A campanha de Natal da Food Safety Agency (FSA) expõe os erros alarmantes que acontecem nas cozinhas de todo o país – e os resultados sugerem que muitos de nós estamos a jogar à roleta com o nosso jantar de Natal.
“Não deixe que maus hábitos na cozinha estraguem o Natal. Esses erros comuns podem causar intoxicação alimentar, o que pode ser grave para crianças, mulheres grávidas, idosos e qualquer pessoa com o sistema imunológico enfraquecido. A boa notícia? Algumas medidas simples de segurança alimentar manterão todos seguros e permitirão que você aproveite as festas.” - Rebecca Sudworth, Diretora de Políticas da FSA
Os 12 erros alimentares festivos – quantos deles você comete?
1. Descongelar na bancada – Deixar aves (por exemplo, peru) ou carne a descongelar à temperatura ambiente (por exemplo, na bancada, num prato) em vez de no frigorífico (62%).
2. A aposta na data de validade dos laticínios – Comer produtos lácteos (por exemplo, natas, queijo ou sobremesas) após a data de validade porque ainda parecem, têm sabor e cheiro bons (51%).
3. O risco da carne fria – Comer peixe fumado ou carnes frias após a data de validade porque ainda parecem, sabem e cheiram bem (37%).
4. O erro do buffet – Deixar alimentos à temperatura ambiente (por exemplo, para um buffet) durante mais de 4 horas (36%).
5. A amnésia alérgica – Não perguntar aos convidados sobre alergias e restrições alimentares (30%).
6. O lapso das sobras – Deixar as sobras à temperatura ambiente durante horas, em vez de as arrefecer e colocá-las no frigorífico ou congelador dentro de 1 a 2 horas (16%).
7. O risco da cozedura incompleta – Cozinhar parcialmente os alimentos com antecedência e depois deixá-los à temperatura ambiente antes de terminar a cozedura mais tarde (14%).
8. A aposta do peru rosado – Não seguir corretamente as instruções de cozedura e verificar se o peru está bem cozido.
9. Os utensílios sujos - Reutilizar facas ou utensílios usados para carne crua e outros alimentos sem os limpar bem primeiro.
10.A verificação esquecida do frigorífico - Não saber se o seu frigorífico está abaixo dos 5 °C.
11. As sobras com uma semana - Guardar as sobras da ceia de Natal por mais de dois dias.
12. armazenamento quente - Colocar sobras quentes diretamente no frigorífico sem arrefecer primeiro.
Eis algumas dicas para salvar o seu banquete festivo
a. Descongele com segurança – Descongele o peru ou a carne no frigorífico – nunca na bancada. Não cozinhe até estar totalmente descongelado.
b. Respeite as datas de validade – Elas dizem respeito à segurança, não à qualidade. Não coma alimentos após a data de validade.
c. Arrefecer rapidamente – Coloque as sobras no frigorífico no máximo duas horas depois.
d. Verifique se há alergias – Pergunte sempre aos convidados antes de começar a cozinhar e verifique a lista de ingredientes.
e. Mantenha-os frios – Os alimentos do buffet não devem ficar fora do frigorífico por mais de quatro horas.
f. Cozinhe-os adequadamente – Use a temperatura e os tempos de cozedura corretos para matar bactérias nocivas. Certifique-se de que os alimentos estejam bem quentes no centro, não apenas na superfície.
Fonte: FSA
Foi alcançado um acordo provisório no processo de trílogo que estabelece um novo quadro jurídico para as Novas Técnicas Genómicas (NTG), abrindo caminho à aprovação de regras que prometem tornar o setor agroalimentar mais competitivo, sustentável e autónomo.
O novo regulamento vai permitir que plantas obtidas por NTG — equivalentes às convencionais — sejam submetidas a um processo simplificado, facilitando a criação de variedades mais resistentes e exigindo menos recursos ambientais. Ao mesmo tempo, visa garantir elevados níveis de segurança para a saúde humana, animal e para o ambiente, e reforçar a soberania alimentar da União Europeia.
Um impulso para a inovação e sustentabilidade no campo
Com este acordo, as plantas classificadas como NTG-1 — cujas modificações genómicas são consideradas equivalentes às variedades convencionais — deixariam de estar sujeitas à mesma complexidade regulatória dos Organismos Geneticamente Modificados (OGM). O material reprodutor dessas plantas (como sementes) continuará a ser rotulado, mas os produtos resultantes da sua produção não terão de o ser. A exceção foi pensada para permitir cadeias de produção livres de NTG para quem o desejar.
