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Ontem foi o dia dedicado aos mais velhos e o que cai nos seus estômagos é de uma importância vital. A alimentação na terceira idade faz toda a diferença e convém não esquecer que os idosos de hoje viveram costumes sociais numa época distinta da atual, o que poderá condicionar a forma como acham que se devem alimentar. Mas uma coisa é certa. “Uma alimentação saudável é um investimento para garantir independência e uma transição segura para a terceira idade”, garante à NM Alexandra Bento, bastonária da Ordem dos Nutricionistas.

Os anos passam, o corpo altera-se, o organismo muda, as necessidades também. Tudo isso implica vários cuidados. Cuidados redobrados com a hidratação porque aumentam as necessidades hídricas, mais vitamina D porque a deficiência dessa vitamina é uma das principais deficiências nutricionais nessa faixa etária, necessidades de adaptar a consistência da alimentação em casos de dificuldades de mastigação.

Alexandra Bento lembra que há fatores que decorrem do envelhecimento que podem limitar a ingestão alimentar e condicionar o seu estado nutricional, nomeadamente problemas de mastigação e ou de deglutição, desidratação, e que justificam uma intervenção individualizada quanto à prescrição de um plano alimentar – e aqui a intervenção do nutricionista pode ser determinante.

Não há grandes diferenças entre homens e mulheres. “As preocupações alimentares de homens e de mulheres deverão ser as mesmas, ou seja, ter um aporte alimentar que satisfaça as necessidades nutricionais. Contudo, tal como nas restantes faixas etárias, as necessidades nutricionais das idosas, na sua maioria, são inferiores às dos idosos”, revela Alexandra Bento. Em todo o caso, as refeições devem acontecer num ambiente calmo e confortável, em companhia de outras pessoas, família, amigos, cuidador, para proporcionar mais prazer.

A alimentação deve ser repartida ao longo do dia em número adequado de refeições, o que beneficia a redução do colesterol, melhora a tolerância à glicose, melhora o controlo de peso e reduz a tendência para deposição de gordura. Nesse sentido, a distribuição alimentar ao longo do dia é recomendada para as várias doenças que são prevalentes nos idosos, como, por exemplo, a diabetes tipo 2.

O que colocar, então, no prato? Os mais velhos devem, todos os dias, privilegiar os hortícolas na forma de sopa e como acompanhamento no prato, a fruta e a água. Devem evitar consumir sal em excesso, moderar o consumo de bebidas alcoólicas, bem como de alimentos com elevado teor de açúcar e ou gorduras trans.

Há outro ponto muito importante: a ingestão alimentar não deve exceder as necessidades energéticas diárias. A bastonária da Ordem dos Nutricionistas explica que, tradicionalmente, devem ser realizadas três refeições principais: pequeno-almoço, almoço e jantar, intercaladas com duas ou três merendas ligeiras. “A ingestão de cinco refeições diárias está também associada, significativamente, ao aumento da ingestão de líquidos, diminuindo o risco de desidratação. É ainda importante que sejam estabelecidos horários regulares para as refeições, contribuindo dessa forma para maior conforto e regulação do apetite da pessoa idosa”, salienta.

Nessa fase da vida, fala-se mais em doenças, há mais maleitas que aparecem. De que forma a alimentação ajuda a prevenir alguns males da terceira idade? “Faz parte do processo de envelhecimento o aparecimento progressivo de doenças crónicas (por exemplo, hipertensão arterial e diabetes) que, se bem controladas, podem não afetar a qualidade de vida no idoso.” Mas, mesmo sem doenças, o envelhecimento representa várias perdas: a nível sensorial no olfato e no gosto; orgânicas em termos cardiovasculares e musculares; cognitivas já que a memória ressente-se do desgaste dos anos e o raciocínio perde qualidades. “Estas perdas podem interferir direta ou indiretamente com as escolhas alimentares”, afirma Alexandra Bento.

