Stephen Long, professor de ciências agrícolas e biologia vegetal na Universidade de Illinois Urbana-Champaign, descreve os esforços de investigação para tornar as culturas essenciais para alimentar um mundo faminto num clima em mudança «à prova do futuro». Long, que passou décadas a estudar o processo de fotossíntese e a procurar formas de o melhorar, apresenta uma visão geral das principais descobertas científicas que oferecem um raio de esperança.
Temperaturas mais altas, secas mais frequentes e prolongadas, chuvas catastróficas e níveis crescentes de dióxido de carbono na atmosfera influenciam o crescimento, o desenvolvimento e a viabilidade reprodutiva das plantas cultivadas, escreve. Embora algumas plantas e regiões possam tirar partido de alguns aspetos das mudanças climáticas, sem uma intervenção prolongada e dispendiosa, muitas sofrerão declínios potencialmente catastróficos.
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Fonte: Sustentix
Chama-se Chinook e é uma etiqueta RFID criada pela Checkpoint Systems para ser usada em embalagens de alimentos reutilizáveis, proporcionando segurança e resistência na utilização em micro-ondas, ao mesmo tempo em que melhora o acompanhamento na cadeia de distribuição.
A Diretiva de Embalagens prevê que todas as embalagens no mercado sejam reutilizáveis ou recicláveis até 2030, estabelecendo metas a serem alcançadas até 2025. Além disso, a partir de janeiro de 2030, as embalagens de plástico descartáveis vão ser proibidas para determinados tipos de embalamento. Neste contexto, as empresas enfrentam uma pressão crescente para adotar soluções sustentáveis. O Chinook pretende responder a esses desafios através do seu design e funcionalidades, contribuindo para a economia circular.
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Fonte: TecnoAlimentar
A CropLife Portugal lançou um projeto para consciencializar jovens, professores e comunidades escolares para os desafios atuais da agricultura e da alimentação. “Agricultura é Vida” dá nome ao projeto piloto que se estreou este mês, na Escola Básica Sophia de Mello Breyner, em Oeiras, e cujo propósito é chegar a dezenas de escolas e centenas de crianças e professores, de norte a sul do país.
A sessão, realizada a 22 de maio - Dia Mundial da Biodiversidade, começou com uma pequena explicação sobre a agricultura e qual a sua importância nas diferentes dimensões – social, económica e ambiental, conforme explicou a CropLife Portugal em comunicado. através da partilha de vídeos dinâmicos – como “A PAC explica” ou “Um enigma entre as laranjas”. O objetivo era transmitir aos mais novos agricultura na produção de alimentos, na proteção e preservação do ambiente e da biodiversidade; na prevenção de incêndios e na coesão territorial.
O projeto está aberto à participação de qualquer escola que manifeste interesse em recebê-lo.
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Fonte: TecnoAlimentar
Nos próximos dias 6 e 7 de junho e 27 e 28 de junho serão realizados dois workshops promovidos no âmbito do projeto USAM SuLei (Utilização Segura de Antimicrobianos na Produção de suínos e Leite de Bovino), dedicados às boas práticas no uso de antimicrobianos na produção animal, com enfoque na bovinicultura de leite e na suinicultura.
A DGAV vai participar, nos dias 6 e 27 de junho, em que estará presente a Diretora-Geral da DGAV para as sessões de abertura, e, para a Apresentação do projeto HubRAM estará Manuela Guerra, no dia 6 de junho, e Andrea Cara d’Anjo no dia 27 de junho.
Estes eventos destinam-se a médicos veterinários e contarão com um programa diversificado que inclui palestras, mesas redondas e sessões práticas, promovendo a atualização técnica e científica em torno das estratégias e ferramentas mais recentes no combate à Resistência aos Antimicrobianos.
No website encontra toda a informação necessária e pode também aceder ao formulário de inscrição.
A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.
Fonte: DGAV
Pele de salmão transformada em couro e restos de peixe aproveitados para refeições são algumas das “soluções inovadoras” da bioeconomia azul que se vão mostrar a 06 de junho numa conferência em Matosinhos.
O evento Blue Wink-E 2025 realiza-se no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, em Matosinhos, distrito do Porto, e é organizado pela B2E – Blue Bioeconomy CoLAB, uma associação privada sem fins lucrativos com foco na valorização sustentável dos recursos marinhos.
