O Conselho AGRIFISH (“Agricultura e Pesca”) da UE esteve ontem a debater estratégias para as proteínas. É amplamente reconhecido que a UE enfrenta um défice significativo na produção de proteínas vegetais e que este problema deve ser resolvido para satisfazer as necessidades em termos de alimentação humana e animal, reforçando simultaneamente a autonomia estratégica da UE.
No entanto, o documento apresentado pela Alemanha e pela Dinamarca é vago quanto ao novo conceito proposto de “proteínas verdes”. Em vez da ambição de autonomia estratégica da UE, este conceito parece mais alinhado com a agenda alternativa das proteínas. Esta agenda, frequentemente promovida por algumas ONG e empresas globais, defende as proteínas sintéticas como solução primária.
Neste contexto, o debate agrícola é mais uma vez confrontado com conceitos enganadores que tentam opor-se e dividir o sector, numa altura em que a complementaridade deve ser promovida. No documento apresentado, o termo “proteína verde” é utilizado como instrumento de marketing, com base em alegações não científicas e não fundamentadas.
Verificação de factos da alegação:
1. O aumento da produção vegetal europeia: Nas últimas três décadas, o aumento da produção vegetal europeia tem sido largamente impulsionado pelo desenvolvimento da indústria dos biocombustíveis. Na UE, existe uma relação complementar entre a produção de alimentos e a produção de biocombustíveis, com mais de 13 milhões de toneladas de proteínas de alta qualidade co-produzidas pela indústria de biocombustíveis da UE, valorizando as matérias-primas da UE e aumentando a cadeia de abastecimento de proteínas da UE, para além de reduzir as emissões dos transportes.
2. Consumo de proteínas animais: Contrariamente ao que se afirma no relatório do Diálogo Estratégico, o consumo de proteínas animais na União Europeia tem-se mantido estável, e não em declínio. De acordo com as últimas Perspetivas Agrícolas da UE, prevê-se que o consumo de carne aumente ligeiramente em 2024, atingindo 66,8 kg per capita. Tendo em conta o desperdício alimentar, este valor está em conformidade com as recomendações internacionais de saúde da UE e da OMS.
Por conseguinte, a União Europeia deve ir além das narrativas de comunicação preguiçosas relacionadas com as “proteínas alternativas” na Europa, promovendo, em vez disso, o direito dos consumidores a fazerem escolhas informadas entre fontes de proteínas vegetais e animais e a compreenderem plenamente os processos subjacentes a cada produto, incluindo a utilização potencial de OGM, hormonas, antibióticos, fatores de crescimento, nível de transformação e impactos energéticos. A definição proposta de “fontes alternativas de proteínas à soja ou aos produtos animais convencionais” apresenta o conceito como uma varinha mágica, sem qualquer avaliação tangível da sua capacidade de reduzir a utilização dos solos e as emissões e de respeitar mais a natureza e o ambiente.
Os decisores políticos devem seguir os passos do futuro Comissário Europeu para a Agricultura e Alimentação, Christophe Hansen, que sublinhou durante a audição no Parlamento Europeu que “é complicado impor de cima para baixo quem tem de comer o quê... os produtos à base de carne fazem parte de uma dieta equilibrada”. Tanto as proteínas vegetais como as animais são complementares e devem ser promovidas.
Fonte: Farm Europe
Durante o mês de dezembro, decorre mais um período obrigatório de Declarações de Existências de Suínos (DES), conforme Aviso PCEDA (Plano de Controlo e Erradicação da Doença de Aujeszky) da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária.
A declaração das existências de suínos poderá ser efetuada diretamente pelo operador na Área Reservada do portal do IFAP, ou em qualquer departamento dos Serviços de Alimentação e Veterinária Regionais ou ainda nas organizações de agricultores protocoladas com o IFAP, através do Mod.800/DGV desmaterializado.
