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Investigadores financiados pela UE estão a recorrer à própria equipa de limpeza da natureza para combater a poluição tóxica do solo causada pela indústria.

Nos arredores da cidade montanhosa de Sabiñánigo, no norte da Espanha, uma fábrica de produtos químicos abandonada permanece num terreno ainda marcado por décadas de produção de lindano – um pesticida agora proibido em todo o mundo – que deixou para trás milhares de toneladas de resíduos tóxicos.

A produção terminou na década de 1980, mas o principal subproduto do pesticida, o hexaclorociclohexano (HCH), continua a infiltrar-se no solo e nas águas subterrâneas circundantes.

O HCH é tóxico para humanos, animais e vida aquática. Ele também bioacumula, o que significa que pode se acumular nos tecidos de organismos vivos e subir na cadeia alimentar. Isso torna-o um alvo importante para ações de remediação ambiental.

Uma equipa de cientistas financiada pela União Europeia está a explorar como aproveitar os agentes de limpeza naturais – bactérias e microrganismos que vivem no solo – para decompor a poluição de forma natural. Se bem-sucedido, o método poderá ser aplicado em toda a Europa, onde a saúde do solo se deteriora constantemente há décadas.

“Estamos a tentar entender quais microrganismos desempenham quais funções específicas e como eles colaboram. Se o microbioma do solo estiver saudável, o solo pode começar a se recuperar”, disse a Dra. Rocio Barros García, renomada biotecnóloga ambiental da Universidade de Burgos, na Espanha.

O microbioma do solo é a comunidade única de microrganismos que ali vivem. Assim como o microbioma intestinal ajuda o corpo a digerir os alimentos, os microrganismos presentes no solo e na água podem produzir enzimas que decompõem poluentes orgânicos no ambiente. Esse processo é conhecido como biorremediação.

Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Horizon

 

Tetra Pak e a García Carrión apresentaram, no mercado espanhol, a primeira embalagem de sumo do mundo com barreira à base de papel, um avanço que substitui a tradicional camada de alumínio e promete reduzir em 43% a pegada de carbono, reforçando a transição da indústria alimentar para soluções de embalagem mais renováveis e recicláveis.

A indústria alimentar acaba de ganhar um novo marco na corrida por soluções de embalagem mais sustentáveis. A Tetra Pak, em colaboração com a espanhola García Carrión, apresentou a primeira aplicação mundial de uma barreira à base de papel especificamente desenvolvida para embalagens de sumos. A tecnologia, agora incorporada na Tetra Brik Aseptic 200 ml Slim Leaf, da marca Don Simón, representa uma etapa decisiva na redução da dependência de materiais fósseis e na diminuição da pegada ambiental do packaging alimentar.

A nova embalagem - já disponível no mercado espanhol - é composta até 80% por papel. Quando combinada com polímeros de origem vegetal, atinge um total de 92% de materiais renováveis. A substituição da camada de alumínio por uma barreira à base de papel permite reduzir a pegada de carbono em 43%, segundo certificação da Carbon Trust.

Este avanço tecnológico coloca a categoria dos sumos entre os setores pioneiros na adoção de embalagens mais ecológicas, respondendo a uma crescente pressão regulatória e social para soluções circulares e de baixo impacto.

 Percurso começou em Portugal

Embora esta seja a primeira aplicação da barreira à base de papel em embalagens de sumo, a estreia comercial da tecnologia ocorreu em 2023, através de uma parceria com uma empresa portuguesa de laticínios. Essa inovação foi distinguida com o prémio ‘Resource Efficiency’ nos Sustainable Packaging News Awards 2024, validando o potencial disruptivo da tecnologia no mercado global de packaging.

 

Fonte: iAlimentar 

 

No dia 14 de Dezembro assinala-se em Portugal o Dia do Nutricionista, um marco memorável no percurso da profissão, pois foi no dia 14 de dezembro de 2010 que foi criada a ordem dos Nutricionistas e foi aprovado o seu primeiro estatuto.
Esta data homenageia todos os profissionais que, com dedicação e conhecimento, promovem a saúde e o bem-estar através da alimentação equilibrada.

Instituído pela Ordem dos Nutricionistas, este dia também relembra a importância da nutrição como ciência fundamental para a prevenção de doenças, para a melhoria da qualidade de vida e para o apoio a políticas públicas de saúde.
Em hospitais, escolas, empresas e comunidades, os nutricionistas desempenham um papel essencial na construção de hábitos alimentares mais conscientes e sustentáveis, valorizando também a dieta mediterrânica, reconhecida como Património Cultural Imaterial da Humanidade.
A sua intervenção é decisiva para enfrentar desafios atuais como a obesidade, a promoção de hábitos saudáveis nas crianças, o aconselhamento em contextos clínicos e o acompanhamento de atletas de alta performance.

