O projeto “O Mercado”, de venda na internet de produtos hortofrutícolas iniciado em dezembro de 2020 em Valongo, já vendeu 540 cabazes a mais de 200 famílias, anunciou ontem a câmara, acrescentando a cooperativa terem superado as expectativas.
Resultado de uma parceria entre a autarquia de Valongo e a Cooperativa dos Produtores Agrícolas local, os cabazes são entregues semanalmente no Apeadeiro de Susão, à terça-feira, e em Ermesinde, na loja da cooperativa, à quinta-feira, junto à estação do comboio, no regresso das pessoas dos seus empregos, lê-se no comunicado do município.
Em ambos os casos a entrega das encomendas feitas em https://saude.cm-valongo.pt/pages/674 ocorre entre as 17:30 e as 19:00, acrescenta.
Destaca a autarquia que os cabazes estão disponíveis em duas versões: o “Família” — com uma variedade de cinco produtos que podem pesar até cinco quilogramas, com o preço de cinco euros, e o “Super Família”, que contém até sete variedades e nove quilogramas de peso, que custa oito euros, sendo sempre acompanhados por dicas e receitas saudáveis.
“Começou logo acima do que tínhamos estimado. Na primeira semana de dezembro entregámos mais de 70 cabazes quando o esperado eram entre 20 e 30. Atualmente registamos cerca de 30% de novos pedidos por semana”, relatou à Lusa o presidente da cooperativa, José Luís Dias.
Com cerca de 200 famílias a fazer encomendas regulares, o produtor explicou que os cabazes “não sempre iguais”, explicando dessa forma a “flutuação nos pedidos”.
“Já tivemos dias em que houve dificuldade em dar resposta aos pedidos porque no inverno a horticultura é mais fraca. Neste momento escoamos tudo o que produzimos. Vamos ver a partir de março ou abril, com mais produto disponível, se vamos continuar a ter uma adesão forte”, acrescentou.
Parte integrante do Plano de Ação da Saúde para o biénio 2019/2020 da autarquia, o projeto “O Mercado” pretende “promover a disponibilidade de hortofrutícolas, de produção local, fomentando a inclusão de produtos da época na dieta semanal das famílias”, destaca a nota de imprensa.
O Mercado está a ser “um sucesso e a superar as expectativas, sobretudo depois de o país ter entrado em janeiro no segundo confinamento”, vincou o presidente da câmara, José Manuel Ribeiro, citado pelo comunicado.
“É um projeto que tem três grandes virtudes: coloca na mesa dos valonguenses mais frutas e mais legumes frescos do que era habitual, é um processo totalmente digital na encomenda e até ao momento da entrega do cabaz e tem um preço muito acessível, possibilitando o acesso a todos os extratos socioecónomicos, precisamente para incutir novos hábitos que, a seu tempo, também irão beneficiar a economia local e a qualidade de vida da população”, acrescentou o autarca.
“Temos um protocolo de três anos com a câmara para a venda dos produtos, que não só é para cumprir como acredito que vamos além disso”, disse o responsável da autarquia.
No projeto estão envolvidos 22 produtores de Valongo, Gondomar e Paredes.
As encomendas continuarão a ser entregues nos locais habituais durante o estado de emergência ditado pelo combate à propagação da covid-19, garante a câmara.
Fonte: Agroportal
A Comissão Europeia prolongou hoje até 15 de outubro as medidas excecionais de apoio ao setor vitivinícola, retroativas a partir de 16 de outubro de 2020, no âmbito das consequências económicas da crise da covid-19.
O setor vitivinícola sofreu fortes quebras com o encerramento de restaurantes e bares em toda a União Europeia (UE) e as restrições e cancelamentos de celebrações, bem como as rápidas mudanças na procura.
Os direitos aduaneiros dos EUA sobre o vinho da UE também contribuíram para as dificuldades enfrentadas pelo mercado, limitando as exportações para os EUA, no contexto da disputa Boeing/Airbus na Organização Mundial do Comércio.
