Já conhece o destino certo para os equipamentos elétricos e eletrónicos que já não funcionam?
A ASAE associa-se às autoridades competentes - Agência Portuguesa do Ambiente e a Direção-Geral das Atividades Económicas, que em colaboração com as três entidades gestoras de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) licenciadas a nível nacional, lançam uma campanha com o mote “Reciclar no sentido certo”.
Faça também parte desta campanha nacional e dê o sentido certo aos seus resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos garantindo assim o seu encaminhamento para a reciclagem. Dê um sentido certo aos seus comportamentos ambientais.
Mais info em: www.reciclarnosentidocerto.pt
Fonte: ASAE
A Friends of Glass Portugal, plataforma de consumidores que defende a utilização de embalagens de vidro e a sua reciclagem, apresenta os primeiros resultados do estudo independente “Hábitos de Consumo e Reciclagem dos Portugueses”. Em termos ambientais, o vidro é o material de embalagem preferido de 66,5%, muito à frente do plástico (13%) e da lata/alumínio (11%).
Dos 22,5% para quem o impacto ambiental das embalagens ainda não é uma prioridade, 67% admite ter outras preocupações, como o preço ou a comodidade, e 35% nunca pensou no impacto ambiental das embalagens dos produtos que consome.
É por isso que a Friends of Glass visa aumentar a consciência ambiental dos portugueses, na tomada de decisões de compra mais responsáveis. Para este efeito, realiza, desde 2019, campanhas de comunicação em Portugal, com o objetivo de promover o consumo de produtos embalados em vidro, o único material fabricado com matérias primas 100% naturais, que não prejudica a saúde nem o ambiente e que pode ser reciclado infinitas vezes.
Hábitos de reciclagem de vidro
O hábito de reciclar vidro é já uma rotina para a maioria dos portugueses, sendo que 78% dos que reciclam fazem-no numa base semanal. De notar que 81% dos portugueses que separam e reciclam as suas embalagens de vidro usadas fá-lo por questões ambientais.
Para Beatriz Freitas, secretária-geral da AIVE (Associação dos Industriais de Vidro de Embalagem), estes resultados “revelam o impacto do trabalho de consciencialização desenvolvido pela associação e outras entidades, no sentido de promover um estilo de vida que inclua o vidro como opção de eleição em termos de embalagem, por três motivos principais: sustentabilidade da reciclagem, saúde e sabor. Ainda há um longo caminho a percorrer para atingir os objetivos definidos para o país, mas estes resultados reforçam sem dúvida a nossa confiança“.
Um hábito necessário
Outros motivos indicados pelos portugueses para reciclar passam pelo facto de terem um vidrão à porta de casa (43%) e por uma questão de organização doméstica (22%). Já dos portugueses que ainda não reciclam, a maioria (49%) admite não ter as condições ideais, em casa em termos de organização e espaço para separar os resíduos, e 36% não tem ecoponto próximo.
Em relação a estes dados concretos, Beatriz Freitas evidencia, contudo, que “não podemos esquecer que a reciclagem dos resíduos que produzimos tem que ser vista como uma necessidade e não de acordo com a nossa comodidade. A taxa de reciclagem do vidro é de 52% em Portugal, muito abaixo do ideal, ou seja, apenas cinco em cada 10 embalagens de vidro são recicladas. Para cumprir com as metas definidas para o nosso país, precisamos de chegar a 70%, em 2025 ,e a 75%, até 2030“.
Questionados sobre o que os motivaria a reforçar os seus hábitos de reciclagem, 52% dos portugueses refere ser necessária mais informação sobre boas práticas, dicas de separação dos resíduos, horários e locais de recolha e 42% indica ainda que ter pontos de recolha mais próximos seria relevante.
Fonte: Grande Consumo
Portugal, que é o oitavo maior produtor olivícola do mundo, deve registar uma “produção recorde” de 150 mil toneladas de azeite na campanha de 2021/2022, revelou hoje a maior associação nacional do setor.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a Olivum – Associação de Olivicultores e Lagares do Sul, com sede em Beja, adiantou que a campanha “arranca a 15 de outubro” e, tendo em conta dados do Instituto Nacional de Estatística e do portal Pordata, é esperada “uma produção recorde de 150 mil toneladas de azeite” em Portugal.
No caso do Alentejo, responsável por “85%” do azeite produzido no país, é igualmente esperada uma produção “recorde” na nova campanha, acrescentou à Lusa o diretor executivo da Olivum, Gonçalo Almeida Simões.
A produção de azeite no Alentejo pode chegar “às 20 toneladas por hectare”, disse.