Neste dia, multiplicam-se iniciativas de sensibilização e campanhas informativas, mas sobretudo celebra-se e agradece-se o trabalho diário destes profissionais que, com ciência e proximidade, contribuem para uma sociedade mais saudável.

Fonte: Qualfood

 

Um novo consórcio europeu anunciou o lançamento do CropSafe, um projeto de investigação e inovação financiado pelo programa Horizon Europe através da parceria Circular Bio-based Europe Joint Undertaking (CBE JU), que pretende desenvolver um conjunto integrado de alternativas biológicas seguras e sustentáveis para substituir pesticidas químicos nocivos.

A iniciativa aposta na transformação de resíduos biológicos em bioactivos de elevada eficácia, criando uma nova geração de produtos fitofarmacêuticos desenvolvidos segundo o princípio Safe-and-Sustainable-by-Design (SSbD). A abordagem combina biotecnologia avançada com os princípios da bioeconomia circular, procurando substituir pesticidas sintéticos por soluções inspiradas na natureza e não prejudiciais.

 

Entre as principais inovações destacam-se:

  • Valorização de resíduos bio-baseados: utilização de biomassa aquática, resíduos florestais, borras de café e resíduos fúngicos para produzir compostos bioactivos, incluindo fenóis de origem vegetal e moléculas capazes de imitar ou interferir com comunicações naturais entre organismos.
    • Formulações e sistemas de aplicação avançados: desenvolvimento de agentes de formulação não nocivos, como encapsulação com biopolímeros e adsorção em biochar, garantindo libertação controlada e reduzido impacto ambiental.
    • Compreensão de mecanismos naturais: estudos aprofundados para perceber como os compostos interagem com plantas e ecossistemas, reforçando a resistência natural das culturas.
    • Ferramentas digitais de apoio à decisão: modelos baseados em dados e ferramentas de IA que orientam a aplicação precisa dos novos produtos, adaptando-os a diferentes climas e solos.
    • Validação pan-europeia: ensaios de campo alargados em zonas agrícolas da Escócia, Itália, Espanha e região mediterrânica.

Segundo o coordenador do projeto, Luis Vicente López Llorca, da Universidade de Alicante, esta iniciativa representa “um passo vital para um futuro agrícola resiliente e sustentável na Europa”.

Leia o artigo completo aqui.

Fonte: Vida Rural

A produção de azeitona na região transmontana caiu entre 10 a 30%, mas há zonas onde a quebra chegou aos 50%, revelou, hoje, à Lusa, um dos produtores afetados.

 

O presidente da Associação dos Produtores em Proteção Integrada de Trás-os-Montes e Alto Douro (APPITAD), Francisco Pavão, explicou, à Lusa, que durante o mês de maio registaram-se temperaturas elevadas, acima dos 30 graus, na zona da Terra Quente, trazendo consequências no vingamento, uma vez que nessa altura as árvores estavam na fase de floração.

Outra das causas para a quebra de produção entende ter sido o Verão seco, provocando “um longo período de stress hídrico” nas plantas, numa região onde grande parte dos olivais são tradicionais e de sequeiro.

Face a estas condições meteorológicas, as quebras, que variam entre os 10 e os 30%, em Trás-os-Montes e de Alto Douro, segundo Francisco Pavão, já eram previsíveis.

Por isso, o dirigente defende que é preciso apostar no regadio, uma vez que em períodos secos, considera que o armazenamento de água pode reduzir as quebras de produção.

Ainda assim, a qualidade do fruto não foi afetada. “Felizmente a qualidade é muito boa, quer na Terra Quente, quer na zona da Terra Fria, quer nos azeites do Douro. Estão todos com qualidade de excelência. Não tivemos problemas com pragas nem com doenças e, portanto, foi um ano do ponto de vista fitossanitário muito bom para o produtor”, sublinhou.

Relativamente ao preço do azeite, o presidente da APPITAD esclareceu que ainda há “grandes stocks de azeite do ano passado”, a nível mundial, e, por isso, o preço terá “uma ligeira mexida”, mas “não muito significativo”.

No concelho de Carrazeda de Ansiães, onde as quebras rondam os 30%, os produtores dizem estar desanimados com o preço da azeitona, que diminui em relação à campanha anterior, e à baixa procura.

Em declarações à Lusa, o técnico da Associação de Fruticultores, Olivicultores e Viticultores de Carrazeda de Ansiães (AFUVOPA), Duarte Borges frisou que a procura pela azeitona está a ser “irrisória”, devido a stocks do ano anterior, e os preços “não estão nada animadores”.