O pacote inclui a autorização temporária das medidas de auto-organização do mercado por parte dos operadores, o aumento da contribuição da UE os 70 % nos programas nacionais de apoio ao setor vitivinícola e a introdução do pagamento de adiantamentos para a destilação e o armazenamento de crise.
Fonte: Agroportal
O Regulamento (CE) nº 1924/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de dezembro de 2006, relativo às alegações nutricionais e de saúde sobre os alimentos estabelece que as alegações de saúde são proibidas, exceto se forem autorizadas pela Comissão, em conformidade com esse regulamento e incluídas numa lista de alegações permitidas. Estabelece igualmente que os pedidos de autorização de alegações de saúde podem ser apresentados pelos operadores das empresas do setor alimentar à autoridade nacional competente de um Estado-Membro. A autoridade nacional competente deve transmitir os pedidos válidos à Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) para avaliação científica, bem como à Comissão e aos Estados-Membros, para conhecimento.
A EFSA deve emitir um parecer sobre a alegação de saúde em causa e a Comissão deve tomar uma decisão sobre a autorização das alegações de saúde, tendo em consideração o parecer emitido.
No Regulamento (UE) nº 2021/77 publicado hoje são rejeitadas as seguintes alegações:
- L-carnitina: A L-carnitina contribui para o metabolismo normal dos lípidos.
- Chá preto: Melhora a vasodilatação dependente do endotélio, que contribui para um fluxo sanguíneo saudável.
- NWT-02, uma associação fixa de luteína, zeaxantina e ácido docosa-hexaenoico na gema de ovo: O consumo de NWT-02 reduz a perda de visão.
- Xanto-humol no XERME®, um extrato de malte torrado enriquecido com xanto-humol: Ajuda a manter a integridade do ADN e protege as células do organismo contra danos por oxidação.
- Combinação de beta-sitosterol e glucósido de beta-sitosterol: Contribui para o funcionamento normal do sistema imunitário, restaurando o equilíbrio entre a imunidade mediada por TH1 e por TH2.
Pode consultar o documento aqui.
Fonte: Eur-lex/Qualfood
A spiritsEUROPE, associação representativa das empresas de bebidas espirituosas na Europa, da qual faz parte a Associação Nacional de Empresas de Bebidas Espirituosas (ANEBE), defende a suspensão ou o fim de todas as tarifas adicionais que afetam o comércio transatlântico. Além da spiritsEurope, mais de 70 associações empresariais, entre elas americanas, subscreveram o documento.
A associação europeia advoga estas medidas em missiva endereçada a Joe Biden, Presidente dos Estados Unidos, e a Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão Europeia. “A suspensão destas tarifas é uma necessidade urgente para enfrentarmos os danos económicos que as nossas indústrias enfrentam atualmente, além de ser um passo positivo para o restabelecimento de uma relação comercial transatlântica cooperante”, assinalam os signatários do documento.
João Vargas, secretário-geral da ANEBE, recentemente nomeado pela spiritsEUROPE para liderar a taskforce europeia de coordenação das políticas de apoio à recuperação económica e responsável pela relação com a Presidência Portuguesa da União Europeia, advoga que “estão criadas as condições para a reversão imediata de algumas tarifas com pouco racional económico, como, por exemplo, rum, brandies e licores, que foram um resultado da escalada de tensões comerciais nos últimos anos, sob a administração Trump”.
A posição defendida pela spiritsEUROPE e as restantes associações insurge-se contra medidas autorizadas pela Organização Mundial do Comércio, que possibilitaram que os Estados Unidos da América pudessem aplicar tarifas alfandegárias às importações com origem na União Europeia (UE) até um valor de 7,5 mil milhões de dólares. Em 2020, os Estados Unidos adotaram medidas mais protecionistas, com um novo aumento das tarifas sobre artigos provenientes da UE, como vinhos frisantes, conhaques e outros brandies. Por outro lado, surgiram, anteriormente, taxas adicionais da UE, tendo esta decretado taxas alfandegárias sobre o equivalente a 4 mil milhões de dólares de produtos oriundos dos EUA.
