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A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) determinou a suspensão de nove padarias e pastelarias na sequência de uma operação de fiscalização no âmbito da segurança alimentar, tendo ainda instaurado 51 processos de contraordenação.

Em comunicado este sábado divulgado, a ASAE diz que a operação foi realizada a nível nacional, no âmbito da Segurança Alimentar, e foi direcionada para a verificação das condições e requisitos obrigatórios no setor da panificação.

No total, foram fiscalizados cerca de 150 operadores económicos, tendo sido instaurados 51 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações detetadas o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, a violação dos deveres gerais dos estabelecimentos a inexistência ou irregularidades relativamente ao HACCP, a falta de mera comunicação prévia, irregularidades relativas à rotulagem de pão e produtos afins, entre outras.

Foi determinada a suspensão da atividade de nove operadores económicos "por incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene", tendo ainda sido efetuadas apreensões num valor aproximado de 550 euros, acrescenta.

"Durante as ações de fiscalização foram verificados os locais de fabrico de pão e produtos de pastelaria, designadamente as regras de higiene, segurança e qualidade dos géneros alimentícios, o seu licenciamento, verificando-se ainda o tipo de matérias-primas utilizadas, a sua qualidade e o seu acondicionamento e, quando aplicável, as condições e temperatura dos veículos de transporte de pão e produtos afins", explica. A ASAE refere ainda que seis dos locais fiscalizados exerciam a atividade de forma ilegal.

Fonte: Correio da Manhã

Seis pessoas vão responder em tribunal por terem produzido queijo artesanal numa exploração de Baião e o comercializarem "sabendo que os animais se encontravam infetados" com brucelose, diz o Ministério Público. Registaram-se 19 casos de brucelose em pessoas residentes no concelho que terão consumido o queijo e os seis arguidos foram agora acusados de crimes de perigo relativo a animais e vegetais, desobediência e de corrupção de substâncias alimentares.

O caso remonta a 2014, quando surgiram casos de brucelose no concelho. Desde logo se associou a doença ao consumo de queijos frescos, produzidos de forma artesanal em exploração agrícola e vendidos na rua. A investigação chegou a quem produziu e comercializou os queijos. A exploração agrícola não estava licenciada para a produção e comércio de queijo. Na altura, a Autoridade Regional de Saúde (ARS) do Norte disse que os primeiros casos de brucelose foram detetados em julho de 2014 e que em novembro houve um pico de situações, com algumas pessoas a estarem internadas em duas unidades hospitalares do Porto. Todos recuperaram.

O MP diz que "no período compreendido entre os meses de agosto e novembro de 2014, registaram-se pelo menos 19 casos de Brucella melitensis (Brucelose), em pessoas residentes no concelho de Baião, maioritariamente das freguesias de Gôve e Campelo, por força da ingestão de queijo fresco ou cru de leite de cabra."

O procurador acusa os seis arguidos de produzirem ou comercializarem, "entre maio e julho/agosto de 2014, artesanalmente, numa exploração de animais existente no concelho, bem sabendo que os animais se encontravam infetados".

A informação foi divulgada pela Comarca do Porto Oeste, esclarecendo que a acusação do MP foi deduzida por procurador da República no núcleo de Baião do DIAP da comarca, na sequência de uma investigação realizada pela ASAE. A nota não esclarece se entre as seis pessoas arguidas existe alguma que seja pessoa coletiva.

O MP pede julgamento em Processo Comum Coletivo, por envolver penas de prisão superiores a cinco anos, com o crime de corrupção de substâncias alimentares a ser o mais grave, podendo ser punido com pena de prisão de um a oito anos.

A brucelose é uma doença animal que pode ser transmitida ao homem e também é conhecida como febre ondulante ou febre-de-malta. Há quatro bactérias do género Brucella que causam esta doença, mas é a Brucella melitensis a mais comum, como acontece neste caso de Baião, que infeta cabras e ovelhas. A doença transmite-se pelo consumo de alimentos contaminados, mas também por inalação da bactéria ou por contacto direto com um animal infetado. A transmissão entre pessoa é rara.

A brucelose pode causar complicações ao nível dos ossos, dos sistemas nervoso central, respiratório e cardiovascular e aumento do volume do fígado. Segundo um trabalho da DECO, o tratamento é simples, com antibióticos, mas pode ser demorado e durar meses. O atraso no diagnóstico é o principal problema. A doença causa a morte em 2% dos casos.