Os portugueses vivem mais anos, a esperança média de vida tem aumentado, mas Portugal é um dos países europeus com menor número de anos de vida saudável depois dos 65 anos. E, por cá, os idosos consomem muito sal na comida, o que aumenta o risco de doença cardiovascular. “A evidência científica tem demonstrado que existe uma relação linear, positiva e de dose-resposta entre a ingestão de sódio e a mortalidade e morbilidade por doença cardiovascular”, realça a bastonária.

“Sabemos que os hábitos alimentares são o fator de risco que mais contribui para o número de anos de vida saudável perdidos pelos portugueses (15,8%), sendo que a ingestão excessiva de sal e o consumo inadequado de hortofrutícolas se afiguram como os riscos alimentares evitáveis que mais contribuem para esta perda. Assim, uma alimentação adequada pode contribuir para prevenir o aparecimento de doenças crónicas e melhorar a qualidade de vida.”

Fonte: Notícias Magazine

Quando fez 50 anos, Jim começou a apostar no seu bem-estar, através do exercício e perda de peso, e alimentando-se de maneira mais saudável. Um dia, pouco tempo depois de mudar a sua vida, a mulher perguntou-lhe se ele se sentia bem, porque tinha os olhos e a pele muito amarelos. Mal sabia que um suplemento (umas cápsulas de chá verde) estava a destruir-lhe o fígado.

Na altura, Jim acabou por ir para o hospital. Os médicos afastaram as possibilidades de as lesões no fígado serem provocadas por álcool, porque ele bebia muito pouco. Também não podiam ser medicamentos, pois não tomava nenhum regularmente. O hepatologista perguntou-lhe então se tomava suplementos alimentares e ele disse que sim - cápsulas de chá verde.

Jim tomava os suplementos há dois ou três meses. Cada vez mais populares no mercado, o norte-americano ouviu dizer tinham benefícios para o coração por terem propriedades antioxidantes, ajudarem a perder peso e prevenir o cancro. "O meu pai teve um ataque cardíaco aos 59 anos e morreu. Ele perdeu muito do que vivemos enquanto família e eu estava determinado a fazer o que pudesse para tomar conta de mim, para não me acontecer nada", explicou à BBC.

O norte-americano tomava as cápsulas e sentia-se bem. "Estava a andar e correr entre 30 a 60 minutos por dia. Tinhas aulas de ginástica durante a noite dos fins-de-semana", explicou. Na altura estava a trabalhar como gestor e esperava mudar de carreira.

Depois de várias análises ao sangue, três semanas depois de ser questionado pela sua mulher, Jim recebeu a notícia de que precisaria de um transplante de fígado. "E tem de acontecer depressa. O senhor tem dias, não semanas", avisaram os médicos.

De acordo com a BBC, uma investigação da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar concluiu que as catequinas (nutrientes antioxidantes) existentes no chá verde são "seguras, de forma geral" mas em doses reguladas. Mais de 800 mg por dia "podem causar problemas de saúde".

Fonte: Sábado

Vinho do Porto está hoje mais protegido

  • Monday, 29 October 2018 10:51

A denominação de origem do vinho Porto está hoje mais protegida do que num passado próximo, graças a acordos internacionais com grandes países consumidores como a China ou com o Mercosul, na América do Sul. “Há 20 anos tínhamos problemas delicados em países como a Austrália, o Canadá, o Chile ou a África do Sul, Hoje, esses problemas diminuíram ou foram eliminados”, disse à agência Lusa o jurista Alberto Ribeiro e Almeida, do Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP).

O especialista falava à margem do Congresso Wine Track 2018, que hoje reuniu, no Porto, empresas, marcas e cientistas num debate sobre “novas tecnologias e soluções contra a fraude e contrafação de vinhos e bebidas espirituosas”. O IVDP ocupa-se da proteção às marcas Porto e Douro e recebe “três a quatro reclamações por semana” contra registos indevidos, disse Alberto Ribeiro de Almeida.