Para o efeito deverão ser seguidas as instruções constantes no portal da DGAV.
Fonte: DGAV
A Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras, através do Posto de Controlo Costeiro da Nazaré, no dia 14 de novembro, apreendeu 201 quilos de pescada branca subdimensionada, na Nazaré.
No âmbito de uma ação de fiscalização levada a cabo com o objetivo de controlar a comercialização, transporte e armazenamento de pescado fresco, os militares da Guarda detetaram um indivíduo a transportar pescada sem as medidas regulamentares de venda, resultando na sua apreensão.
No decorrer da ação, foi identificado um homem de 47 anos, tendo sido elaborado um auto de contraordenação, cuja coima pode atingir um valor de 37 500 euros.
O pescado apreendido, depois de submetido ao controlo higiossanitário, foi entregue a várias instituições de solidariedade social.
A GNR alerta que uma medida de gestão sustentável do pescado é o respeito das medidas mínimas de captura, cujo objetivo é melhorar a rentabilidade potencial do recurso.
Fonte: GNR
A Waste and Resources Action Programme (WRAP), uma organização não governamental, destacou na Conferência de Alterações Climáticas (COP29), no Azerbeijão, a urgência de incluir o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC) dos países, uma medida essencial, mas largamente negligenciada, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e combater a crise climática. Segundo um novo relatório , 88% dos países presentes na conferência não incluíram metas para reduzir o desperdício e a perda de alimentos nos seus compromissos climáticos.
O relatório mostra que, dos 195 países representados, apenas 24 (12%) se comprometem a combater a perda e o desperdício de alimentos, enquanto 88% dos NDC não contemplam medidas para abordar o problema. Harriet Lamb, CEO da WRAP, alertou: “o nosso sistema alimentar tem grandes falhas e destrói o ambiente. Se o desperdício de alimentos fosse um país, seria o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, superado apenas pela China e pelos Estados Unidos”. O desperdício de alimentos contribui para 8% a 10% das emissões globais, cinco vezes mais do que a aviação.
A WRAP também alerta para os efeitos do desperdício de alimentos na sociedade e na economia global. Estima-se que a perda e o desperdício de alimentos custem cerca de 936 mil milhões de dólares por ano. Enquanto isso, mais de 783 milhões de pessoas enfrentam a fome, e um terço da população mundial está em insegurança alimentar. Segundo a WRAP, a redução de desperdício de alimentos poderia reforçar a segurança alimentar e ajudar a combater a mudança climática, criando um sistema alimentar mais sustentável.
A WRAP diz mesmo que cerca de 30% de todos os alimentos vão para o lixo todos os anos, prevendo-se que a perda e o desperdício de alimentos atinjam 2,1 mil milhões de toneladas por ano até 2030, representando um valor de 1,5 mil milhões de dólares. De facto, o Food Waste Index Report (2024), compilado pelo Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP) em coautoria pela WARP, revela que o mundo desperdiça anualmente mais de mil milhões de toneladas de alimentos (um quinto de todos os alimentos disponíveis para os consumidores a nível do retalho, dos serviços alimentares e dos agregados familiares). A FAO diz ainda que este valor acresce aos 13% perdidos na cadeia de abastecimento.
Além disso, Harriet Lamb enfatiza que enfrentar o desperdício de alimentos é um passo fundamental para uma economia circular. “Alimentos, têxteis e produtos manufaturados representam quase metade das emissões globais de gases de efeito estufa. Adotar uma economia circular é essencial para combater esses grandes emissores, e essa mudança deve ser abraçada em todas as empresas e lares”.
A inclusão do desperdício alimentar nas NDC pode fortalecer o compromisso global na luta contra a crise climática, enquanto promove um uso mais eficiente e ético dos recursos alimentares.
Fonte: iALIMENTAR
Representantes de governos, do setor agrícola e especialistas destacaram quinta-feira, durante a cimeira ambiental COP29, a importância da agricultura para alimentar a população mundial, manter a paz social e contribuir para o combate à crise climática.
O diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Manuel Otero, afirmou, durante um fórum no pavilhão da Casa da Agricultura das Américas, instalado em Baku, no Azerbaijão, no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), que uma grande cidade com uma média de 10 milhões de habitantes necessita diariamente de 6.000 toneladas de alimentos.
Daí o caráter estratégico que a agricultura sustentável, produtiva, eficiente e inclusiva representa para a preservação da paz social, sublinhou.
“Temos de produzir mais alimentos com menos natureza, reconhecendo os novos desafios que a agricultura enfrenta, e [tendo consciência de que], para os ultrapassar, é fundamental aproveitar a ciência, a tecnologia e a inovação, e facilitar o seu acesso aos agricultores familiares”, referiu Otero.
Segundo o diretor-geral do IICA, os próximos 25 anos serão dos mais decisivos da história da agricultura porque o setor terá de alimentar mais 2.000 milhões de pessoas.
Por sua vez, o ministro da Agricultura e Segurança Alimentar do Belize, José Abelardo Mai, defendeu “a importância de educar agora os jovens sobre o futuro e formular políticas fortes para apoiar uma agricultura inteligente e sustentável” do ponto de vista climático.
O cientista especialista em solos e vencedor do Prémio Mundial da Alimentação, Rattan Lal, enumerou como maiores desafios globais a degradação do solo e a necessidade de o restaurar, assim como o “respeito pela profissão agrícola e pelos seus serviços nos ecossistemas”.
Outro aspeto analisado na Casa da Agricultura das Américas foi o dos biocombustíveis renováveis e o seu contributo para a mitigação das alterações climáticas.
O presidente da organização Solutions from the Land, Ernie Shea, salientou que, além da redução dos gases com efeito de estufa, um dos focos recentes dos benefícios dos biocombustíveis renováveis é a saúde pública.
“Os combustíveis renováveis também contribuem decisivamente para a redução da poluição e as oportunidades para a produção agrícola são múltiplas”, disse Shea.
Durante as discussões, foi proposto que a utilização do etanol fosse considerada pelos países como parte dos seus compromissos de redução das emissões de gases com efeito de estufa, no âmbito do Acordo de Paris.
A COP29 começou na segunda-feira em Baku e vai decorrer até dia 22, devendo ficar marcada por um novo objetivo de financiamento para os países em desenvolvimento para os ajudar a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e a adaptarem-se às alterações climáticas.
O novo objetivo substituirá, a partir de 2025, o que obrigava os países ricos a conceder 100 mil milhões de dólares (cerca de 950 milhões de euros) de financiamento por ano aos países em desenvolvimento.
Os países em desenvolvimento pedem que o objetivo seja multiplicado por mais de dez, para 1.300 mil milhões (1,2 mil milhões de euros), valor essencialmente da responsabilidade dos países ricos.
Fonte: Agro Portal
A ASAE através da Unidade Regional do Sul - Unidade Operacional de Évora, colaborou no dia 13 em Campo Maior, numa ação de fiscalização com a Polícia Judiciária no âmbito de um inquérito a decorrer trâmites neste serviço de segurança, que resultou na apreensão de cerca de 13.650 litros de óleo alimentar e azeite suspeitos de fraude e adulteração.
A ASAE permanecerá atenta no combate à economia paralela e em cooperação estreita com as Forças e Serviços de Segurança, no âmbito das suas competências de autoridade de segurança alimentar.
Fonte: ASAE
A vacinação é a melhor solução para combater doenças nos efetivos pecuários, como o recente surto de língua azul, defendeu, em Ourique, no distrito de Beja, a diretora-geral de Alimentação e Veterinária, Susana Pombo.