Por outro lado, João Vargas defende que “o tom das negociações irá certamente mudar”. “Apesar de possivelmente terem de existir cedências de parte a parte, penso estarem reunidas as condições para o apaziguamento das relações comerciais transatlânticas. Dada a atual situação económica, seria de louvar que os responsáveis políticos o traduzissem rapidamente em medidas concretas”, acrescenta.
“A atual pandemia e o necessário encerramento de negócios não-essenciais continuam a afetar a economia global, incluindo os nossos setores que suportam milhares de empregos em ambos os lados do Atlântico. O prolongamento das disputas comerciais EUA-UE e a imposição de tarifas adicionais, que continuam a pressionar o comércio transatlântico, agravaram uma situação já de si difícil. Atendendo aos danos sofridos em 2020, e que permanecem, não podemos permitir que esta situação se prolongue. Acreditamos que a suspensão imediata destas tarifas é fundamental e um estímulo económico importante no momento em que é mais necessário”, lê-se ainda na carta enviada aos dois responsáveis políticos.
Fonte: Hipersuper
Desde o início da pandemia de Covid-19, com os sucessivos períodos de confinamento domiciliário, que a população começou a optar por fazer encomendas online. Quer seja em compras alimentares ou de outros bens materiais, esta ação começou a ganhar cada vez mais adeptos.
A DECO Proteste vem agora alertar o facto das compras online contribuirem para a poluição, tanto a nível de emissões como principalmente, a nível de embalagens dos produtos.
A Organização decidiu fazer um estudo e encomendar 25 produtos online, 13 pen USB e 12 frigideiras, em 18 loja diferentes do mercado. Foi feita posteriormente uma avaliação relativamente ao peso, ao volume e aos materiais das embalagens.
“Em geral, não estavam adaptadas às medidas e ao formato do produto e incluíam muitos materiais complementares desnecessários. As melhores soluções foram apenas aceitáveis e metade foi considerada má”, explicam na publicação. Em muitos casos, o problema assenta no fator do tamanho da embalagem ser muito superior ao do próprio produto encomendado, e na grande quantidade de plásticos de enchimento e materiais desnecessários para embalar a encomenda, que na sua maioria não são recicláveis.
A associação reúne assim diferentes sugestões para cumprir na hora de fazer compras online:
Fonte: Greensavers
O Rothamsted Research, Instituição de investigação agrícola do Reino Unido, está a desenvolver um projeto no qual se procura criar novas variedades de arroz que necessitam de menos água na sua produção.
A investigação, realizada em parceria com o International Rice Research Institute e a Punjab Agricultural University, na Índia, utiliza um sistema de Design Science Research para que as sementes se desenvolvam rapidamente.
O principal objetivo desta inovação é permitir a continuação da produção do cereal, mesmo sob os efeitos das alterações climáticas. Em simultâneo, procura-se garantir que as populações mais pobres consigam manter o seu cultivo em regiões onde a precipitação e os solos começam a sofrer mudanças.
Smita Kurup, líder do projeto, acrescenta em comunicado “Assim que as desenvolvermos [as variedades de arroz], iremos avaliar o seu desempenho no campo em várias localidades. No fim, as linhagens mais promissoras serão indicadas para trilhos na Ásia antes de serem dadas aos agricultores”.
Fonte: Greensavers
As previsões agrícolas do Instituto Nacional e Estatísticas (INE), no Boletim Mensal de Agriculturas e Pescas, apontam para uma quebra de 25% na produção da azeitona, face à campanha anterior. “A precipitação de outubro e novembro, próxima do final do ciclo produtivo dos olivais, ainda possibilitou uma recuperação em muitos olivais tradicionais de sequeiro, em particular no interior Norte”, revela o Boletim.