“No ano passado, andava na ordem dos 35 a 40 euros os cinco litros [de azeite], este ano anda na casa abaixo, entre os 25 e os 30 euros e, nalguns casos, já menos um bocadinho”, lamentou o técnico.

Face a este cenário, Duarte Borges admitiu estar a ser um ano difícil para os produtores. “Está bastante desanimador para os agricultores, porque os custos de produção foram elevados, a campanha foi bastante dispendiosa e depois não se vê refletir o rendimento no bolso deles”, disse.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2024, a região de Trás-os-Montes era a segunda maior produtora de azeite do país, com 78.928 hectares de olival, ficando atrás do Alentejo, que tem 206.620 hectares.

Fonte: Agroportal

O Ministério da Agricultura e do Mar anunciou que, ao longo de 2026, irá realizar um ciclo de encontros dedicados à Segurança Alimentar e Nutricional, em articulação com as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e com as Secretarias Regionais de Agricultura das Regiões Autónomas.

De acordo com o comunicado de imprensa, estes encontros têm como objetivo recolher contributos dos vários intervenientes do sistema agroalimentar, promover o diálogo territorial e identificar soluções adaptadas às realidades locais.

 As conclusões destes encontros serão incorporadas na Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, prevista para o segundo semestre de 2026.

A conferência procurará consolidar uma visão nacional partilhada para reforçar a acessibilidade e a disponibilidade de alimentos saudáveis, valorizando os produtores, aproximando os consumidores e promovendo modelos alimentares mais equilibrados, resilientes e sustentáveis.

A nota de imprensa também sublinha que este trabalho dará origem à elaboração de um Plano Nacional para a Segurança Alimentar e Nutricional, desenvolvido em estreita articulação com o Ministério da Saúde.

O Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, destacou que “Portugal quer reforçar a sua segurança alimentar, aumentar o rendimento dos agricultores e pescadores, contribuir para um modelo alimentar justo e sustentável, alinhado com a Agenda 2030 das Nações Unidas e as conclusões do Conselho da União Europeia de 9 de dezembro de 2024 sobre a Política Agrícola Comum, com impacto no próximo Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034”.

Fonte: Vida Rural

Esta terça-feira, membros do Parlamento Europeu (PE) e do Conselho da União Europeia alcançaram um acordo provisório para aliviar as regras de reporte de sustentabilidade e as exigências de dever de diligência para as empresas.

O objetivo é reduzir as obrigações lançadas sobre as empresas, em linha com a estratégia de “simplificação” que a Comissão de Ursula von der Leyen tem vindo a seguir para impulsionar a competitividade económica do bloco regional.

Segundo o acordo informal, só as empresas da União Europeia com mais de mil trabalhadores e com volumes de negócio anuais líquidos superiores a 450 milhões de euros serão obrigadas a fazer o reporte dos seus impactos sociais e ambientais. Para empresas de fora da UE, essas obrigações aplicam-se àquelas com volumes de negócio anuais de 450 milhões no espaço da UE.

No que toca ao dever de diligência (ou “due diligence” em inglês), apenas grandes empresas da UE com mais de 5.000 trabalhadores e um volume de negócios anual líquido acima dos 1,5 mil milhões de euros serão obrigadas a identificar, prevenir, mitigar os seus impactos negativos reais e potenciais sobre as pessoas e sobre o planeta. O mesmo é aplicado a empresas de fora da UE.

“Conseguimos um compromisso muito bom. Estamos a fazer com que as regras de sustentabilidade sejam mais fáceis de cumprir, conseguindo reduções históricas de custos para as empresas e ao mesmo tempo a responder aos cidadãos europeus. Esta é uma vitória para a competitividade e uma vitória para a Europa”, diz, em comunicado, Jörgen Warbon, eurodeputado do Partido Popular Europeu e relator do acordo provisório.

Resta agora saber se será também uma vitória para o ambiente e para o planeta, uma vez que organizações não-governamentais de ambiente têm consistentemente vindo a alertar que a “agenda política de desregulamentação” da Comissão Europeia – que esta última descreve como um esforço de simplificação de regras e de desburocratização para beneficiar economia, sociedade e ambiente – está a delapidar mecanismos de proteção ambiental e a abrir mão da responsabilização das organizações, especialmente das empresas, pelos danos causados aos ecossistemas.

Contudo, o que uns chamam de desregulamentação outros descrevem como simplificação e “adaptação” das “uma regulação em excesso” à realidade empresarial e aos desafios económicos na Europa e que isso deve ser visto como “remoção de ineficiências que atrasam investimentos com impacto positivo para a economia e para o clima”.

Este acordo será votado em comissão de Assuntos Jurídicos do Parlamento Europeu no próximo dia 11 de dezembro, sendo que deverá ser votado em plenário também ainda antes do final do ano em Estrasburgo.

