia aprovou esta quarta-feira o consumo alimentar da larva-da-farinha. É o primeiro inseto a ser considerado seguro para consumo pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos.

Espera-se que a decisão, que surge após um pedido de uma empresa francesa de produção de alimentos derivados de insetos, leve à aprovação generalizada do consumo de produtos de larva-da-farinha, um pouco por toda a Europa.

O inseto, que tem um sabor parecido ao do amendoim, é rico em proteína, gordura e fibra, e oferece fonte de alimentação alternativa mais sustentável do ponto de vista ambiental.

A iguaria pode, no entanto, não ser segura para todos. A autoridade alerta que as pessoas alérgicas a camarão podem desenvolver reações indesejadas com o consumo da larva-da-farinha.

Fonte: TVI

Guarda Nacional Republicana (GNR) detetou, no dia 11 de janeiro, várias irregularidades e infrações no transporte de animais vivos, no concelho da Póvoa de Varzim.

Num comunicado enviado ao Notícias ao Minuto, a GNR explicou que, no âmbito de uma ação de proteção ambiental, os militares fiscalizaram as viaturas que realizavam o transporte de gado no acesso a um mercado do concelho, de forma a verificar a segurança com que os mesmos estavam a ser transportados e encontraram estas irregularidades.

Na mesma nota, a GNR recorda que o transporte de animais vivos é regulado por legislação nacional, conforme as orientações da União Europeia (UE), tendo em vista a proteção dos animais em transporte e operações afins, visando a criação e manutenção de condições saudáveis para os mesmos, nomeadamente no que toca ao limite de tempo em transporte, adaptação dos meios de transporte por forma a evitar lesões e sofrimento, disposição de água e alimentação, entre outras.

Fonte: Noticias ao Minuto

Brexit: Acordo Comercial e a Agricultura na UE

  • Wednesday, 13 January 2021 11:16

A negociação de um acordo comercial pós-Brexit com o Reino Unido foi finalmente concluída na décima primeira hora, após anos de altos e baixos. Desde o início, a Farm Europe analisou de perto as consequências do Brexit e chamou a atenção do setor e dos tomadores de decisão para seu grande impacto. A avaliação é clara: o negócio fechado é praticamente o melhor resultado possível, embora o melhor fosse não ter o Brexit para começo de conversa.

O Acordo Comercial oferece comércio livre de direitos e cotas para produtos agrícolas. Como a UE desfruta de um grande superavit comercial com o Reino Unido, este é de fato um bom resultado.

Nas regras sanitárias e fitossanitárias, cada lado deve respeitar a regra do outro ao exportar. Em produtos orgânicos, um acordo equivalente foi alcançado.

Sobre a questão muito técnica, mas igualmente importante das Regras de Origem, chave para prevenir o “comércio triangular” e que o Reino Unido poderia tornar-se uma plataforma para exportar produtos de países terceiros para a UE, a maioria dos produtos está coberta pela regra “totalmente obtidos”. Isto significa que os produtos exportados do Reino Unido e que beneficiam de acesso isento de direitos à UE, devem ser produzidos no Reino Unido sem qualquer conteúdo significativo proveniente de países terceiros. Carnes, laticínios, cereais, amido, vinhos, estão abrangidos por esta regra. Em produtos processados, o teor de açúcar tem, em alguns casos, mais margem de manobra, mas como o Reino Unido manteve uma alta proteção de fronteira, não prevemos quaisquer problemas significativos.

Assim, a integridade do mercado único da UE está bem preservada.

A única área que não parece ter um amplo acordo é o reconhecimento das Indicações Geográficas, mas que se prevê discussão no futuro.

Para concluir, temos bons motivos para felicitar a Comissão, em particular o negociador-chefe Michel Barnier e a sua equipa.

Mas não podemos esquecer que o Brexit, mesmo com um bom Acordo Comercial, trará mais custos e burocracia atrelados aos trâmites aduaneiros; e aumento da concorrência no mercado do Reino Unido para nossas exportações, já que o Reino Unido tem liberdade para negociar acordos comerciais com países terceiros. Além disso, o risco de divergência regulatória no futuro é real, funciona nos dois sentidos e pode impactar negativamente o comércio livre.

O impacto real do Brexit na balança comercial agrícola com o Reino Unido levará alguns anos para aparecer, à medida que o Reino Unido se abre gradualmente para países terceiros altamente competitivos.

Fonte: Farm Europe

A China abriu consulta pública para aprovar como seguras duas novas variedades geneticamente modificadas, uma de soja e outra de milho. O anuncio foi feito ontem pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais chinês e a consulta prolonga-se até 1 de fevereiro.

O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China anunciou ontem que lançou uma consulta pública, até dia 1 de fevereiro, para aprovar a segurança de uma variedade geneticamente modificada de soja (DBN9004), tolerante ao glifosato e já considerada segura na Argentina, e de milho (DBN9501), resistente à praga da lagarta-do-cartucho.

De acordo com uma notícia da agência Reuters, a decisão do governo de Pequim ocorre depois de no ano passado, pela primeira vez em dez anos, a China ter aprovado a segurança de três variedades geneticamente modificadas (GM) desenvolvidas no País.

Embora várias outras medidas devam ser tomadas antes de os agricultores chineses poderem semear estas novas variedades de soja e de milho, a aprovação é considerada oportuna, dado o crescente défice de milho num País que se tem posicionado nos mercados como o maior produtor de grãos do mundo, o maior importador de soja e um grande comprador de milho.

De salientar que o governo de Pequim não permitia a plantação de variedades de soja e milho GM, no entanto, à semelhança do que faz a União Europeia, autorizava a sua importação para uso na alimentação animal.

Além da consulta pública, o governo chinês anunciou também que aprovou duas novas variedades de milho GM para importação, uma da Syngenta (MZIR098) e outra da Bayer (MON87411), desenvolvidas para conferir resistência a herbicidas e a insetos.

Fonte: CiB - Centro de Informação de Biotecnologia.