No dia 10 de novembro comemora-se o Dia Mundial da Bolota, uma data que ganha cada vez mais relevância na agenda ambiental e gastronômica, especialmente em países como Portugal e Espanha, onde o montado e a dehesa são ecossistemas emblemáticos.
A bolota, fruto do carvalho e da azinheira, é muito mais do que alimento para os porcos ibéricos — é símbolo de biodiversidade, resiliência ecológica e tradição rural. Este dia tem como objetivo sensibilizar para a importância da preservação dos carvalhais e da valorização da bolota como recurso alimentar sustentável.
Ao longo do dia, escolas, municípios e associações ambientais promovem atividades como caminhadas interpretativas, oficinas de culinária com bolota, plantação de árvores autóctones e debates sobre o papel dos ecossistemas mediterrânicos na luta contra as alterações climáticas.
Em várias regiões do Alentejo, por exemplo, foram apresentados produtos inovadores à base de bolota, como farinha, café, cerveja artesanal e até chocolate. Estes produtos mostram o potencial da bolota como ingrediente nutritivo, rico em antioxidantes e com baixo impacto ambiental.
“A bolota é um superalimento esquecido. Resgatá-la é um ato de reconexão com a terra e com a sabedoria dos nossos antepassados”, afirmou Miguel Ferreira, investigador em agroecologia da Universidade de Évora.
O Dia Mundial da Bolota é também um apelo à regeneração dos solos, à proteção da fauna silvestre e à valorização das práticas agrícolas tradicionais. Porque celebrar a bolota é celebrar a vida que brota dos carvalhais.
Fonte: Qualfood
Uma investigação está a explorar a utilização de hidrolisado de minhoca como fonte de proteína sob a forma de farinhas para brownies e em produtos lácteos pasteurizados, iniciativa que procura promover fontes alternativas face à procura global de alimentos.
Os investigadores da Universidade Aberta da Catalunha (UOC) testaram a proteína da minhoca em produtos lácteos pasteurizados enriquecidos com um tipo de larva de tenébrio, o Tenebrio molitor (com aromatizantes de avelã e baunilha), bem como em receitas como ‘brownies’.
Em comunicado, citado na quarta-feira pela agência Efe, uma das investigadoras da UOC, a estudante de doutoramento Marta Ros, explicou que os testes de sabor realizados no estudo para avaliar a aceitação do produto apresentaram “resultados muito positivos”.
“A aceitação foi especialmente boa nos brownies, pois a adição do hidrolisado melhorou a sua textura, tornando-os mais suaves e elásticos”, explicou.
Embora investigações anteriores já tivessem demonstrado que a introdução de insetos nas farinhas, em vez de como alimentos integrais, era claramente mais bem aceite pelos consumidores, o novo estudo indica que a forma e o formato de incorporação são essenciais para alcançar esta aceitação.
“Estes resultados confirmam que nem todas as formas de proteína de insetos têm o mesmo potencial. A forma como são incorporadas nos produtos de consumo é fundamental para obter alimentos que, além de sustentáveis e nutritivos, são também bem aceites”, vincou Ros.
O projeto, liderado pelo grupo de investigação Nutrição, Alimentação, Saúde e Sustentabilidade (NUTRALiSS) e publicado na revista Food Science and Nutrition, teve como objetivo encontrar novas fontes de proteína com menor impacto na dieta.
Investigadores da Universidade Autónoma de Barcelona (UAB), da Universidade Politécnica da Catalunha (UPC) e da Universidade de Plymouth (Reino Unido), entre outras, também participaram na investigação.
Fonte:Agroportal
Celebra-se a 8 de novembro o Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis, uma iniciativa promovida pela Comissão Europeia com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a importância de uma alimentação equilibrada e de práticas culinárias saudáveis desde a infância.