Por outro lado, plantas com modificações mais complexas — designadas NTG-2 — continuarão a ser tratadas como OGM, sujeitas a autorização, rotulagem, rastreabilidade e regras rigorosas de monitorização. Entre as características excluídas da categoria NTG-1 estão a tolerância a herbicidas e a produção de substâncias inseticidas, garantindo que essas plantas permaneçam sob controlo reforçado.
O regulamento introduz também regras relativas à propriedade intelectual: para registar uma planta ou produto NTG-1, será necessário declarar todas as patentes existentes ou em curso. Essa informação será tornada pública e, opcionalmente, os criadores poderão indicar se pretendem licenciar o uso das variedades em termos justos. Foi também criada uma comissão de peritos em patentes, que avaliará o impacto das patentes na inovação, disponibilidade de sementes e competitividade do setor no espaço da UE.
A um ano da entrada em vigor, a Comissão Europeia irá publicar um estudo sobre os efeitos das patentes, podendo propor novas medidas se forem identificados problemas.
Da teoria à prática: agricultura mais resiliente e menos dependente
Segundo o Ministro dinamarquês da Alimentação, Agricultura e Pescas, as NTG “podem ajudar-nos a fazer mais com menos”. Através desta legislação, será possível desenvolver variedades vegetais mais resistentes às alterações climáticas — como seca ou cheias —, e que necessitem de menos fertilizantes e pesticidas. Isto poderá tornar os agricultores europeus mais preparados para inovar e continuar a fornecer alimentos saudáveis e seguros aos cidadãos.
Com este enquadramento jurídico, as NTG passam de uma zona cinzenta regulatória para um regime claro e adaptado aos avanços da biotecnologia — algo visto como essencial para assegurar a segurança alimentar, reduzir dependências externas e promover uma agricultura sustentável e competitiva dentro da União Europeia.
O acordo provisório segue agora para aprovação final pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho antes de se tornar lei.
Leia o comunicado de imprensa (em inglês) divulgado pelo Conselho da UE. A tradução em português pode lê-la aqui.
Fonte: CiB
A agricultura da União Europeia deverá manter níveis elevados de produtividade até 2035, embora a um ritmo mais moderado, num contexto marcado pelas alterações climáticas, pela pressão sobre os fatores de produção e por uma transformação gradual para sistemas mais sustentáveis. Esta é uma das principais conclusões do EU Agricultural Outlook 2025-2035, o mais recente relatório da Comissão Europeia sobre as perspetivas dos mercados agrícolas europeus.
O documento traça um retrato de um sector em adaptação, onde as mudanças estruturais nas explorações continuam a moldar o desempenho económico e ambiental da agricultura europeia. Ao mesmo tempo, o relatório assume-se como uma ferramenta estratégica para decisores políticos e agentes da cadeia agroalimentar, funcionando como base para responder a desafios emergentes e identificar novas oportunidades. Neste enquadramento, a Comissão propôs já uma Política Agrícola Comum (PAC) pós-2027 mais simples, direcionada e orientada para o futuro.
Leia o artigo completo aqui.
Fonte: Grande Consumo
O final de 2024 pareceu virar uma página. Os conceitos de UPF (Alimentos Ultraprocessados) e HFSS (Alimentos ricos em gordura, açucar e sal) foram repetidamente colocados em oposição, levantando questões sobre se os modelos baseados em nutrientes, que há muito fundamentam as políticas públicas, são o único método de classificação de alimentos e bebidas para fins científicos ou políticos.
Este ano trouxe inúmeros desenvolvimentos, incluindo novos ensaios clínicos, estudos de impacto político e métodos de classificação baseados em tecnologia, juntamente com um crescente impulso em torno da obrigatoriedade de relatórios, infraestrutura de dados e a operacionalização de conceitos como UPFs (Farmacopeias Não Protegidas), 'marcadores de processamento' e 'açúcares livres'.
A pensar na época natalícia a Sociedade Ponto Verde (SPV) decidiu reunir um conjunto de dicas práticas e fáceis de aplicar, com destaque para a reciclagem de embalagens:
Presentes e embrulhos mais sustentáveis:
Decorações e ambiente natalício responsável:
Ceia de Natal com menos desperdício:
As embalagens nos ecopontos certos:
Em caso de dúvidas, a tecnologia é uma aliada:
Fonte: Grande Consumo
Continua a subir o número de focos de gripe das aves em Portugal desde o início do ano: são agora 50, após terem sido confirmados mais quatro nos distritos de Santarém, Faro e Leiria, segundo a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
Quais estes quatro focos?