Quanto aos cereais, as previsões apontam que a área semeada de trigo mole, triticale, centeio e aveia vai ser semelhante à da campanha anterior. No trigo duro está prevista a redução de 5%.
No setor da pecuária, o peso limpo total de gado abatido e aprovado para consumo aumentou em novembro de 2020 (2,9% em relação a 2019). Também nas aves e coelhos existiu um crescimento (3,2% face a 2019). O volume de frango diminuiu 7,5%.
Já a produção de ovos de galinha para consumo registou um acréscimo de 8,1%. Foi recolhido mais leite (1,0%), apesar do decréscimo nos produtos lácteos (0,8%).
Em dezembro de 2020, as variações mais significativas, em módulo, no índice de preços de produtos agrícolas no produtor foram observadas na batata (+37,9%), frutos (+18,6%), azeite a granel (+18,2%), suínos (-24,4%), ovos (-16,8%) e hortícolas frescos (-14,7%).
Fonte: Agroportal
O governo mexicano vai deixar de conceder licenças para a produção de milho geneticamente modificado (GM) e até 2024 vai suspender as importações e o uso de glifosato.
Através de um decreto recente, o governo impôs o “cancelamento de licenças para a libertação de sementes de milho geneticamente modificadas (GM) no meio ambiente.” na noite de quinta-feira, que também determinou a eliminação progressiva das importações de milho transgênico até 2024.
Produtores convencionais mexicanos contestam a revogação da licença, alegando que irá limitar as opções dos agricultores no País e colocá-los em desvantagem relativamente aos concorrentes norte-americanos, e alertam que a suspensão das importações poderá ser um risco para a cadeia alimentar.
A porta-voz do Conselho Nacional de Produtores do México, Laura Tamayo, garante que “a importação de grãos geneticamente modificados dos EUA é essencial para muitos produtos da cadeia agroalimentar.” O México é autossuficiente em milho branco (usado para fazer as tortilhas no País), mas depende das importações de milho amarelo GM dos EUA para uso pecuário.
Segundo uma notícia na Reuters, “não está claro se o decreto eliminará gradualmente a importação de milho GM para alimentação animal ou se as regras irão abranger apenas o milho cultivado para consumo humano.” O que o decreto estipula claramente é a eliminação progressiva do uso de glifosato até 2024.
Fonte: CiB - Centro de Informação de Biotecnologia
Novos estudos estimam que existam 14 milhões de toneladas de microplásticos no fundo do mar.
Os microplásticos são um problema crescente nos oceanos, e perceber a quantidade que existe e a forma como lá vão parar é crucial para combater esta ameaça.
Um novo estudo da Organização de Pesquisa Científica e Industrial da Commonwealth (CSIRO), publicado na Frontiers, estima que existam 14 milhões de toneladas de microplásticos no fundo do oceano. Para a sua investigação, a equipa analisou núcleos de sedimentos de seis locais diferentes na Grande Baía Australiana, a uma profundidade entre 1655 e 3062 metros, e até 356 quilómetros de distância da costa, resultando num total de 51 amostras para análise no laboratório. O grupo descobriu que a quantidade de plástico que flutua na superfície tem uma grande influência na que vai parar ao fundo do mar.
A equipa recolheu amostras de sedimentos do fundo do mar na Antártida e nas Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich: foram descobertos em grande maioria fragmentos de poliéster, polipropileno e poliestireno. Apesar de a Antártida ser uma região remota do planeta, acredita-se que este tipo de materiais tenham lá chegado através de correntes marítimas ou por atividades como a pesca. Os cientistas afirmam que os valores foram muito altos em comparação a ecossistemas menos remotos, o que sugere que a poluição por microplásticos no Oceano Antártico seja maior do que se pensava. “A nossa investigação demonstra que não importa o quão remoto um ecossistema ameaçam a vida nos oceanos seja, ainda assim ele vai mostrar artefactos da influência humana. Temos despejado plástico nos oceanos há cerca de 70 anos, então, em retrospetiva, isto pode não ser muito surpreendente.
