De acordo com um estudo, publicado na Nature Communications, benefícios adicionais para o clima e a biodiversidade podem resultar do reflorestamento de terras poupadas da produção pecuária quando a carne e os produtos lácteos fossem substituídos por alternativas à base de plantas, mais do que duplicando os benefícios climáticos e reduzindo para metade futuros declínios na integridade do ecossistema até 2050.
Este estudo diz que substituir 50% da carne e dos laticínios por alimentação à base de plantas pode reduzir as emissões globais da agricultura, salvar florestas e melhorar a nutrição de milhões de pessoas.
A aplicação destas alternativas até 2050 pode reduzir as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) relacionadas com a agricultura e o uso do solo em 31% e travar a degradação das florestas e dos solos naturais, de acordo com uma nova investigação.
Leia o artigo completo aqui.
Fonte: Nature Communications
As perdas e desperdícios alimentares representam um desafio global que se torna ainda mais urgente diante do crescimento populacional contínuo. O aumento da população intensifica a pressão sobre os recursos alimentares. Assim, é necessário enfrentar as necessidades alimentares com padrões de qualidade. Garantir a segurança alimentar global, com a sustentabilidade dos sistemas alimentares, torna-se um desafio que exige solução abrangente e eficaz.
As transformações digitais estão a remodelar o mundo, inclusive o setor alimentar, onde ferramentas como a Internet das Coisas, inteligência artificial, robótica e blockchain estão a revolucionar a produção, processamento e distribuição de alimentos. Estas inovações promovem eficiência, qualidade e segurança na indústria alimentar, para além de possibilitarem processos mais sustentáveis.
Mais informações aqui.
Fonte:Tecnoalimentar
Foi publicada a Autorização Excecional de Emergência – AEE n.º 15/2025, para utilização de produtos fitofarmacêuticos no controlo de potenciais vetores da bactéria Xylella fastidiosa em plantas hospedeiras, no contexto do Plano de ação para controlo de Xylella fastidiosa e seus vetores – Áreas Demarcadas.
Xylella fastidiosa é uma bactéria que infeta uma vasta lista de espécies botânicas, onde se incluem culturas importantes, como a vinha, o olival, o amendoal, e pomares de citrinos. Atua bloqueando os vasos xilémicos dos hospedeiros, dificultando a absorção de água e nutrientes, o que provoca a murchidão, queimadura na zona marginal e apical das folhas, morte de alguns ramos e, por fim, da totalidade da planta.
Consulte o documento aqui.
Fonte:DGAV
O Grupo de Trabalho dos Cereais, criado pelo Governo, lançou uma nova estratégia para o setor, intitulada Estratégia +Cereais, e que se foca na proteção da segurança alimentar nacional.
O novo plano para a fileira dos cereais, decorrente da Estratégia Nacional para a Promoção da Produção de Cereais, vigente entre 2018 e 2023, foi apresentada esta quarta-feira, dia 9 de abril, no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa, e tem como objetivo principal fomentar o aumento sustentado do nível de autoaprovisionamento de cereais em Portugal.
De acordo com o comunicado de imprensa, no total, a estratégia define oito medidas prioritárias e outras nove medidas estratégicas “para fazer frente a um diagnóstico adverso”.
Para uma leitura mais aprofundada, veja aqui.
Fonte: AgroPortal
A Comissão Europeia autorizou hoje a comercialização, mas não o cultivo, na União Europeia (UE) de três tipos de milho geneticamente modificado para a alimentação humana e animal, considerados tão seguros como os convencionais.
A aprovação segue a avaliação científica favorável da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos e as autorizações são válidas por dez anos e qualquer produto produzido a partir de milho geneticamente modificado estará sujeito às rigorosas regras de rotulagem e rastreabilidade da UE.
Segundo uma nota do executivo comunitário, estes tipos de milho foram submetidos a um procedimento de avaliação exaustivo e rigoroso, que garante um elevado nível de proteção da saúde humana e animal, bem como do ambiente.
As decisões da Comissão apenas permitem que o milho geneticamente modificado seja importado para utilização em géneros alimentícios e alimentos para animais, mas não que sejam cultivados na UE.
Fonte: AgroPortal
A banana produzida no arquipélago dos Açores foi ontem reconhecida com a denominação de Indicação Geográfica, no âmbito do processo que tem em vista a sua classificação como Indicação Geográfica Protegida (IGP), revelou o Governo Regional.