Os casos também sobem na Europa?
A Comissão Europeia atualizou hoje as zonas de proteção e vigilância contra a gripe aviária de alta patogenicidade (GAAP) devido ao aparecimento de 74 novos casos em explorações avícolas dos Estados-membros.
Na UE, os países que já tiveram explorações afetadas são:
Como se controla a disseminação entre as aves?
A DGAV tem vindo a alertar para o “alto risco de disseminação” da doença, pelo que determinou o confinamento das aves domésticas em todo o território do continente.
Além disso, está proibida a realização de feiras, mercados, exposições e concursos de aves de capoeira e aves em cativeiro.
Nas zonas de proteção e vigilância, é proibida a circulação de aves a partir de estabelecimentos aí localizados, o repovoamento de aves de espécies cinegéticas, feiras, mercados e exposições e a circulação de carne fresca a partir de matadouros ou estabelecimentos de manipulação de caça.
Também é proibida a circulação de ovos para consumo humano e de subprodutos de animais obtidos de aves detidas a partir de estabelecimentos localizados nestas zonas.
O vírus passa para os humanos?
A transmissão do vírus H5N1 ocorre quase sempre através do contacto com animais infetados, embora aconteça raramente.
Segundo o SNS24, o período de incubação está estimado até sete dias, sendo que geralmente se situa entre dois a cinco dias, após a última exposição a animais doentes ou mortos.
Por outro lado, não há nenhuma evidência de que a gripe das aves possa ser transmitida aos seres humanos através do consumo de alimentos, nomeadamente de carne e ovos.
Nos humanos, a infeção pode levar a um quadro clínico grave, com sintomas como febre alta (tipicamente superior a 38ºC), rinite aguda, conjuntivite, faringite ou pneumonia. Alguns casos também registaram diarreia, vómitos, dores abdominais, sangramento do nariz ou encefalite.
Fonte: Sapo.pt
As energias renováveis voltaram a afirmar-se como o principal pilar do sistema elétrico nacional.
Em Novembro de 2025, 74,3% da eletricidade produzida em Portugal Continental teve origem em fontes renováveis, totalizando 3 081 GWh dos 4 147 GWh gerados no mês. Os dados constam do Boletim Eletricidade Renovável da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) e confirmam um crescimento de 8,3% face a Outubro.
O desempenho de novembro reflete também um aumento global da produção elétrica nacional, que cresceu 8,1% em termos homólogos, impulsionada sobretudo pela recuperação da produção hídrica e pelo contributo crescente da energia solar.
Eólica lidera mix renovável
No conjunto das fontes renováveis, a energia eólica foi a principal responsável pela eletricidade produzida em Novembro, com 34%, seguida da hídrica (26,1%), da solar (8,4%) e da bioenergia (5,7%). Esta combinação reforça a diversidade do mix energético nacional e a capacidade do sistema para responder a diferentes condições climáticas.
Este desempenho traduz-se também na estabilidade do mercado. Entre 1 de Janeiro e 30 de Novembro, o preço médio horário no Mercado Ibérico de Eletricidade (MIBEL) em Portugal fixou-se nos 65,0 €/MWh. Durante este período, registaram-se 1 339 horas em que a produção renovável foi suficiente para satisfazer integralmente o consumo elétrico nacional. Só em Novembro, essa situação ocorreu durante 72 horas, com um preço médio significativamente mais baixo, de 39,7 €/MWh.
Impacto económico: poupanças acumuladas de quase 7 mil milhões de euros
O contributo das renováveis continua a ter um impacto direto na economia. Desde o início do ano até ao final de Novembro, a produção renovável permitiu uma poupança acumulada de 6 950 milhões de euros na formação do preço de mercado da eletricidade.
Pedro Amaral Jorge, CEO da APREN, sublinha que “os dados de Novembro reforçam a consistência da trajetória de Portugal rumo à independência energética”, acrescentando que o crescimento da produção nacional, sustentado pela hídrica e pelo solar, “demonstra a resiliência do mix renovável, que se afirma como o melhor escudo contra a volatilidade dos preços e a dependência externa”.
Capacidade instalada continua a crescer
A expansão da infraestrutura renovável mantém-se robusta. Entre 2015 e Outubro de 2025, a capacidade instalada de produção renovável aumentou 9 323 MW, um crescimento de 75,9%.
No final de Outubro, as fontes renováveis representavam já 78,8% da capacidade total instalada em Portugal.