A data, assinalada anualmente a 8 de novembro, visa combater os crescentes índices de obesidade infantil e doenças crónicas associadas à má alimentação, incentivando escolhas mais conscientes à mesa. Escolas, instituições de saúde, municípios e organizações da sociedade civil em toda a Europa promovem atividades como oficinas de culinária, palestras nutricionais, feiras de produtos locais e desafios gastronómicos saudáveis.
Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde, mais de 1 em cada 3 crianças europeias apresenta excesso de peso. A mudança de hábitos alimentares, aliada à educação nutricional, é vista como uma das estratégias mais eficazes para reverter este cenário.
Em Portugal, várias escolas do ensino básico organizaram hoje almoços temáticos com receitas tradicionais reinventadas de forma mais saudável, como o bacalhau à Brás com legumes ou arroz doce com menos açúcar. Nutricionistas e chefs locais também participaram em sessões interativas com os alunos, promovendo o prazer de cozinhar e comer bem.
“A alimentação saudável não precisa ser aborrecida. Pelo contrário, é uma oportunidade de redescobrir sabores, valorizar os produtos locais e cuidar da nossa saúde”, afirmou Ana Ribeiro, nutricionista da Direção-Geral da Saúde.
O Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis é mais do que uma efeméride — é um convite à reflexão e à ação. Porque comer bem é um direito, um prazer e uma responsabilidade partilhada.
Fonte: Qualfood
A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) publicou um novo projeto de orientação intitulado “Guidance on the characterisation of microorganisms in support of the risk assessment of products used in the food chain”. O documento, atualmente em consulta pública, tem como objetivo harmonizar e atualizar os critérios científicos para a avaliação de microrganismos utilizados em alimentos, rações, aditivos, enzimas e outros produtos ligados à cadeia alimentar.
Avaliação mais rigorosa e harmonizada
O guia propõe um conjunto de requisitos comuns para a caracterização e avaliação de risco de microrganismos, sejam eles usados diretamente nos produtos ou apenas durante o processo de produção. Entre os aspetos abordados, destacam-se:
Segundo a EFSA, a orientação tem como finalidade garantir uma abordagem consistente e baseada na ciência em todos os setores regulados, reduzindo incertezas para as empresas e fortalecendo a proteção da saúde pública.
Consulta pública e envolvimento dos interessados
A EFSA abriu uma consulta pública para recolher contributos de especialistas, empresas e autoridades nacionais até à publicação da versão final do guia. Durante este processo, também foi promovido um webinar informativo, onde os especialistas da Autoridade apresentaram os principais pontos do documento e esclareceram dúvidas dos participantes.
Importância para a indústria alimentar
Com a crescente utilização de microrganismos em processos de fermentação, biotecnologia e produção de ingredientes alimentares, o novo guia surge como uma ferramenta essencial para a indústria e para os avaliadores de risco.
Empresas que desenvolvem ou comercializam produtos que contenham microrganismos — modificados ou não — deverão assegurar que os seus dados de submissão cumprem os novos critérios científicos de caracterização e segurança.
Impacto esperado
A adoção deste guia deverá resultar em:
Fonte: Qualfood
Agricultura usa ciência e tecnologia como novas ferramentas de cultivo e busca o equilíbrio entre produtividade e procura, num mundo em mudança que exige sustentabilidade, preços competitivos e qualidade sem desperdício
Tradicionalmente resistente à mudança, a agricultura parece estar a dar agora passos mais confiantes para uma maior profissionalização e inovação. Só em 2023, o investimento agrícola aumentou 10,6%, centrado em rega, digitalização, mecanização e sustentabilidade, e há uma nova geração de agricultores mais qualificados a ganhar força. Mas estará o sector preparado para tanta inovação?
Projetos no terreno demonstram que as empresas estão a caminhar nesse sentido, com uma grande aposta na recolha eficiente de dados. Numa apresentação nas Lisbon Agri Conferences, que decorreram esta semana em Lisboa, Ondina Afonso, presidente do Clube de Produtores Continente, partilhou um projeto que pôs a tecnologia ao serviço do mel, com a colocação de sensores que monitorizam 260 colmeias em 85 localizações, entre o Algarve e o Ribatejo.