O que é surpreendente é que os níveis deste tipo de poluição são comparáveis a regiões moderadamente ou altamente poluídas dos oceanos do mundo”, afirma Eoghan Cunningham, da Queen’s University Belfast. As correntes oceânicas no fundo do mar estão a criar pontos de concentração de microplásticos que abrigam cerca de 1,9 milhões de pequenos pedaços de detritos por metro quadrado. Os investigadores acreditam que as correntes lentas, que fornecem oxigénio e nutrientes para as criaturas do fundo do mar, estão a direcionar o fluxo de plásticos para essas áreas, resultando nos chamados “trechos de lixo” nas profundezas do oceano.
Os especialistas temem que as concentrações de microplásticos tóxicos nessas áreas aumentem o risco de ingestão pela vida selvagem, mas esperam que as suas descobertas ajudem a direcionar a pesquisa sobre o impacto dos microplásticos na vida marinha. Florian Pohl, do Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Durham, disse: “É lamentável, mas o plástico tornou- -se um tipo de partícula de sedimento distribuída pelo fundo do mar junto com areia, lama e nutrientes. Assim, processos de transporte de sedimentos, como correntes no fundo do mar, concentrarão partículas de plástico em certos locais no fundo do mar, conforme demonstrado pela nossa pesquisa.”
Mais de 10 milhões de toneladas de resíduos plásticos entram nos oceanos a cada ano, mas o plástico que flutua na superfície do mar representa apenas um por cento. Pensa-se que o resto esteja presente no oceano profundo, mas até agora não se sabe onde os detritos acabaram. Os microplásticos são pequenos pedaços de fibras e plástico com menos de 5 mm de comprimento. Estes microplásticos provêm das fibras de têxteis e roupas que são pequenas o suficiente para passar pelos sistemas de filtro nas estações de tratamento de águas residuais domésticas, bem como redes de pesca e outras fontes, como indústrias de transporte e petróleo e gás.
No oceano, estas partículas de grão fino são transportadas por correntes poderosas para o fundo do oceano, resultando em grandes acúmulos de sedimentos chamados desvios de contornos. “Os resultados destacam a necessidade de intervenções políticas para limitar o fluxo futuro de plásticos para ambientes naturais e minimizar os impactos nos ecossistemas oceânicos”, afirmaram.
Fonte: Greensavers
Depois de ouvir um painel de especialistas em Dezembro de 2010, o ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar japonês decidiu autorizar a comercialização de uma variedade de tomate geneticamente editada. Será o primeiro alimento GM à venda no Japão.
Os cientistas levaram 15 anos a desenvolver este alimento de valor acrescentado, que apresenta cinco vezes mais GABA (aminoácido associado à redução da pressão arterial) que o fruto convencional.
Desenvolvida por uma start-up sediada em Tóquio, esta variedade de tomate GM irá demorar um ano a chegar ao mercado e será o primeiro alimento com o genoma editado à venda no Japão.
Esta aprovação representa “um grande passo em frente no melhoramento vegetal no Japão”, afirmou Takashi Yamamoto, professor da Universidade de Hiroshima e presidente da Sociedade Japonesa de Edição de Genomas.
Outros projetos relacionados com a edição de genomas estão em curso no Japão para desenvolver plantas de arroz mais produtivas, ovos hipoalergénicos e douradas maiores.
Super eficientes, com uma alta precisão e resultados rápidos, as tecnologias de edição de genomas permitem alterar genes e dotá-los das características desejadas. Têm sido utilizadas não só no melhoramento vegetal e proteção das culturas agrícolas como também no desenvolvimento de medicamentos.
Mais informações aqui.
Fonte: CiB - Centro de Informação de Biotecnologia
Subscreva a Base de dados Qualfood Negócios!