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A CropLife Portugal lançou um projeto para consciencializar jovens, professores e comunidades escolares para os desafios atuais da agricultura e da alimentação. “Agricultura é Vida” dá nome ao projeto piloto que se estreou este mês, na Escola Básica Sophia de Mello Breyner, em Oeiras, e cujo propósito é chegar a dezenas de escolas e centenas de crianças e professores, de norte a sul do país.

A sessão, realizada a 22 de maio - Dia Mundial da Biodiversidade, começou com uma pequena explicação sobre a agricultura e qual a sua importância nas diferentes dimensões – social, económica e ambiental, conforme explicou a CropLife Portugal em comunicado. através da partilha de vídeos dinâmicos – como “A PAC explica” ou “Um enigma entre as laranjas”. O objetivo era transmitir aos mais novos agricultura na produção de alimentos, na proteção e preservação do ambiente e da biodiversidade; na prevenção de incêndios e na coesão territorial.

O projeto está aberto à participação de qualquer escola que manifeste interesse em recebê-lo.

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Fonte: TecnoAlimentar

Nos próximos dias 6 e 7 de junho e 27 e 28 de junho serão realizados dois workshops promovidos no âmbito do projeto USAM SuLei (Utilização Segura de Antimicrobianos na Produção de suínos e Leite de Bovino), dedicados às boas práticas no uso de antimicrobianos na produção animal, com enfoque na bovinicultura de leite e na suinicultura.

A DGAV vai participar, nos dias 6 e 27 de junho, em que estará presente a Diretora-Geral da DGAV para as sessões de abertura, e, para a Apresentação do projeto HubRAM estará Manuela Guerra, no dia 6 de junho, e Andrea Cara d’Anjo no dia 27 de junho.

Estes eventos destinam-se a médicos veterinários e contarão com um programa diversificado que inclui palestras, mesas redondas e sessões práticas, promovendo a atualização técnica e científica em torno das estratégias e ferramentas mais recentes no combate à Resistência aos Antimicrobianos.

No website encontra toda a informação necessária e pode também aceder ao formulário de inscrição.

A participação é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.

Fonte: DGAV

 

 
 

Pele de salmão transformada em couro e restos de peixe aproveitados para refeições são algumas das “soluções inovadoras” da bioeconomia azul que se vão mostrar a 06 de junho numa conferência em Matosinhos.

O evento Blue Wink-E 2025 realiza-se no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, em Matosinhos, distrito do Porto, e é organizado pela B2E – Blue Bioeconomy CoLAB, uma associação privada sem fins lucrativos com foco na valorização sustentável dos recursos marinhos.

A iniciativa inclui a apresentação da plataforma digital Fish Matter, desenvolvida pelo B2E CoLAB para ligar “empresas que geram resíduos marinhos a quem os consegue transformar em novos produtos nos setores da alimentação, farmacêutica ou cosmética”, descreve, em comunicado, a organização da “grande conferência da bioeconomia azul”, que teve a primeira edição em 2021.

Aceda aqui ao conteúdo.

Fonte: Agroportal

A regulamentação e a pressão do consumidor levam indústria a adotar embalagens ecológicas.

Embalagens "sustentáveis" ou "ecológicas" não são novidade mas continuem em profileração. A expectativa é de que o setor cresça nos próximos anos.

Embora ainda existam desafios significativos — incluindo custos e funcionalidade de novos materiais, infraestrutura para reciclagem e compostagem, e alinhamento de padrões, certificações e até mesmo a definição de “ecologicamente correto”, quanse todas as grandes empresas de alimentos e bens de consumo já têm um roteiro para a transição para embalagens sustentáveis ​​nos próximos cinco anos.

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Fonte: FoodNavigator Europe

Do aroma de beterraba ao café gelado, a cultura do café está a tornar-se colorida e criativa, impulsionada por um crescimento de mercado sem precedentes.

Sendo o café uma das bebidas mais consumidas do planeta, os fabricantes de café tornam-se criativos, experimentando ingredientes e temperaturas para produzir uma variedade cada vez maior de opções de bebidas. Pistachio, cogumelos, beterraba e até café frio são algumas das novas opções.