Segundo a Olivum, para esta previsão contribuíram “uma floração que decorreu sem problemas”, a “pluviosidade em quantidade certa” e a “quase ausência de pragas”.
A produção esperada “é uma conjugação concertada do crescimento do setor, da tecnologia de precisão aplicada ao setor e das boas condições edafoclimáticas neste ano”, reforçou Gonçalo Almeida Simões.
O responsável argumentou ainda que o setor “está no ‘top’ dos rankings em termos de sustentabilidade ambiental”, dada a “reduzida utilização de água”, uma “diminuta aplicação de fitofármacos” e um “relevante sequestro de carbono”.
Portugal é atualmente o oitavo maior produtor nacional de azeite em todo o mundo, sendo o olival moderno “responsável por 80% da produção nacional de azeite”.
O país é ainda o primeiro no mundo “em termos de qualidade”, ao produzir “95% de azeite virgem e virgem extra”, à frente dos Estados Unidos da América, Espanha e Itália, acrescentou a associação.
No comunicado, a Olivum lembrou que Portugal “garante desde 2014 a sua autossuficiência em azeite” e que as exportações “têm crescido de forma marcada nos últimos anos”.
Em 2020, as vendas de azeite para o estrangeiro representaram “cerca de 600 milhões”, existindo “a perspetiva de superação deste valor” este ano.
O investimento no setor olivícola em Portugal “permitiu passar de 80 mil toneladas em 2014 para 135 mil toneladas de azeite produzido em 2019”, indicou ainda a associação.
“As empresas a atuar são maioritariamente portuguesas” e conseguiu-se “atrair investimento direto estrangeiro de países como Espanha, Inglaterra, Chile, Arábia Saudita, Suíça ou Dinamarca”, acrescentou.
A Olivum, que diz ser “a maior associação portuguesa” do setor, representa 100 associados, 300 explorações e 14 lagares, num total de 42 mil hectares de exploração agrícola no Alentejo e Ribatejo.
Fonte: Agroportal
O Destacamento de Controlo Costeiro de Matosinhos da GNR apreendeu na sexta-feira mais de uma tonelada de sardinha, no porto de pesca do concelho, por se desconhecer a sua “origem e rastreabilidade”, foi comunicado.
Em comunicado, a GNR esclarece que, no âmbito de uma ação de fiscalização, os militares detetaram, no porto de pesca de Matosinhos, “três recipientes contendo cerca de 1.090 quilos de sardinha, não sendo possível apurar a sua origem e rastreabilidade, constituindo assim um perigo para a saúde pública”.
No seguimento da ação foi identificado o mestre da embarcação, um homem de 48 anos, e elaborado o respetivo auto de contraordenação por falta de rastreabilidade.
Na sequência da confirmação de novos de novos focos de serotipo 4 do vírus da língua azul noutros concelhos do Alentejo, e em Abrantes, na Região de Lisboa e Vale do Tejo, foram definidas como áreas afetadas pelo serotipo 4, a região do Alentejo e o Distrito de Santarém.
As Medidas de Controlo foram determinadas no Edital nº 58, de 24/9/2021 sobre Febre Catarral Ovina/Língua Azul.
Fonte: DGAV
A Comissão Europeia deu por encerrado o procedimento de autorização de colocação no mercado da União, como novo alimento, de insetos da espécie Schistocerca gregaria, sem que estes tenham sido incluídos na lista da União dos novos alimentos autorizados, uma vez que o pedido não cumpria os requisitos estabelecidos no artigo 10.º, n.º 2, do Regulamento (UE) 2015/2283 e nos artigos 3.º e 5.º do Regulamento de Execução (UE) 2017/2469.
Uma vez que o processo agora terminado era o único pedido de autorização para colocação no mercado, para esta espécie de inseto, antes de 1 de janeiro de 2019, este inseto deixa assim de cumprir as condições para que possa estar colocado no mercado ao abrigo das medidas transitórias, estipuladas no artigo 35º do Regulamento 2283/2015.
Desta forma a lista de insetos que podem estar colocados no mercado ao abrigo das medidas transitórias é agora atualizada.
Pode consultar a lista atualizada aqui
Fonte: DGAV
A partir do próximo dia 01 de novembro, apertam as restrições ao uso de produtos de plástico. Esta sexta-feira, foi publicado em Diário da República o diploma que transpõe parcialmente para a ordem jurídica nacional a Diretiva europeia relativa à redução do impacto de determinados produtos de plástico no ambiente.