A iniciativa inclui a apresentação da plataforma digital Fish Matter, desenvolvida pelo B2E CoLAB para ligar “empresas que geram resíduos marinhos a quem os consegue transformar em novos produtos nos setores da alimentação, farmacêutica ou cosmética”, descreve, em comunicado, a organização da “grande conferência da bioeconomia azul”, que teve a primeira edição em 2021.
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Fonte: Agroportal
A regulamentação e a pressão do consumidor levam indústria a adotar embalagens ecológicas.
Embalagens "sustentáveis" ou "ecológicas" não são novidade mas continuem em profileração. A expectativa é de que o setor cresça nos próximos anos.
Embora ainda existam desafios significativos — incluindo custos e funcionalidade de novos materiais, infraestrutura para reciclagem e compostagem, e alinhamento de padrões, certificações e até mesmo a definição de “ecologicamente correto”, quanse todas as grandes empresas de alimentos e bens de consumo já têm um roteiro para a transição para embalagens sustentáveis nos próximos cinco anos.
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Fonte: FoodNavigator Europe
Do aroma de beterraba ao café gelado, a cultura do café está a tornar-se colorida e criativa, impulsionada por um crescimento de mercado sem precedentes.
Sendo o café uma das bebidas mais consumidas do planeta, os fabricantes de café tornam-se criativos, experimentando ingredientes e temperaturas para produzir uma variedade cada vez maior de opções de bebidas. Pistachio, cogumelos, beterraba e até café frio são algumas das novas opções.
O crescimento da tendência de saúde e bem-estar levou a um aumento na demanda por ingredientes funcionais em todos os produtos alimentícios e bebidas, incluindo o café.
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Fonte: FoodNavigator Europe
A alimentação rica em proteínas virou moda.
Não há dúvida de que a proteína é parte essencial de uma dieta saudável, e consumir produtos ricos nela pode trazer benefícios. Mas, como tudo (até mesmo a água), há um limite máximo para a quantidade de proteína saudável que se pode consumir.
Qual é esse limite máximo? E o que acontece a quem consome muita proteína?
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Fonte: FoodNavigator Europe
A análise do relatório [1] da Federação Europeia dos Transportes e Ambiente (T&E), da qual a ZERO é membro, lança um alerta urgente sobre o uso crescente – e potencialmente fraudulento – de resíduos da indústria do óleo de palma, conhecidos como Palm Oil Mill Effluents (POME), nos biocombustíveis utilizados em território europeu.
O POME, um subproduto da indústria do óleo de palma, que pode ser utilizado na produção de biocombustíveis, tem sido importado e utilizado em volumes que correspondem a mais do dobro da capacidade estimada de produção global, sugerindo que outros produtos de origem vegetal — como óleo de palma virgem — possam estar a ser ilegalmente rotulados como resíduos, com benefício económico resultante dos incentivos decorrentes da aplicação da Diretiva das Energias Renováveis (RED). Segundo o relatório, o consumo de POME em biocombustíveis na União Europeia e Reino Unido atingiu um valor na ordem dos 2 milhões de toneladas em 2023, quando a capacidade global real de produção desta tipologia de resíduos ronda apenas 1 milhão de toneladas, maioritariamente na Indonésia e a Malásia.
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Fonte: ZERO
"Cerca de 50% a 60% do processo já está escalável industrialmente, porque a empresa [Cortadoria Nacional] já trabalha a transformação. Nós [investigadores] precisamos de escalar os outros 50% das etapas. A seguir, vamos repopular esta pele com células humanas e criar modelos para que as farmacêuticas possam testar", descreveu a investigadora Ana Leite Oliveira.
Com o nome ReSkin, o projeto está a ser desenvolvido por uma equipa de investigadores do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da UCP, no Porto, e pela Cortadoria Nacional, uma empresa portuguesa líder de mercado a nível mundial no setor das peles, onde cerca de 70% do produto é, atualmente, desperdício.
"Há interesse e necessidade na área médica e temos outra coisa que também é muito interessante que é a estabilidade do produto natural, quando comparado com o sintético", acrescentou a investigadora.
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Fonte: LUSA
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