O crescimento da tendência de saúde e bem-estar levou a um aumento na demanda por ingredientes funcionais em todos os produtos alimentícios e bebidas, incluindo o café.

Leia aqui o articlo completo.

Fonte: FoodNavigator Europe

A alimentação rica em proteínas virou moda. 

Não há dúvida de que a proteína é parte essencial de uma dieta saudável, e consumir produtos ricos nela pode trazer benefícios. Mas, como tudo (até mesmo a água), há um limite máximo para a quantidade de proteína saudável que se pode consumir.

Qual é esse limite máximo? E o que acontece a quem consome muita proteína?

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Fonte: FoodNavigator Europe

Relatório europeu alerta para utilização de resíduos de óleo de palma que ultrapassam a capacidade global de produção

A análise do relatório [1] da Federação Europeia dos Transportes e Ambiente (T&E), da qual a ZERO é membro, lança um alerta urgente sobre o uso crescente – e potencialmente fraudulento – de resíduos da indústria do óleo de palma, conhecidos como Palm Oil Mill Effluents (POME), nos biocombustíveis utilizados em território europeu.

O POME, um subproduto da indústria do óleo de palma, que pode ser utilizado na produção de biocombustíveis, tem sido importado e utilizado em volumes que correspondem a mais do dobro da capacidade estimada de produção global, sugerindo que outros produtos de origem vegetal — como óleo de palma virgem — possam estar a ser ilegalmente rotulados como resíduos, com benefício económico resultante dos incentivos decorrentes da aplicação da Diretiva das Energias Renováveis (RED). Segundo o relatório, o consumo de POME em biocombustíveis na União Europeia e Reino Unido atingiu um valor na ordem dos 2 milhões de toneladas em 2023, quando a capacidade global real de produção desta tipologia de resíduos ronda apenas 1 milhão de toneladas, maioritariamente na Indonésia e a Malásia.

 

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Fonte: ZERO

 Investigadores da Universidade Católica Portuguesa (UCP) estão a desenvolver, através da derme de coelho, um novo substituto de pele humana que poderá ser usada em produtos farmacêuticos, cosméticos e em unidades de queimados, revelaram hoje as responsáveis da equipa.
 

"Cerca de 50% a 60% do processo já está escalável industrialmente, porque a empresa [Cortadoria Nacional] já trabalha a transformação. Nós [investigadores] precisamos de escalar os outros 50% das etapas. A seguir, vamos repopular esta pele com células humanas e criar modelos para que as farmacêuticas possam testar", descreveu a investigadora Ana Leite Oliveira.

Com o nome ReSkin, o projeto está a ser desenvolvido por uma equipa de investigadores do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da UCP, no Porto, e pela Cortadoria Nacional, uma empresa portuguesa líder de mercado a nível mundial no setor das peles, onde cerca de 70% do produto é, atualmente, desperdício.

 

"Há interesse e necessidade na área médica e temos outra coisa que também é muito interessante que é a estabilidade do produto natural, quando comparado com o sintético", acrescentou a investigadora.

 

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Fonte: LUSA

Produtores promovem marca coletiva Miss Tata com o apoio da APED, Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição, e do Crédito Agrícola. Em 2024, o consumo de batata atingiu o valor mais elevado dos últimos seis anos.

A Porbatata, Associação da Batata de Portugal, quer aumentar o consumo de batata produzida em Portugal e apresentou, hoje, em Lisboa, a nova campanha de divulgação da Miss Tata, que estará ativa até 30 de setembro, período de colheita deste produto em território nacional.

A Miss Tata é a marca que distingue a batata nacional da importada e, na campanha “Sou Boa com Tudo”,  assume o papel de influencer oficial deste alimento, consolidando o seu propósito: ser embaixadora da batata portuguesa e estar cada vez mais próxima dos consumidores. Numa linguagem direta, promete ser “boa com tudo”, alimento indispensável na gastronomia portuguesa, versátil e nutritiva.

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Fonte: Agronegócios

A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) divulga, em comunicado, alterações nas autorizações temporárias das Vacinas contra a Língua Azul Serotipo 3.

Leia aqui o Comunicado.

Fonte: DGAV