O jurista levou a este congresso o caso de um processo que teve um desfecho desfavorável aos interesses portugueses, que foi o que opôs a denominação vinho do Porto a um uísque escocês chamado Port Charlotte. O caso foi ao Tribunal Europeu de Justiça e este não deu razão ao IVDP, que alegou, em vão, existir “risco de confusão” com o vinho do Porto.

“O tribunal ignorou a reputação e prestígio da marca Porto”, vendo nesta uma simples região e um porto, o que para Alberto Ribeiro de Almeida revelou “falta de sensibilidade”. O que o IVDP pretende, segundo resumiu, “é proteger o investimento feito pelos produtores na denominação de origem, evitando o seu registo por grupos que não têm direito a ela”.

A denominação de origem Douro encontra-se sob menos pressão do que a do Porto, mas regista um crescimento em linha com a sua crescente notoriedade internacional. “Custos económicos das infrações aos direitos de propriedade industrial” foi o título da intervenção feira por Pedro Portugal Gaspar, da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), qual lembrou apreensão, este ano, de garrafas de vinho Barca Velha e Pêra Manca que poderiam valer cerca de 10 mil euros no mercado. Inspetor-geral daquela entidade, Pedro Portugal Gaspar salientou à Lusa que os produtos têxteis e de marroquinaria” mantêm-se nos primeiros lugares da contrafação, ao passo que a área alimentar não tem igual expressão. A falsificação incide em “produtos de elevada qualidade” e de preço também elevados, como são os casos dos vinhos referidos, não afetando produtos sem valor económico relevante.

O técnico da ASAE referiu ainda que as plataformas de venda digitais são um novo desafio, porque “alargam no tempo e no espaço a procura desse tipo de produtos”, e a investigação que culminou com a apreensão daqueles vinhos contrafeitos partiu daí. “Uma pista” para o consumidor ficar alerta sobre a autenticidade do que vai comprar são “os preços, normalmente mais baixos” do que seria normal, exemplificou Pedro Portugal Gaspar, salientando também que “os produtos de maior valor comercial são os mais suscetíveis de serem adulterados”. A segurança alimentar não é uma ameaça grande, “porque aquilo é uma infração económica”, e no que diz respeito aos vinhos, completou, “em Portugal, o mercado está seguro e tem qualidade”.

Fonte: Dinheiro Vivo

A Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR apreendeu no sábado 450 quilos de amêijoa-japónica e 820 quilos de ostras portuguesas, com o valor presumível de 13.400 euros, nos concelhos de Lisboa e Alcácer do Sal.

De acordo com um comunicado divulgado este sábado, "os militares detetaram amêijoa-japónica em situação irregular, em virtude da mesma não estar a ser acompanhada, durante o transporte, dos respetivos documentos de registo, o que não permite saber a sua proveniência".

A deteção foi feita "no âmbito de ações de fiscalização de atividades relacionadas com a captura e comércio ilegal de bivalves e proteção das espécies e segurança alimentar", acrescenta a UCC.

Fonte: Correio da Manhã

O Governo dos Açores assegura a excelência do mel produzido no arquipélago e desmente que os apicultores da Região possam estar a sucumbir a práticas de produção menos recomendáveis que impliquem a sua contaminação.

Em causa está um alerta deixado por um membro dos corpos sociais da Casermel – Cooperativa de Apicultores e Sericicultores de São Miguel e publicado na edição de ontem do Açoriano Oriental (24 de outubro 2018), denunciando que há mel a ser embalado e, posteriormente, comercializado na Região que contemplou a introdução de fitofármacos aquando do respetivo processo de produção.

Esclarece o diretor regional da Agricultura, em reação à notícia divulgada neste jornal, que “as denúncias sobre a pouca qualidade do mel à venda na Região, além de não salvaguardarem o interesse do setor, pecam pelo desconhecimento e por não terem sido apresentadas às entidades competentes para efeitos de avaliação e eventuais medidas de atuação”.