Fonte: GreenSavers

Embora a sua função protetora seja bem conhecida, a cápsula tem sido historicamente um elemento pouco considerado na estratégia de marketing do vinho. Um estudo realizado pela SenseCatch para o Grupo Crealis mostra que este componente tem uma influência direta sobre a perceção de valor, a atração nas prateleiras e a escolha do consumidor.

A cápsula, geralmente interpretada como um elemento puramente funcional dentro da tampa, tinha sido deixada de fora da análise enológica e comercial. Para avaliar o seu verdadeiro impacto, o Grupo Crealis lançou um estudo científico que examinou a forma como este componente modifica a perceção do consumidor numa perspetiva emocional, visual e semântica.

O projeto, desenvolvido pela empresa de consultoria SenseCatch, integrou metodologias de análise biométrica - eye-tracking e bio-tracking - com entrevistas qualitativas e provas comparativas, permitindo uma leitura completa da relação entre o consumidor e a garrafa encapsulada.

Trinta consumidores regulares de vinho, com idades compreendidas entre os 25 e os 50 anos e responsáveis pelas compras no seu agregado familiar, participaram numa simulação de compras num corredor de vinhos. Foram-lhes apresentadas garrafas de vinho tinto e de vinho espumante de uma marca fictícia, com e sem cápsula, a fim de isolar o impacto visual da tampa das outras variáveis.

Após a observação biométrica, foram efetuadas entrevistas e degustações para avaliar a perceção associada a cada formato. A análise incluiu uma revisão da linguagem utilizada para descrever cada tipo de garrafa, incorporando assim uma dimensão semântica que reforçou a interpretação dos resultados.

Cápsula traz valor acrescentado e orienta a escolha

O estudo chegou a uma conclusão clara: nove em cada dez consumidores preferem uma garrafa com uma cápsula, tanto para os vinhos de mesa como para os vinhos espumantes. Para estes últimos, a escolha do formato encapsulado é praticamente automática.

A presença de uma cápsula está associada à arrumação, à proteção, à qualidade e a um acabamento mais profissional. De acordo com a análise, estes elementos aumentam a perceção de valor e legitimam a qualidade do conteúdo. Por outro lado, a ausência de uma cápsula gera dúvidas, diminui o apelo visual e reduz a credibilidade do produto na prateleira.

Os resultados mostram que a cápsula não deve ser considerada apenas como um componente funcional, mas como um fator determinante na experiência de compra. Ela condiciona a primeira impressão, orienta a decisão final e afeta diretamente o posicionamento percebido do vinho.

Para os responsáveis pelo estudo, estas conclusões abrem um campo de ação estratégico para as adegas e produtores: a cápsula revela-se como uma ferramenta de comunicação silenciosa, capaz de transmitir identidade, qualidade e diferenciação num mercado altamente competitivo. O seu papel, até então secundário, posiciona-se assim como um eixo fundamental na construção do valor percebido e da coerência visual do produto.

Fonte: iAlimentar

 

Um comité conjunto da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a adoção  de uma dose de referência (DR) de 4 miligramas (mg) de glúten para glúten e cereais que contêm glúten, em um modelo de rotulagem preventiva de allergénios (RPA) baseado em risco, para garantir a segurança alimentar de pessoas com doença celíaca e alergias ao trigo mediadas por imunoglobulina E (IgE). O comité ad hoc convocou uma consulta de especialistas para apoiar as deliberações do Comité do Codex sobre Rotulagem de Alimentos (CCFL) e do Comitê do Codex sobre Higiene Alimentar (CCFH).

Em 2008, a Comissão do Codex Alimentarius estabeleceu que os alimentos sem glúten devem conter níveis de glúten não superiores a 20 mg por quilograma (kg). Considerando uma ingestão diária de 500 gramas (g) de alimentos com níveis de glúten não superiores a 20 mg/kg, isso equivaleria a uma ingestão de no máximo 10 mg de glúten por dia.

Novos Regulamentos para combater pragas

  • Wednesday, 10 December 2025 14:47

Foi publicado o Regulamento de Execução (UE) 2025/1952 da Comissão referente a medidas para prevenir o estabelecimento e a propagação no território da União de Anoplophora glabripennis (Motschulsky), bem como para a erradicação e o confinamento dessa praga em determinadas áreas demarcadas.

Foi também publicado o Regulamento de Execução (UE) 2025/2461, da Comissão que procede à revisão das  medidas para impedir a introdução, o estabelecimento e a propagação no território da União de Anoplophora chinensis (Forster).

As novas medidas entram em vigor a 23 de dezembro do corrente ano, sem prejuízo de no caso das estabelecidas para a Anoplophora glabripennis,  algumas das disposições só entrarem em vigor a de 1 de janeiro de 2027.

Fonte: DGAV