Fonte: Diário de Notícias

Segundo documentos confidenciais dos serviços sanitários holandeses, aos quais o jornal francês Le Monde teve acesso, entre 800 mil e 1,6 milhões de alimentos para animais de consumo humano estão potencialmente contaminados com OGMs.

Uma porta-voz da Comissão Europeia confirmou à AFP que as autoridades já tinham sido alertadas para o facto. "Confirmo que o RASFF (sigla em inglês de sistema de alerta rápido para a alimentação) foi ativado. Confirmo que os alertas estão relacionados com os OGMs mencionados pelo Le Monde".

Riboflavina, um corante alimentar

O produto em questão é um aditivo alimentar para animais, a vitamina B2, também chamada de "riboflavina (80%)". Segundo o jornal, a descoberta deste problema por um laboratório alemão remonta a 2015, num lote fabricado na China.

A riboflavina favorece o metabolismo das gorduras, açúcares e proteínas e é utilizada como corante alimentar, ou seja, para dar um aspeto aparentemente mais saudável à carne.

Em março de 2018, a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA) publicou um primeiro relatório apontando o "risco" para "animais, consumidores, cidadãos e meio ambiente", segundo o jornal.

A Comissão Europeia suspendeu a autorização dos OGMs em 19 de setembro e pediu a sua retirada do mercado a 10 de novembro. Mas a matéria perigosa já se disseminou por toda a cadeia agroindustrial, chegando potencialmente ao consumidor humano.

Segundo o jornal, há lotes contaminados com OGMs na Alemanha, Noruega, Rússia, Finlândia, Islândia e França.

O que são os OGMs?

Os organismos geneticamente modificados podem ser definidos como organismos (plantas ou animais) nos quais o material genético (DNA) foi alterado de um modo que não ocorre na natureza por reprodução ou recombinação natural. A tecnologia é denominada frequentemente “biotecnologia moderna” ou “engenharia genética” e permite que genes selecionados individualmente sejam transferidos de um organismo para outro, mesmo em espécies não relacionadas, com o objectivo de acrescentar novas características à espécie que já existia naturalmente.

Para produzir estes organismos, também designados transgénicos, não se transfere apenas o gene ou genes que vão induzir determinadas características. É necessário também um marcador (que permita a distinção entre os organismos manipulados e os outros) e um promotor e terminador (que permitam “copiar” o gene para o novo organismo).

Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), a probabilidade de existirem riscos para a saúde humana por contaminação através de OGMs ou produtos obtidos a partir de OGMs é tanto mais elevada quanto mais frequente e/ou mais prolongada for a exposição a estes organismos como é o caso dos trabalhadores que fazem manipulação, transporte e identificação de OGMs e, especialmente, quando estes constituem ingredientes alimentares ou alimentos destinados ao consumo humano.

Não obstante, os transgénicos fazem parte cada vez mais da nossa realidade quotidiana. Neste momento, já existem diversos alimentos geneticamente modificados. Alimentamo-nos, sem o sabermos na maioria das vezes, de plantas transgénicas e de animais alimentados com rações geneticamente modificadas. O milho e a soja constituem o grosso de plantas transgénicas. Mas também se produzem, entre outros, algodão, chicória e colza geneticamente modificados. Já existem animais geneticamente modificados embora até à data não sejam comercializados.

Fonte: Sapo Lifestyle

Da indústria aeroespacial à saúde, passando pelo desporto e pelo controlo da poluição, a cortiça tem hoje múltiplas aplicações. Agora vai servir também para combater a contrafação de vinhos, um problema que causa perdas anuais de 6,3 mil milhões de euros na Europa, dos quais 60 milhões só em Portugal. A pedido das empresas portuguesas, o INEGI - Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial criou, a partir da textura natural da cortiça, uma espécie de impressão digital de cada rolha, que permitirá combater a contrafação. O sistema está já em fase de registo da patente internacional, mas precisa ainda de encontrar um parceiro tecnológico para a fase de industrialização.