A um nível mais profundo, Elliott Grant, membro sénior da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, acredita que são as tecnologias de edição genética que vão revolucionar a agricultura. “Os agricultores estão a ser desafiados a produzir mais alimentos, com menos recursos e menor impacto no planeta, num contexto de mudanças climáticas. Tirar partido do imenso potencial genético do mundo vegetal, por exemplo, reduzindo a necessidade de pesticidas ou de fertilizantes sintéticos, será uma ferramenta essencial para esse objetivo”, explica.
A exigência de fornecimento permanente, a crescente procura por opções mais saudáveis, uma população mais velha, que consome menos, e a existência de mais mulheres, que comem menos 20% de calorias que os homens, são fatores que estão a fazer repensar o futuro da produção agrícola, a par das medidas de combate à obesidade e do impacto da inteligência artificial na gestão das perdas de alimentos.
“É expectável que as proteínas, frutas e vegetais, como as bagas e abacates, ultrapassem a procura de outro tipo de alimentos”, diz Benjamin Subei, partner na The Boston Consulting Group, que alerta para uma percentagem de desperdício de 30% da comida produzida. “Isto não era tido em conta no passado, mas agora já está a ser regulado”, diz.
A exigência de um aumento de 60% na produção até 2050, para fazer face a uma população crescente, foi posta em causa por Ivo Sajanovic, professor de Commodities Agrícolas na Universidade de Genebra, que fala na quebra da taxa de fertilidade e de nascimentos como causa para a contração populacional mundial mais cedo do que se esperava. “A procura por alimentos vai crescer 1,2% ao ano nos próximos 10 anos, em comparação com 1,7%, verificado na década anterior. Não é necessário aumentar em 60 ou 70 por cento a quantidade de alimentos. Entre 15% e 30% será mais que razoável”, afirma.
Uma agricultura sustentável, com poupança hídrica, que aposte na agricultura regenerativa ou em soluções biotecnológicas, como a fermentação de precisão, faz já parte da visão de muitos para o futuro da agricultura, mas há ainda um longo caminho a percorrer no que toca à legislação e educação do consumidor. “O que os consumidores ouvem quando se fala em biotecnologia é que lhes estão a pôr genes na sopa, mas não é verdade”, diz Daniel Ramón, professor na Universidade Cardenal Herrara, em Espanha.
A preocupação com a origem, a qualidade e o impacto da produção alimentar no ambiente é real, mas quando se pergunta se o consumidor está disposto a pagar por um produto de maior qualidade, a resposta muda. “Estamos longe de uma mudança efetiva. É preciso uma grande otimização da cadeia de valor para que a agricultura que cuida da sustentabilidade chegue ao consumidor e este possa pagar por ela”, diz Enrique González, partner na The Boston Consulting Group.
Fonte: Expresso
Uma equipa internacional de cientistas, co-liderada pela Universidade de Massachusetts Amherst, descobriu uma forma revolucionária de cultivar arroz que reduz drasticamente o uso de fertilizantes sintéticos e aumenta o valor nutricional do grão. Uma inovação que pode ajudar a enfrentar os grandes desafios da agricultura moderna.
O novo estudo revela que a aplicação de selénio em nanoescala nas plantas de arroz pode diminuir de forma significativa a necessidade de fertilizantes azotados, mantendo e até aumentando a produtividade. A técnica promete responder à “ameaça tripla” representada pelo crescimento populacional, pelas alterações climáticas e pelos custos ambientais da agricultura intensiva, onde até 70% do fertilizante convencional é desperdiçado.
O segredo está na interação entre o arroz e o nano-selénio, aplicado diretamente nas folhas e caules através de drones. Esta suspensão estimula a fotossíntese em mais de 40%, canalizando a energia para as raízes e promovendo sistemas radiculares mais fortes e saudáveis. As raízes libertam compostos orgânicos que favorecem o desenvolvimento de microrganismos benéficos no solo, responsáveis por aumentar a absorção natural de azoto.