A lista de produtos de plástico de utilização única que passam a estar proibidos inclui cotonetes; talheres (garfos, facas, colheres, pauzinhos); pratos; palhinhas; agitadores de bebidas; varas para balões; recipientes para alimentos como caixas, com ou sem tampa, sejam para take away, seja para consumir no local; recipientes para bebidas e copos, incluindo as respetivas tampas.
Mas há outras metas a cumprir até 2030. A partir de 1 de janeiro de 2022, por exemplo, "nos pontos de venda de produtos a granel, é obrigatória a disponibilização aos consumidores de alternativas reutilizáveis para acondicionamento de produtos de panificação, frutas e produtos hortícolas, ou, quando tal não for possível, alternativas feitas de um único material que não seja plástico".
E "com vista a alcançar uma redução ambiciosa e sustentada do consumo dos produtos de plástico de utilização única", o Governo estabelece como objetivo a redução de 80% do consumo de plásticos de utilização única até 31 de dezembro de 2026, tendo por base os números de 2022. Até 31 de dezembro de 2030, a redução deverá ascender a 90 %, tendo mais uma vez como base de comparação o ano de 2022.
Para que as metas sejam cumpridas, os estabelecimentos que usam este tipo de materiais "para o fornecimento de refeições prontas a consumir, em regime de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio", serão obrigados, a partir de 1 de janeiro de 2024, "a disponibilizar alternativas reutilizáveis aos seus clientes, mediante a cobrança de um depósito a devolver aquando do retorno das embalagens".
Segundo o diploma, "todos os utensílios que visam servir e/ou auxiliar no consumo de alimentação ou de bebidas vendidas para consumo no local são obrigatoriamente reutilizáveis, ou seja, concebidos para múltiplas utilizações".
Excetuam-se os estabelecimentos em "contexto clínico, ou hospitalar com especiais indicações clínicas", bem como as "instalações geridas pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais sempre que, por razões clínicas ou de ordem e segurança, se justifique".
A partir da mesma data, também as máquinas de venda automática que fornecem refeições ou bebidas "devem possibilitar que os consumidores utilizem os seus próprios recipientes".
A legislação define também que a partir de 1 de julho de 2024 "só podem ser colocados no mercado os recipientes de plástico de utilização única para bebidas com capacidade inferior a três litros, ou seja, recipientes utilizados para conter líquidos, como garrafas e embalagens compósitas para bebidas, incluindo as suas cápsulas e tampas se essas cápsulas e tampas permanecerem fixadas aos recipientes durante a fase de utilização prevista do produto".
Há ainda objetivos para a incorporação de plástico reciclado nas garrafas para bebidas. A partir de 1 de janeiro de 2025, deve ser assegurado um objetivo mínimo de 25%. A meta aumenta para 30% a partir de 1 de janeiro de 2030.
O calendário da guerra ao plástico inclui também metas para a recolha seletiva de garrafas. Até 31 de dezembro de 2025, deve ser assegurada a "recolha seletiva de, pelo menos, 77 %, em peso, das garrafas de plástico colocadas no mercado", inclindo cápsulas e tampas. Até 31 de dezembro de 2029, a fasquia sobe para 90%.
Pode consultar o diploma aqui.
Fonte: DRe/ Jornal de Negócios
Os hábitos de reciclagem dos portugueses estão a mudar e as escolhas na hora das compras, também. O recente estudo “Hábitos de Consumo e Reciclagem dos Portugueses” da Friends of Glass Portugal revela que mais de 77% dos Portugueses já se preocupam com o impacto ambiental das suas embalagens, e que a sua grande preferência são as embalagens de vidro.
Por outro lado, o plástico e o alumínio/lata são as menos utilizados, sendo apenas a preferência de 13% e 11% dos consumidores, respetivamente.
Por outro lado, os 22,5% dos inquiridos para quem o impacto ambiental das embalagens ainda não é uma prioridade, 67% admite ter outras preocupações como o preço ou a comodidade, e 35% nunca pensou nessa perspetiva relativamente aos produtos que consome.
Para Beatriz Freitas, Secretária-Geral da Associação dos Industriais de Vidro de Embalagem (AIVE), estes resultados “revelam o impacto do trabalho de consciencialização desenvolvido pela associação e outras entidades, no sentido de promover um estilo de vida que inclua o vidro como opção de eleição em termos de embalagem, por 3 motivos principais: sustentabilidade da reciclagem, saúde e sabor. Ainda há um longo caminho a percorrer para atingir os objetivos definidos para o país, mas estes resultados reforçam sem dúvida a nossa confiança”, refere.