José Élio Ventura considera que as declarações do responsável da Casermel vieram confundir os consumidores do mel dos Açores, ao induzir em erro práticas sanitárias que ocorrem em algumas ilhas, destinadas ao combate da ‘Varroose’.

Fonte: Agroportal

No dia em que o Parlamento Europeu (PE) aprovou uma proposta que prevê a proibição, a partir de 2021, da venda de produtos de plástico de utilização única, a APIP diz, num comentário enviado à Lusa, que a medida pode pôr em causa a saúde pública.

Segundo a proposta do PE, será proibida a venda de pratos, talheres, cotonetes, palhinhas, agitadores para bebidas e varas para balões, ente outros produtos.

Segundo a APIP a utilização de produtos plásticos descartáveis cinge-se a um nicho de mercado muito específico, numa função prática e essencialmente de “segurança, higiene e saúde pública”, pelo que proibi-la pode por em risco a “saúde pública”.

Quanto às embalagens “take away”, que estão na proposta do Parlamento, a APIP diz não as considerar descartáveis, já que podem ser lavadas e usadas pelo consumidor muitas vezes. E como são feitas de apenas um tipo de plástico são matéria reciclável, devendo ser criadas estruturas para a correta recolha e reciclagem, defende a associação.

“Informamos ainda que já existem no mercado embalagens produzidas pelos nossos associados, fabricadas com 70% de material reciclado, incluindo material pós-consumo”, diz a APIP no comentário enviado à Lusa, no qual considera que ainda é prematura uma solução para o problema do lixo de plástico baseada no biodegradável.

A APIP avisa ainda que há situações em que muito dificilmente se consegue substituir a loiça descartável, como em hospitais ou lares, por questões de segurança sanitária, ou prisões, por questões segurança das pessoas, ou ainda aviões ou locais de restauração rápida ou de grande aglomerado de pessoas.

A proposta do Parlamento Europeu foi aprovada por 571 votos a favor e apenas 53 contra.

Contactada pela Lusa a propósito da medida, Pedro Carvalho, da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) disse que as medidas vão ser analisadas e lembrou que foi lançada pela associação em maio passado a iniciativa “Menos Plástico, Mais Ambiente”, para sensibilizar restauração e população para a importância de minimizar impactos ambientais na utilização de plástico descartável.

“É claro que as grandes mudanças nunca são fáceis para as empresas, por isso, entendemos que é necessário dar-lhes tempo e toda a informação necessária para que possam adaptar-se às novas exigências”, diz a AHRESP, citando Pedro Carvalho, coordenador do departamento de investigação, planeamento e estudos.

A campanha “Menos Plástico, Mais Ambiente”, acrescentou, foi o primeiro passo da AHRESP para “a preparação dos empresários para a aplicabilidade” de novas medidas, sendo que a associação defende “políticas que incentivem as boas práticas e a mudança de comportamentos”.

Fonte: Sapo24

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 600 quilogramas de carne e derivados, e instaurou 31 processos de contraordenação, maioritariamente, por desrespeito das normas higiénicas, foi esta quarta-feira anunciado. "A ASAE, realizou, a nível nacional, uma operação de fiscalização de talhos com o objetivo de verificação dos requisitos legais específicos da atividade, bem como das condições de armazenamento e de conservação de produtos alimentares, de forma a garantir o cumprimento dos requisitos gerais e específicos em termos de segurança alimentar", referiu em comunicado.

Na sequência de uma fiscalização a nível nacional, foram fiscalizados 153 operadores económicos e instaurados 31 processos de contraordenação e cinco processos-crime por "géneros alimentícios avariados e abate clandestino". Entre os géneros alimentícios apreendidos estão enchidos, carne de bovino, produtos à base de carne e conservas, bem como um instrumento de pesagem.

"As infrações contraordenacionais referem-se na sua maioria a desrespeito das normas higiénicas e técnicas aplicáveis na distribuição, preparação e venda de carnes e seus produtos, incumprimento das regras sobre a rastreabilidade e rotulagem de carne [e] falta de requisitos de temperaturas", indicou.

