Num mundo vitivinícola cada vez mais tecnológico, é a própria natureza que volta a assumir o papel de protagonista. Investigadores e viticultores portugueses estão a transformar a folha da videira — tantas vezes vista apenas como pano de fundo nos vinhedos — num verdadeiro bilhete de identidade da vinha, capaz de revelar a história, a saúde e até o futuro de cada planta.
A forma, a textura, as nervuras e até a cor das folhas estão a ser analisadas com precisão inédita. O que antes dependia apenas do olhar experiente do viticultor, agora ganha o apoio de sistemas de imagem e inteligência artificial que conseguem identificar castas, detetar stress hídrico e antecipar doenças com semanas de antecedência.
“Cada folha é única, como uma impressão digital”, explicam os especialistas envolvidos no projeto. E essa singularidade está a abrir portas a uma nova era na viticultura: mais sustentável, mais eficiente e profundamente conectada ao território.
Para os produtores, o impacto é imediato. A identificação precoce de problemas permite reduzir tratamentos, otimizar recursos e proteger a qualidade das uvas. Para os consumidores, significa vinhos com ainda mais autenticidade, onde cada garrafa conta a história de uma vinha cuidada ao detalhe.
No Douro, no Alentejo e na Bairrada, já há quintas a adotar esta abordagem inovadora. E os resultados começam a fazer eco: vinhas mais resilientes, colheitas mais equilibradas e uma relação renovada entre o produtor e a planta.
Afinal, quem diria que a chave para o futuro da viticultura estava ali, discreta, balançando ao vento? A folha da videira, antes coadjuvante, assume agora o papel principal — e promete revolucionar a forma como olhamos para a vinha.
Fonte: Qualfood
Uma equipa internacional de cientistas identificou um gene que permite ao arroz manter a produtividade mesmo com baixos níveis de azoto, podendo aumentar a produção até 24% e reduzir a dependência de fertilizantes sintéticos.
Uma equipa de investigadores da Universidade de Oxford, da Nanjing Agricultural University e do Institute of Genetics and Developmental Biology da Academia Chinesa de Ciências descobriu um gene que ajuda as plantas a equilibrar o crescimento das raízes e da parte aérea em condições de escassez de nutrientes.
A descoberta, publicada na revista Science, poderá contribuir para uma agricultura mais sustentável, aumentando a produtividade das culturas e reduzindo o uso de fertilizantes com azoto — um dos principais responsáveis por emissões de gases com efeito de estufa, poluição da água e degradação dos solos.
Nos ensaios de campo, os cientistas utilizaram plantas de arroz com uma versão natural melhorada do gene, denominado WRINKLED1a, e registaram aumentos de produtividade até 24%. Em condições de baixa aplicação de azoto, o rendimento aumentou 23,7%, enquanto em níveis elevados o crescimento foi de 19,9%.
Em situações de escassez de azoto, as plantas tendem a investir mais no crescimento das raízes para captar nutrientes, o que prejudica o desenvolvimento da parte aérea e a produção de grão. Até agora, o mecanismo que regulava este equilíbrio era desconhecido.
O estudo demonstra que o gene WRINKLED1a desempenha um papel central nesse processo. Plantas com maior expressão deste gene apresentaram melhor crescimento global, enquanto plantas sem uma versão funcional perderam a capacidade de ajustar o desenvolvimento das raízes.
Após a análise de mais de 3000 variedades de arroz, os investigadores identificaram uma variante natural mais eficiente, que foi introduzida em plantas com desempenho inferior através de melhoramento tradicional.
“O nosso estudo mostra claramente que este regulador é um alvo promissor para a melhoria sustentável das culturas. Foi extraordinário ver a diferença que a versão melhorada do gene teve na produtividade do arroz durante os nossos ensaios de campo”, afirmou Zhe Ji, investigador da Universidade de Oxford e autor correspondente do estudo.
Segundo os cientistas, o gene atua de forma diferenciada nas várias partes da planta, promovendo simultaneamente o crescimento acima do solo e a capacidade de absorção de azoto pelas raízes.
“O WRINKLED1a ajuda o arroz a evitar o compromisso habitual de ‘mais raízes, menos parte aérea’ em condições de limitação de azoto, sustentando produtividades estáveis com menores entradas de azoto. O próximo passo é investigar se genes semelhantes noutras culturas, como o trigo e o milho, podem produzir resultados semelhantes”, explicou Shan Li, autora principal do estudo.
Fonte: Centro de informação de Biotecnologia
O bloqueio do Estreito de Ormuz está a colocar em risco o abastecimento global de alimentos e fertilizantes, segundo um alerta da Organização Mundial do Comércio (OMC), que aponta para impactos diretos na agricultura, nos preços e na segurança alimentar mundial.