“Doenças transmitidas por vetores são a nova realidade” e “não há outra forma de as encarar que não seja aplicar vacinação massivamente”, afirmou Susana Pombo durante um debate sobre sanidade animal durante o IV Congresso Luso-Espanhol de Pecuária Extensiva, que se iniciou ontem na localidade alentejana.
A febre catarral ovina ou língua azul é uma doença viral, de notificação obrigatória, que afeta os ruminantes e não é transmissível a humanos.
Em Portugal estão a circular três serotipos de língua azul, nomeadamente o BTV-4, que surgiu, pela primeira vez em 2004 e foi novamente detetado em 2013 e 2023, o BTV-1, identificado em 2007, com surtos até 2021, e o BTV-3, detetado, pela primeira vez, em 13 de setembro.
Na sua intervenção durante o congresso, que se realiza de dois em dois anos, de um lado e de outro da fronteira, a responsável pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) lembrou que, para fazer face a esta doença, este organismo autorizou, temporariamente, três medicamentos, dois dos quais ainda não estão disponíveis no mercado.
“Só um laboratório alemão é que colocou a vacina à venda” em Portugal e “aguardamos com muita expectativa que os laboratórios espanhóis possam colocar no nosso país a vacina que já está autorizada, para aumentar a nossa disponibilidade”, disse Susana Pombo.
A diretora-geral de Alimentação e Veterinária acrescentou que é provável que, “ainda neste mês de novembro, pelo menos um laboratório [espanhol] já tenha a vacina espanhola disponível ao mesmo tempo que a alemã” para aquisição dos produtores portugueses.
Também presente no debate em Ourique, Valentín Almansa, da Direção-Geral de Sanidade de Produção Agroalimentar e Bem-estar Animal, de Espanha, afirmou igualmente que a melhor “ferramenta” para combater a doença da língua azul “é a vacinação”.
“Não há nenhuma alternativa que seja tão eficaz e tenha uma melhor relação custo-benefício que a vacinação”, disse o responsável espanhol, lembrando que doença “causa perdas diretas” aos produtores “e restrições no mercado”.
Por isso, reforçou, “a vacinação é a melhor solução, porque evita que os animais adoeçam, permite que os animais vacinados se possam movimentar sem restrições e é a ferramenta mais barata”.
A quarta edição do Congresso Luso-Espanhol de Pecuária Extensiva termina na sexta-feira em Ourique, numa organização da ACOS – Associações de Agricultores do Sul, de Beja, juntamente com a União dos Agrupamentos de Defesa Sanitária do Alentejo, as Cooperativas Agroalimentares de Espanha e a Federação dos Agrupamentos de Defesa Sanitária Ganadeira (FADSG).
Fonte: Agro Portal
As variedades com caraterísticas próprias são o seu cartão de visita. A amêndoa europeia, que tem na Península Ibérica o seu principal centro de produção, é cada vez mais procurada tanto pelo consumidor final como pelos profissionais da indústria alimentar, graças às boas práticas agrícolas e de transformação feitas pelos setores espanhol e português, com base no modelo de produção europeu acreditado e na estratégia “Do campo para a mesa”.
Trata-se de um dos sistemas mais avançados do mundo, que garante a sustentabilidade e a qualidade dos produtos graças ao seu exigente conjunto de normas e regulamentos. Mas a verdade é que os produtores ibéricos vão muito além destes regulamentos em aspetos como a gestão da água. De facto, 82% das amendoeiras cultivadas nos dois países são de sequeiro.
A isto junta-se outro dado fundamental: mais de 25% dos hectares de amendoeiras em Espanha e Portugal são certificados como biológicos, o que faz deste território uma verdadeira referência mundial.
Com o mercado europeu a exigir uma alimentação cada vez mais sustentável, a amêndoa ibérica é uma solução perfeita para as indústrias alimentares do continente. É por isso que a organização espanhola SAB-Almendrave e a organização portuguesa Centro Nacional de Competências dos Frutos Secos (CNCFS) se uniram fazer a campanha “Amêndoa da UE Sustentável”, cofinanciada pela UE, que procura realçar a importância da origem e tudo o que implica em termos de sabor, qualidade e sustentabilidade.