A ideia surgiu de um pedido de uma conhecida empresa de produção de rolhas para que o instituto desenvolvesse um sistema anticontrafação. A ideia, então, era colocar uma identificação por radiofrequência, a chamada tecnologia RFID, na própria rolha de modo a permitir o seu controlo. Mas o INEGI quis ir mais longe e criar um sistema ainda mais evoluído. E assim nasceu o CorkID, uma espécie de impressão digital para a cortiça, que permite, através do reconhecimento e processamento de imagem de uma rolha, seja ela de cortiça natural ou aglomerada, rastrear e autenticar a origem do vinho.

"A cortiça tem uma textura única, que não se repete. Um padrão, aleatório, que não pode ser copiado, e foi disso que quisemos tirar partido", explicou ao DN/Dinheiro Vivo Ana Reis, a diretora de tecnologias avançadas de fabrico do INEGI e responsável pelo projeto.

Como funciona?

Mas como funciona a nova tecnologia? Basicamente, o sistema implicará a captura de uma imagem da superfície de cada rolha, durante a fase de engarrafamento, e o seu registo numa base de dados, para que o consumidor ou o retalhista possa, facilmente, autenticar a garrafas, antes de a abrir, naturalmente, com um simples telemóvel. Para isso, a cápsula que tapa a rolha terá de passar a contar com uma área transparente, de modo que a rolha possa ser fotografada e comparada com a base de dados original através de uma app específica para o efeito.

"Há vários sistemas que pretendem combater a contrafação dos vinhos, mas essencialmente constam de algo que é adicionado ao produto. Uma etiqueta, por exemplo. Este é o único em que não se adiciona nada, conseguimos validar a autenticidade de cada garrafa pela 'impressão digital' da sua rolha", diz Ana Reis, que submeteu já um pedido internacional de patente, que inclui os Estados Unidos. E há já empresas francesas interessadas na tecnologia. "A ideia é massificar este sistema, que é muito interessante até como ferramenta de marketing, já que pode permitir à empresa saber quem está a consumir os seus vinhos e onde", sublinha.

Fonte: Diário de Notícias

Sessenta e um euros é o montante médio gasto em cada visita ao supermercado, de acordo com um inquérito levado a cabo pela Deco Proteste a cerca de 4500 associados. A mesma sondagem mostra que 59% dos inquiridos pagaram com cartão de débito, ou seja, não se endividaram para ir às compras.

Em meados deste ano, a Deco Proteste enviou um questionário aos seus associados com o objetivo de “definir o seu perfil de consumo enquanto utilizadores de supermercados e indicaram-nos o que mais os satisfaz e lhes desagrada nos estabelecimentos onde fazem compras”.

“Para o consumidor, o preço e a perceção da qualidade dos produtos são as variáveis que mais influenciam a satisfação global com o supermercado. Seguem-se a simpatia dos funcionários, a qualidade do peixe e o horário de funcionamento”, refere a edição da revista Deco Protesto.

O mesmo inquérito revelou os produtos mais comprados na duas últimas idas ao supermercado: produtos lácteos (72%); frutas e vegetais (67%); mercearias (63%); congelados (59%); detergentes (58%); higiene pessoal (56%); pão (54%); refrigerantes (52%).

Além disso, foi possível apurar que 83% das pessoas vão ao supermercado de carro, 79% não fizeram compras online nos últimos três meses, 52% foram ao supermercado uma a duas vezes por semana nos últimos três meses e 37% visitam frequentemente o supermercado por razões práticas.

Na mesma edição da Deco Proteste, uma investigação sobre folhetos que anunciam promoções e descontos levada a cabo em 30 supermercados em 17 concelhos do país (1611 artigos) revelou que 14% do total de produtos verificados não estava à venda pelo menos uma vez durante a campanha.

“Não encontrámos problemas graves, ou seja, na maioria das situações, os artigos estavam à venda quando os procurámos, tinham o preço promocional afixado e pagámos o valor esperado. Mas há exceções, como produtos que nunca foram encontrados e montantes incorretos, tanto a favor do cliente como em seu prejuízo”, revela a Deco, acrescentando: “Constatámos que, da totalidade de artigos que controlámos, 14% não podiam ser comprados, pelo menos, numa das vezes em que os procurámos. Quanto mais perto do final da promoção, mais estavam em falta”.

Dos 30 estabelecimentos visitados, só três nunca apresentaram falhas, refere a Deco Proteste.