A chamada eficiência de utilização do azoto (NUE) passou de valores próximos dos 30% para mais de 48%. Além de reduzir a poluição ambiental em 41%, a técnica corta entre 18,8% e 45,6% as emissões de gases com efeito de estufa, como o óxido nitroso e a amónia. O resultado final é um arroz mais nutritivo, com maiores teores de proteína, aminoácidos essenciais e selénio. Uma descoberta com enorme potencial para uma produção alimentar mais saudável e sustentável a nível global.
Leia o estudo em University of Massachusetts Amherst.
Fonte: CiB
A Lista de Variedades Recomendadas (LVR) para o trigo duro, com vista à campanha 2025/26, já está disponível, oferecendo uma análise detalhada de várias variedades com base em mais de 10 anos de ensaios multlocais e avaliações de qualidade agronómica e tecnológica.
A informação provém de uma colaboração entre a ANPOC (Associação Nacional dos Produtores de Cereal), o INIAV (Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária) e o IPBeja (Instituto Politécnico de Beja).
Este trabalho tem como objetivo apoiar os produtores na escolha das melhores variedades para as sementeiras, com particular ênfase nos resultados dos últimos dois anos (2022/23 e 2023/24), assim como nas previsões para a campanha de 2024/25.
O destaque vai para as variedades do grupo Lusosem, que mostram um desempenho consistente nas regiões de Beja e Elvas. As variedades analisadas incluem Don Ricardo, Fado e Vadio, todas com um histórico de avaliações que incluem a produtividade e a qualidade das sementes.
As variedades estão ordenadas por classe e ordem alfabética, e a classificação atribuída à frente de cada variedade, indicada por um sinal de “(-)”, está relacionada com o impacto negativo na cor das massas alimentícias, um critério importante para a indústria de transformação do trigo.
A LVR é uma iniciativa conjunta da fileira de cereais (produção, investigação e indústria) que tem como objetivo identificar as variedades de trigo que melhor se adaptam às principais zonas produtoras de cereais em Portugal.
Este esforço visa não só atender às necessidades específicas dos produtores, mas também garantir que as variedades escolhidas satisfaçam os requisitos da indústria transformadora. Com estas recomendações, procura-se a produção de lotes homogéneos, de maior dimensão e elevada qualidade, perfeitamente ajustados aos processos de transformação e às exigências do mercado.
Fonte: Vida Rural
A DGAV informa que, no seguimento da publicação do Regulamento n.º 2023/564 de 10 de março, que estabelece o conteúdo dos registos relativos ao uso de produtos fitofarmacêuticos de uso profissional e estabelece a obrigatoriedade de estes registos serem conservados eletronicamente num formato legível por máquina, com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2026, e que estabelece, no seu artigo 3.º que os registos que não tenham sido inicialmente criados num formato eletrónico legível por máquina sejam transferidos para esse formato o mais tardar 30 dias a contar da data de utilização do respetivo produto fitofarmacêutico, foi publicado o Regulamento de Execução n.º 2025/2203 de 31 de outubro, que vem aditar ao artigo 3.º daquele diploma, uma nova disposição que permite que os utilizadores profissionais não transfiram para o formato eletrónico prescrito os registos relativos às utilizações de produtos fitofarmacêuticos nos seus territórios anteriores a 1 de janeiro de 2027.
Assim, torna-se público que os registos relativos à utilização de produtos fitofarmacêuticos em contexto profissional efetuados antes de 1 de janeiro de 2027 apenas carecem de ser transferidos para um formato eletrónico após aquela data.
Fonte: DGAV
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) publicou recentemente um relatório informativo que aborda estratégias para minimizar os riscos microbiológicos e promover a saúde pública por meio de práticas eficazes de gestão da água no setor pesqueiro.
O objetivo do relatório é fortalecer as capacidades nacionais para garantir a segurança da água utilizada na produção e no processamento de frutos do mar em operações de pesca e aquacultura, por meio da aplicação de ferramentas baseadas em risco e da conformidade com as normas do Codex Alimentarius .