Ícone Ibérico
Com os seus 800.000 hectares de amendoeiras, Espanha e Portugal são os segundos maiores produtores e exportadores mundiais deste fruto seco. E para ambos os países, o mercado europeu representa uma magnífica oportunidade, pois representa nada mais nada menos que 31% do consumo mundial de amêndoa, com cerca de 487.000 toneladas por ano.
Portanto, existe uma verdadeira oportunidade para transformar este autêntico ícone ibérico, tão presente na dieta mediterrânica, num fenómeno europeu. Por este motivo, a campanha lançada pela SAB-Almendrave e pelo CNCFS centra-se em França e na Alemanha, além de Portugal e Espanha.
E as suas principais armas para o conseguir são a qualidade e a sustentabilidade. Por exemplo, é importante destacar que as amêndoas europeias captam cerca de 17 milhões de toneladas de CO2 por ano (uma quantidade equivalente à emitida pela cidade de Barcelona) e fazem um uso responsável da água (através de sistemas de rega automática) e das substâncias ativas, além de atuarem como travão à erosão e corta-fogo natural. E que a sua pegada ambiental também é menor devido ao simples facto de estar geograficamente perto do consumidor final, o que implica um menor impacto da cadeia logística.
Por outro lado, a campanha incentiva consumidores e profissionais a descobrir o sabor e a textura únicos das amêndoas autóctones da Península Ibérica, como a guara, a soleta, a belona, a avijor-lauranne ou a penta, para citar apenas cinco das mais de 100 variedades presentes no território. Algumas delas têm mesmo milhares de anos.
Em suma: sustentabilidade e qualidade são a dupla vencedora de caraterísticas com que a amêndoa europeia pretende conquistar o mercado mundial.
Fonte: iALIMENTAR
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) participou num evento organizado pelo Comité de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (Comité SPS) da Organização Mundial do Comércio (OMC) a 11 de novembro de 2024 em Genebra e online.
A sessão temática explorou as experiências, as melhores práticas, os sucessos e os desafios dos membros da OMC associados aos riscos emergentes e às novas tecnologias agrícolas que poderiam ajudar a enfrentá-los.
Durante a sessão sobre riscos emergentes, Vittorio Fattori, FAO, apresentou 'insights' do programa de previsão de segurança alimentar da FAO, incluindo novas fontes de alimentos e sistemas de produção, economia circular, mudanças climáticas, inibidores ambientais e trabalhos futuros sobre nutrição personalizada.
“É importante que, juntamente com a dimensão da segurança alimentar, o significado regulamentar e as possíveis implicações comerciais das questões emergentes também sejam considerados e abordados. Acreditamos que, ao fornecer esta abordagem prospetiva, ajudamos a estabelecer uma ponte entre a ciência e a política, fornecendo conselhos que podem ser proativos, de modo a que a tomada de decisões e a definição de normas, quando relevante, também sejam realmente oportunas”, afirmou Fattori.
Está disponível uma gravação do evento online.
Fonte: FAO
A DGAV publicou o Esclarecimento técnico n. 13/DGAV/2024 relativo aos requisitos a cumprir para o movimento de árvores adultas, fruteiras ou ornamentais.
Esta informação destina-se a todos os operadores profissionais que pretendem movimentar árvores adultas, devendo tal movimento cumprir integralmente, quer as regras fitossanitárias, nomeadamente no que se refere ao acompanhamento por um Passaporte Fitossanitário, quer as regras aplicáveis à comercialização de materiais de propagação frutícolas ou de plantas ornamentais, conforme aplicável.
Consulte o Esclarecimento técnico n. 13/DGAV/2024, de 13 de novembro 2024.
Fonte: DGAV
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