“Na maioria das situações, os preços estavam afixados e correspondiam ao valor anunciado nos folhetos. Detetámos mais falhas no início das campanhas (5%), mas os produtos acabavam por ser vendidos ao preço promocional”, diz a publicação, com a responsável pelo estudo, Fátima Martins, a deixar algumas dicas para evitar levar um produto que não esteja em promoção ou pagar a mais por um artigo que apresente desconto: confirme se o produto que vai comprar é mesmo o que está em promoção; leve consigo o folheto e leia atentamente a informação de preços no supermercado; verifique se a etiqueta do preço corresponde ao que pretende levar; quando a promoção se aplica só a embalagens de maior capacidade ou com mais unidades, faça as contas e comprove se compensa; confira o talão de pagamento, os descontos tanto podem aparecer claramente indicados, como ser difícil entender se foram aplicados; em caso de dúvida, pergunte ao operador da caixa.

Fonte: ANILACT

Os resultados de dois ensaios clínicos randomizados - que chegaram às mesmas conclusões - foram publicados na revista New England Journal of Medicine. "Os probióticos não tiveram efeito sobre as crianças", disse um dos autores Phillip Tarr, professor de pediatria da Universidade de Washington em St. Louis, acrescentando que as descobertas "não são ambíguas". "É melhor para os pais poupar esse dinheiro e usarem-no para comprar mais frutas e verduras frescas para seus filhos", acrescentou.

A popularidade dos probióticos está a aumentar e prevê-se que o mercado global cresça de 37 mil milhões de dólares em 2015 para 64 mil milhões em 2023, de acordo com o estudo.

Cinco dos 12 principais grupos médicos do mundo incentivam o seu consumo, como forma de promover a saúde restaurando a flora intestinal, construindo as chamadas "bactérias boas" nos corpos das crianças. Para um dos estudos, nos Estados Unidos, os investigadores testaram uma marca popular de probiótico.

Sem diferença

Um total de 971 crianças, com três meses a quatro anos de idade, participaram no estudo. Todas foram atendidas de emergência por gastroenterite, uma condição intestinal que pode ser causada por um vírus ou uma infeção bacteriana, e cujos sintomas incluem vómitos e diarreia. As crianças foram aleatoriamente designadas para receber, durante cinco dias, um placebo ou o probiótico, que contém a bactéria Lactobacillus rhamnosus GG.

Os cientistas descobriram que as crianças que tomaram o probiótico não mostraram diferença em termos de duração da doença ou gravidade dos sintomas, em comparação com as crianças que receberam um placebo.

O segundo estudo, realizado no Canadá, outra marca de probióticos, contendo Lactobacillus rhamnosus R0011 e L. helveticus R0052. Mais de 800 crianças receberam o probiótico ou um placebo. A diferença foi tão pequena que os pesquisadores disseram que não era estatisticamente significativo. "Gastroenterite moderada a grave dentro de 14 dias após o início do estudo ocorreu em 108 dos 414 participantes (26,1%) que receberam probióticos e em 102 dos 413 participantes (24,7%) que receberam o placebo", disse o estudo.

O grupo que recebeu probióticos não apresentou menos vómitos ou diarreia, menor tempo de doença, menos visitas aos médicos ou menos complicações. Até agora, a maioria dos estudos foi em geral favorável aos probióticos.

O coautor Stephen Freedman, médico de emergência pediátrica do Alberta Health Services, disse que isso se deve a que, na maioria dos casos, esses estudos foram pequenos e financiados pela indústria. "Os resultados passam uma mensagem clara de que precisamos questionar o papel e os benefícios dos probióticos para outras aplicações de saúde usando ensaios clínicos amplos, rigorosos e orientados para o paciente", afirmou.

Fonte: Sapo Lifestyle

A OMS publicou um importante documento que faz uma revisão da política global de nutrição, destacando o progresso de cada país na criação de ambientes políticos favoráveis para a promoção de uma alimentação saudável e nutrição.

Clique aqui para consultar o documento.

Fonte: Nutrimento

A DGAV divulgou mais uma ficha técnica, desta vez, a “Ficha técnica para a produção, controlo e certificação de material de propagação de Aveleira, Corylus avellana L., onde constam os procedimentos para a implementação da certificação de aveleira.

Fonte: DGAV

"Picky eaters" é um termo utilizado para crianças que a determinada altura do seu desenvolvimento se tornam demasiado selectivas e/ou “esquisitas” com a comida. Os conselhos são da nutricionista Carla Rodrigues Ferreira.