Fonte: Grande Consumo
Entre 11 e 12 de dezembro decorreram, negociações europeias no Conselho de Ministros de Agricultura e Pescas (Agrifish). Durante a reunião os 27 Estados-Membros definiram as quotas de pesca para o ano de 2026.
Em comunicado o governo português afirma que as negociações tiveram resultados positivos. E destaca o bacalhau, em que o país obteve um aumento de 800 toneladas nos grandes bancos da Terra Nova no Canadá e o atum-rabilho. Feitas as contas Portugal vai beneficiar de um aumento de quota de 17%, passando assim a fixar-se nas 747 toneladas.
Restantes espécies com totais admissíveis de captura inalterados
Relativamente às restantes espécies geridas pela Comissão Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT) – espadarte, atum-patudo, atum-voador, tintureira, entre outros – os totais admissíveis de captura mantiveram-se inalterados face a 2025.
Já no que concerne ao stock de peixe-espada-preto foi possível reduzir os cortes propostos pela Comissão Europeia, ficando desde já assegurada uma transferência de 150 toneladas desta espécie de França para Portugal. Existe ainda a possibilidade de novos reforços ao longo do ano.
Fonte: Grande Consumo
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Fonte: Qualfood
As negociações sobre a proibição do uso de termos como “hambúrguer” ou “salsicha” em produtos vegetarianos na União Europeia entraram num impasse, deixando a questão sem resolução até janeiro de 2026. A disputa surgiu após propostas tardias da eurodeputada francesa Céline Imart, que complicaram um plano regulatório já em andamento.
Bruxelas não conseguiu chegar a consenso sobre se alimentos à base de plantas podem continuar a utilizar nomes tradicionalmente associados à carne. De acordo com informações avançadas pelo ZAP, as discussões entre os Estados-membros e o Parlamento Europeu desmoronaram durante a reunião de quarta-feira, bloqueando uma das batalhas regulatórias mais invulgares do bloco europeu.
A eurodeputada de centro-direita Céline Imart, agricultora de cereais do sul de França, defendeu limites rigorosos na utilização de nomenclatura tradicional da carne por produtos à base de plantas. “Carne é carne. Ponto final. Manter os rótulos claros protege os agricultores e as tradições culinárias europeias”, declarou Imart, enquanto o chanceler alemão Friedrich Merz acrescentou: “Uma salsicha é uma salsicha. A salsicha não é vegetariana”.
O plano de Imart, discretamente inserido numa reforma mais ampla das regras do mercado agrícola da UE, foi criticado como desnecessário por alguns membros do seu próprio grupo político. A tentativa de reabrir pontos legislativos considerados já definidos, incluindo regras sobre cooperativas agrícolas e contratos de produtos lácteos, gerou confusão e resistência entre os negociadores.
A tensão aumentou quando Imart propôs, de forma inesperada, adicionar termos como “fígado” e “fiambre” à lista de nomes proibidos para produtos vegetais. Um funcionário do Parlamento europeu descreveu o episódio ao Politico como “uma grande confusão”. A Dinamarca, liderando as negociações entre os Estados-membros, afirmou não ter mandato para avançar com as restrições de nomenclatura ou com alterações aos contratos lácteos. Sem cedências de ambos os lados, a reunião acabou por ser paralisada.
O ministro da Agricultura da Dinamarca, Jacob Jensen, confirmou o impasse: “Não conseguimos chegar a um acordo”. Por outro lado, Imart considerou que o obstáculo era ultrapassável, declarando em comunicado que “os contratos dos laticínios e os nomes relacionados com a carne ainda exigem esclarecimentos adicionais” e que tinham sido feitos “progressos tangíveis”.
Alguns parlamentares receberam o fracasso com alívio. A eurodeputada holandesa Anna Strolenberg, do Partido Verde, expressou satisfação por não terem sido impostas regras mais rigorosas para a nomenclatura dos produtos vegetais em troca de concessões na proteção dos produtores de leite.
Na Alemanha, maior mercado europeu de produtos alternativos à base de plantas, a proposta não é bem recebida, uma vez que empresas teriam de renomear produtos populares, dificultando a sua comercialização. Retalhistas como Aldi Süd, Lidl e Burger King já se manifestaram contra a iniciativa num comunicado conjunto.
Até que a disputa seja retomada em janeiro, produtos populares como "hambúrgueres" vegetarianos e "nuggets" veganos continuarão a utilizar os seus nomes habituais. A questão da nomenclatura dos produtos à base de plantas continua a ser um dos tópicos mais peculiares e controversos do debate regulatório da UE, refletindo o equilíbrio delicado entre proteção dos produtores e inovação alimentar.
Fonte: Executive Digest
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