Já dos portugueses que ainda não reciclam, a maioria (49%) admite não ter as condições ideais em casa em termos de organização e espaço para separar os resíduos e 36% não tem um ecoponto nas proximidades da sua habitação. Posta a questão sobre o que os motivaria a aumentar e reforçar os seus hábitos de reciclagem, 52% dos inquiridos referem ser necessária mais informação sobre boas práticas, dicas de separação dos resíduos, horários e locais de recolha e 42% indicam que ter pontos de recolha mais próximos seria relevante.
Em relação a estes dados, Beatriz Freitas evidencia que “não podemos esquecer que a reciclagem dos resíduos que produzimos, tem que ser vista como uma necessidade e não de acordo com a nossa comodidade. A taxa de reciclagem do vidro é de 52% em Portugal, muito abaixo do ideal, ou seja, apenas 5 em cada 10 embalagens de vidro são recicladas. Para cumprir com as metas definidas para o nosso país, precisamos de chegar a 70% em 2025 e a 75% até 2030”, relembra.
Fonte: Greensavers
O Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão celebraram ontem o lançamento de um «Dia Biológico da UE» anual. As três instituições assinaram uma declaração conjunta que estabelece 23 de setembro como o «Dia Biológico da UE». Esta iniciativa inscreve-se no Plano de Ação para o Desenvolvimento da Agricultura Biológica adotado pela Comissão em 25 de março de 2021, o qual anunciava a criação deste dia para sensibilizar a opinião pública para a produção biológica.
Na cerimónia de assinatura e lançamento, o comissário responsável pela Agricultura, Janusz Wojciechowski, declarou: «Hoje celebramos a produção biológica, um tipo de agricultura sustentável em que a produção alimentar é feita em harmonia com a natureza, a biodiversidade e o bem-estar dos animais. O dia 23 de setembro é também o equinócio de outono, quando o dia e a noite têm igual duração, um símbolo de equilíbrio entre a agricultura e o ambiente que vai ao encontro da produção biológica. Congratulo-me com o facto de, juntamente com o Parlamento Europeu, o Conselho e os principais intervenientes deste setor, podermos lançar o Dia Biológico da UE, uma excelente oportunidade para aumentar a sensibilização para a produção biológica e promover o seu papel fundamental na transição para sistemas alimentares sustentáveis.»
O objetivo geral do Plano de Ação para o Desenvolvimento da Agricultura Biológica é aumentar substancialmente a produção e o consumo de produtos biológicos, a fim de contribuir para a realização dos objetivos da Estratégia do Prado ao Prato e da Estratégia para a Biodiversidade, tais como a redução do uso de fertilizantes, pesticidas e antimicrobianos. O setor biológico necessita de instrumentos adequados para crescer, tal como estabelecido no plano de ação. Assim, são estabelecidas 23 ações estruturadas em torno de três eixos – intensificação do consumo, aumento da produção e melhoria da sustentabilidade do setor – a fim de assegurar um crescimento equilibrado do setor.
Ações
Para estimular o consumo, o plano de ação inclui ações como a informação e comunicação sobre a produção biológica, a promoção do consumo de produtos biológicos e a promoção de uma maior utilização de produtos biológicos nas cantinas públicas através de adjudicação de contratos. A política agrícola comum (PAC) continuará a ser um instrumento fundamental para apoiar a conversão para a agricultura biológica e aumentar a produção biológica. Será complementada, por exemplo, por eventos de informação e criação de redes para a partilha de boas práticas e pela certificação de grupos de agricultores, e não de indivíduos. Por último, para aumentar a sustentabilidade da produção biológica, a Comissão afetará pelo menos 30 % do orçamento destinado à investigação e inovação no domínio da agricultura, da silvicultura e das zonas rurais a tópicos específicos ou pertinentes para o setor biológico.
Contexto
A produção biológica traz uma série de vantagens importantes: os campos com culturas biológicas apresentam cerca de 30 % mais de biodiversidade, os animais de criação biológica gozam de um maior bem-estar e consomem menos antibióticos, os agricultores biológicos auferem rendimentos mais elevados e são mais resilientes e os consumidores sabem exatamente o que estão a comprar graças ao logótipo biológico da UE.
Para mais informações
Plano de ação para o desenvolvimento do setor biológico
Estratégia para a Biodiversidade
A agricultura biológica em síntese
Fonte: Agroportal
Estão estabelecidas as condições sanitárias para exportação de produtos cárneos processados de bovino de Portugal para a República Federativa do Brasil.
O modelo de certificado acordado para as exportações em causa já se encontra disponível nas Direções de Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais/Regiões Autónomas (DSAVR/RA).
Fonte: DGAV
Subscreva a Base de dados Qualfood Negócios!