Normalmente na infância, depois do rápido crescimento enquanto bébés com apetites quase devoradores, as crianças passam por uma fase em que a velocidade de crescimento abranda e com isso o apetite também diminui. Mas para algumas crianças para além do apetite diminuir, os gostos mudam drasticamente e muitas vezes passam semanas a querer comer só 1 ou 2 alimentos: o que gostavam numa semana podem deixar de gostar na semana seguinte.

É uma dor de cabeça para os pais, porque se preocupam que as crianças não se estejam a alimentar da forma mais saudável e por vezes as refeições são autênticos malabarismos entre recompensas ou castigos, choradeira e muito stress. Alguns truques para lidar com “picky eaters”:

1. REFEIÇÕES EM AMBIENTE FAMILIAR

A refeição deverá ser feita em ambiente familiar e deve ser igual para todos os elementos da família, mas tente incluir pelo menos 1 alimento que o seu filho goste.

2. EVITAR GUERRAS À MESA

As crianças têm, durante a infância, a capacidade de ajustar a ingestão energética necessária para suprir as suas necessidades, por isso pressionar para comer, pratos muito cheios ou castigos se não comerem pode tornar a hora da refeição num verdadeiro stress e piorar a relação das crianças com a comida.

3. NÃO RECOMPENSAR COM DOCES

Evitar recompensar com produtos alimentares que as crianças gostem (normalmente doces) à ingestão de alimentos que não gostem, pois as crianças associarão os alimentos que não gostam a “castigo”.

4. VÁRIAS TENTATIVAS

A introdução de novos alimentos ou a reintrodução de alimentos que as crianças dizem não gostar deve ser feita em pequenas quantidades, em refeições que também têm alimentos que gostam, e várias vezes, com alguns dias de intervalo (pode ser necessário tentar 10 a 15 vezes). Os gostos adquirem-se pela repetição, mas sem forçar.

5. CUMPRIR HORÁRIOS DAS REFEIÇÕES

É importante manter uma rotina alimentar, com horários certos e evitar snacks antes das refeições, para as crianças não irem para a mesa sem “fome”.

6. MINI-CHEFS

As crianças podem e devem participar na realização das refeições, e se as tornarmos mais coloridas, divertidas e apelativas será mais fácil levá-las a provar e experimentar novos alimentos.

Não esquecer que esta é uma fase normal do desenvolvimento das crianças, em que é necessária uma dose extra de paciência. O apetite normalizará, mas de qualquer maneira deverá sempre falar com o seu pediatra/nutricionista, para ir acompanhamento o desenvolvimento do seu filho e garantir que não existem défices nutricionais.

Fonte: Sapo Lifestyle

Os Líderes das Agências de Segurança Alimentar da Europa (HoA) criaram um Grupo de Trabalho denominado JIFEE-Joint Iniatitive Food Emergency Exercise (Exercício de Emergência Alimentar de Iniciativa Conjunta).

Nos dias 4 e 5 de outubro de 2018, nas instalações da Agência Federal de Proteção ao Consumidor e Segurança Alimentar (BVL), em Berlim, foi desenvolvido um exercício piloto de emergência, simulando um surto multinacional de doenças transmitidas por alimentos, contando com a presença da ASAE, bem como de mais 18 autoridades europeias das áreas da saúde pública e da segurança alimentar de Espanha, Portugal, Alemanha, Reino Unido e Irlanda e com a colaboração da Comissão Europeia (CE).

A delegação de Portugal, liderada pela ASAE, contou ainda com a presença do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e a Autoridade Regional das Atividades Económicas da Madeira.

O objetivo geral do exercício, co-financiado pela CE e com a iniciativa comunitária BTSF (Better Training for Safer Food) em formato “desk top” com cenários fictícios de um risco microbiológico, foi avaliar as competências dos participantes e da CE face a um incidente de "segurança alimentar” que escalou a emergência e afetou todos os países participantes.

Foi ainda avaliada a capacidade colaborativa para trabalhar com as demais autoridades do sector, quer a nível nacional, quer a nível internacional, de forma a gerir com sucesso e de forma harmonizada a resposta das administrações públicas face a incidentes graves alimentares.

Fonte: ASAE