Fonte: Correio da Manhã

Os investigadores apuraram que os químicos e os pesticidas tipicamente utilizados na fruta e nos vegetais cultivados podem provocar tumores, o que significa que uma opção orgânica pode prevenir o aparecimento da patologia potencialmente mortal.

Para efeitos daquela pesquisa, os cientistas questionaram 68,946 indivíduos franceses acerca das suas dietas e depois observaram o seu percurso durante cinco anos – 1,340 dos voluntários desenvolveram cancro durante esse período de tempo.

A pesquisa detetou que aqueles que ingeriam mais alimentos orgânicos apresentavam uma probabilidade 25% mais reduzida de desenvolver tumores, comparativamente aqueles que não incluíam – ou apenas raramente – esses alimentos no seu regime alimentar.

Ainda assim, os cientistas admitiram que o estudo não é totalmente capaz de estabelecer uma ligação definitiva entre o consumo de uma dieta não orgânica e de aparecimento de cancro – salientando que os indivíduos mais afluentes tendem a ser mais saudáveis, estando igualmente mais predispostos a adquirir e consumir alimentos mais caros e orgânicos.

O estudo foi publicado no periódico científico JAMA Internal Medicine, e o final do artigo concluía: “Uma frequência mais elevada no consumo de comida orgânica está associada a um menor risco de cancro; e se em pesquisas posteriores os dados apurados forem confirmados, então promover a ingestão destes alimentos entre a população em geral poderá ser uma estratégia preventiva promissora no combate ao cancro”.

Fonte: Notícias ao Minuto

O PNPAS tem vindo a alertar para a importância da regulação do marketing alimentar dirigido a crianças. A OMS publicou agora uma análise sobre a implementação das recomendações relativas ao marketing de alimentos e bebidas não alcoólicas dirigido a crianças. Em particular a alimentos ricos em gorduras, sal e açúcares.

De acordo com o relatório, 54% dos países na região Europeia da OMS reportaram que estão a tomar medidas para limitar o marketing de alimentos dirigido a crianças. No entanto, muitos países ainda não apresentam ou aplicam medidas específicas para a limitação do marketing dirigido a crianças. Em Portugal, esta regulação continua por aprovar.

Pode consultar o relatório aqui.

Fonte: Nutrimento

O dispositivo foi criado por uma parceria entre duas empresas que concorriam ao desafio Water Abundance XPrize. Criada em 2016, a competição consiste em obter água limpa e potável do ar utilizando sistemas com recursos renováveis. A tecnologia procura atenuar as condições em zonas de desastres naturais ou regiões onde a água não abunda.

Este ano, o desafio consistia em criar um aparelho capaz de extrair pelo menos 2.000 litros de água da atmosfera por dia, o suficiente para as necessidades de cerca de 100 pessoas. A máquina teria de utilizar energia limpa e o custo da água obtida não poderia ultrapassar os 2 cêntimos por litro. O dispositivo criado pelo consórcio venceu o prémio de 1,5 milhões de dólares.

A invenção chama-se WEDEW (wood-to-energy deployed water) e foi criada utilizando dois sistemas já existentes. O primeiro, é uma caixa que simula a forma como as nuvens são criadas, que aquece o ar para criar condensação e dessa forma obter água. Esta é guardada num tanque dentro de um contentor, que depois pode ser ligada a uma máquina ou uma torneira.

No entanto, este sistema utiliza muita eletricidade, e por isso, foi introduzido um gaseificador de biomassa, um recurso de energia de baixo-custo, explica a publicação Fast Company. O sistema utiliza recursos de biomassa disponíveis no local, sejam pedaços de madeira ou cascas de coco, capazes de alimentar a máquina e dessa forma produzir água través do ar com um custo inferior. A empresa afirma que os resíduos são depois transformados em adubo para o solo.

Em locais onde estes recursos naturais não abundam, o dispositivo pode ser alimentando por energia solar ou baterias, em alternativa à biomassa.

Fonte: tek.sapo.pt