O relatório é fruto de um workshop internacional realizado em Choluteca, Honduras, de 23 a 25 de abril de 2025, organizado pela FAO e pelo Serviço Nacional de Saúde Agropecuária de Honduras (SENASA).
As principais mensagens do relatório incluem:
De forma geral, o relatório oferece orientações práticas, promove a colaboração e fornece aos países as ferramentas necessárias para salvaguardar a segurança alimentar no setor das pescas.
Fonte: FoodSafety magazine
Nutricionista sugere nutrientes com capacidade de regulação do equilíbrio emocional
Os alimentos ricos em triptofano, magnésio e antioxidantes ajudam o organismo a produzir serotonina e dopamina, que são neurotransmissores essenciais para promover a sensação de calma, motivação e bem-estar.
“A alimentação tem um papel muito mais importante no estado de espírito do que muitas vezes se pensa. O triptofano atua como matéria-prima para a produção de serotonina, um neurotransmissor essencial na regulação do bem-estar emocional. Por sua vez, o magnésio contribui para reduzir a tensão física e mental, enquanto os antioxidantes ajudam a proteger as nossas células dos danos causados pelo stress oxidativo.
Incluir estes nutrientes regularmente na dieta dá ao organismo o apoio necessário para se sentir melhor e manter um equilíbrio emocional”, explica Ingrid Daniele, nutricionista.
• Abóbora e batata-doce: ambas são ricas em betacarotenos (precursores da vitamina A), antioxidantes e hidratos de carbono complexos, que fornecem energia de forma sustentada e ajudam a evitar flutuações nos níveis de glicose e a fadiga associada.
Incluí-las em cremes, assados ou como acompanhamentos é uma opção recomendável para combater o cansaço típico das mudanças de estação.
• Uvas e romãs: o seu elevado teor em polifenóis, resveratrol e vitamina C confere-lhes propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Estes compostos contribuem para melhorar a circulação sanguínea e proteger as células contra o dano oxidativo, favorecendo uma maior vitalidade e ajudando prevenir o cansaço físico e mental frequente no outono.
• Cogumelos: destacam-se pelo seu teor em vitamina D, uma vitamina essencial para o funcionamento do sistema imunitário e a síntese de serotonina, um neurotransmissor associado ao estado de espírito. Assim, incorporá-los em guisados ou salteados é uma forma simples e saborosa de cuidar do bem-estar emocional nos meses de menor exposição solar.
• Frutos secos: as nozes, amêndoas ou avelãs são uma fonte natural de magnésio, ácidos gordos, ómega-3 e antioxidantes (como a vitamina E). Estes nutrientes contribuem para o bom funcionamento do sistema nervoso e têm sido associados a melhorias na memória, concentração e regulação emocional. Para beneficiar das suas propriedades, recomenda-se consumir uma mão cheia por dia (cerca de 20-30 g), seja como lanche ou incorporadas em saladas e pratos.
• Legumes: lentilhas, grão-de-bico e feijões destacam-se pelo seu teor em triptofano, proteínas vegetais de boa qualidade e fibra solúvel e insolúvel. Estes componentes favorecem a produção de serotonina e promovem um trânsito intestinal adequado, o que é fundamental para o equilíbrio emocional através do eixo intestino-cérebro. A sua versatilidade torna-os uma base ideal para pratos de colher, salteados e até saladas completas.
• Chocolate negro: com um elevado teor de cacau (70% ou mais), fornece flavonoides, magnésio e pequenas doses de cafeína. Tudo isso estimula a produção de endorfinas, associadas à sensação de prazer e bem-estar. Consumir uma pequena porção diária (cerca de 10 g) ou adicionar cacau puro sem açúcar ao pequeno-almoço ou a receitas saudáveis é uma forma simples de usufruir dos seus benefícios de forma equilibrada.
Fonte: TecnoAlimentar
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