Segundo um despacho da Secretaria Regional da Agricultura e Alimentação dos Açores publicado hoje em Jornal Oficial, “ao abrigo do artigo 11.º do Regulamento (UE) n.º 2024/1143, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de abril de 2024, é conferida, a nível nacional, proteção à denominação ‘Banana dos Açores’ como Indicação Geográfica, com efeitos a partir de 03 de abril de 2025, data de apresentação do pedido de registo à Comissão”.
De acordo com o secretário regional da Agricultura e Alimentação, António Ventura, "A banana dos Açores tem características organoléticas diferentes das restantes bananas que são produzidas a nível mundial”; “E é essa diferença que nós queremos certificar ao nível daquilo que é uma certificação reconhecida mundialmente da União Europeia, que são os produtos DOP [Denominação de Origem Protegida], IGP [Indicação Geográfica Protegida] e ETG [Especialidades Tradicionais Garantidas]”.
Veja a notícia completa aqui.
Fonte: AgroPortal
Raros são os anos em que a agricultura ocupou um espaço tão grande no debate público europeu. Marcado por manifestações do setor agrícola por todo o continente, o ano de 2024 terminou com a conclusão, em dezembro, de um acordo comercial entre a União Europeia e os países do Mercosul. Este deixou muitos agricultores preocupados com a eventual concorrência de produtos importados a preços baixos, que não respeitam as normas sociais e ambientais europeias, podendo fazer descer os preços praticados localmente e assim ameaçar a profissão.
Para responder às preocupações do setor agrícola, a Comissão Europeia publicou em dezembro passado uma proposta que reforça as medidas de combate às práticas comerciais desleais definidas na diretiva de 2019.
Consulte aqui as novas regras.
Fonte: TecnoAlimentar
O nosso organismo só precisa de luz solar para produzir vitamina D — um nutriente essencial para a saúde dos nossos ossos e a eficiência do nosso sistema imunitário. No entanto, pode ser difícil perceber como obtê-la em quantidade suficiente, evitando simultaneamente o risco elevado de contrair cancro de pele representado pelos banhos de Sol.
A vitamina D é um nutriente essencial para a nossa saúde, contribuindo para manter os ossos fortes e melhorando a função muscular e imunitária. Contudo, muitas pessoas não a obtêm em quantidade suficiente, fazendo com que a vitamina D seja o suplemento mais popular do mercado.
Há pelo menos uma década que a vitamina D está no centro de um paradoxo de saúde. Os investigadores não conseguem chegar a acordo sobre a quantidade de que necessitamos para uma saúde ideal, que níveis constituem uma deficiência ou quais os benefícios – se é que existem alguns – fornecidos pelos suplementos, sobretudo para os jovens e outras pessoas geralmente saudáveis.
Leia o artigo aqui para saber mais.
Fonte: National Geographic Portugal
Bactérias produtoras de carbapenemase, consideradas anteriormente um problema principalmente hospitalar, começam a ser detectadas em animais e produtos alimentares em toda a Europa.
Esta é uma das conclusões do mais recente parecer científico da EFSA sobre a ocorrência e disseminação de Enterobacterales produtoras de carbapenemase (CPE) na cadeia alimentar na UE/EFTA.
Embora não haja evidências definitivas de que essas bactérias se transmitam a humanos por meio de alimentos, cepas idênticas foram encontradas em animais e humanos, sugerindo possível transmissão entre eles.
Para mais informações, leia o artigo completo aqui.
Fonte: EFSA
De acordo com os dados hoje divulgados pela Comissão Europeia, as exportações agroalimentares da UE aumentaram, no acumulado de 2024, 3% (6,6 mil milhões de euros) face ao ano anterior, para os 235,4 mil milhões de euros (ME), registando um novo pico.
O Reino Unido continuou a ser o primeiro destino das exportações agroalimentares da UE em 2024, representando 23% do total das exportações (53,9 mil ME) e os Estados Unidos foram o segundo principal destino das exportações da UE em 2024 (13% das exportações da UE) e registaram a maior subida em comparação com 2023 (+3,3 mil ME, 12%).
As exportações para a China, o terceiro principal destino, com 6% da quota, recuaram de 1,3 mil ME (-9%) em comparação com 2023.
Também as vendas de produtos agroalimentares para a Rússia caíram 11%, 762 ME, em 2024, o segundo maior recuo em montante depois da China.
Veja a notícia completa aqui.
Fonte: Agroportal
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