Mais do que uma crise energética, o cenário atual expõe uma fragilidade estrutural: a dependência do sistema alimentar global de rotas logísticas críticas.
De facto, o Estreito de Ormuz é um dos pontos mais importantes do comércio mundial. Por lá passa cerca de 20% do petróleo global e aproximadamente 30% dos fertilizantes comercializados. Este último dado é particularmente crítico, uma vez que os fertilizantes são essenciais para a produtividade agrícola global.
A crise não se limita aos países produtores. Os países do Golfo, altamente dependentes de importações alimentares, enfrentam riscos imediatos, já que grande parte dos alimentos básicos entra pela rota de Ormuz. Produtos como trigo, arroz, milho e soja estão expostos a disrupções. Nalguns países da região, até 70% dos alimentos consumidos depende desta via marítima, o que aumenta drasticamente a vulnerabilidade.
A OMC destaca ainda o impacto potencial em países mais frágeis, sobretudo em África, onde a dependência de importações é elevada e a capacidade de absorver choques de preço é limitada. Este cenário pode agravar crises alimentares já existentes e aumentar a pressão humanitária.
A disrupção no Estreito de Ormuz também está a provocar uma subida dos preços da energia, com efeitos em cadeia, como o aumento dos custos de produção agrícola, a par do encarecimento do transporte. O resultado é uma dupla pressão: menos oferta e custos mais elevados.
Fonte: Grande Consumo
O cabaz essencial de 63 produtos monitorizado pela Deco Proteste aumentou 0,08 euros esta semana face à anterior e acumula um acréscimo de 12,57 euros desde início do ano, fixando-se num novo máximo de 254,40 euros.
Num comunicado divulgado hoje, a Deco Proteste salienta que, apesar da subida ligeira face à semana passada, “este aumento representa novamente o valor mais alto desde que a organização de defesa do consumidor iniciou esta análise, em 2022”.
“Há um ano era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 17,46 euros (menos 7,37%)”, concretiza, acrescentando que, “no início de 2022, era possível gastar menos 66,70 euros (uma diferença de 35,53%)”.
Na última semana, entre 18 e 25 de março, os produtos cujo preço mais aumentaram percentualmente foram a curgete (17% para 2,75 euros), o tomate chucha (15% para 2,60 euros) e a cebola (10% para 1,42 euros).
Comparando com o mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como a couve-coração (53%, custando atualmente 1,87 euros), o café torrado moído (39%, para os atuais 5,15 euros) e o robalo (39%, o que se reflete num custo de 9,81 euros por quilograma (kg)).
Desde que a Deco Proteste iniciou esta análise, em 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (122% para 12,89 euros/kg), a couve-coração (88% para 1,87 euros/kg) e os ovos (84% para 2,10 euros).
O cabaz essencial monitorizado pela associação inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe, sendo considerados, entre outros, produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maça, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo, manteiga, entre vários outros.
Na semana em que se celebra o Dia Mundial da Água é importante transformar hábitos numa rotina saudável.
Sabia que, em média, uma pessoa pode gastar, por dia, 280 litros de água? No entanto, existem formas de reduzir este consumo para 100 litros, ou seja, uma poupança de 180 litros diários por pessoa, o que equivale a 36 garrafões de água de 5 litros, só precisas aprender como:
Usar um recipiente e cronómetro: encher o recipiente, registar o tempo e calcular o caudal em litros/minuto (volume × 60 ÷ tempo). De seguida, deve comparar com os valores recomendados antes de instalar redutores de caudal. Também é importante conhecer a pressão da água na sua habitação, ajustar conforme o piso, e escolher dispositivos compatíveis com essa pressão.
Fechar a torneira ao escovar os dentes ou ensaboar-se e preferir duches rápidos, recolher a água inicial do duche para outros usos, evitar banhos de imersão e manter os chuveiros limpos. Arranjar torneiras e autoclismos que estejam a pingar e usar torneiras monocomando ou termostáticas. E, ainda, não usar a sanita como caixote do lixo, resíduos sólidos devem ser colocados no lixo.
Para reduzir o gasto de água no autoclismo, opte por sistemas de dupla descarga. Se não tiver, pode baixar o nível de enchimento da bóia para poupar até 4 litros por descarga e usar descargas completas só quando necessário. Ao remodelar, escolha autoclismos com dupla descarga ou instale mecanismos universais de poupança.
Deve evitar deixar a torneira a correr, encha a cuba para lavar loiça, fruta e legumes. A máquina de lavar loiça deve ser usada apenas quando a carga estiver completa, sem pré-lavagem desnecessária, e prefira programas eco, que reduzem água e eletricidade. As peças muito grandes devem ser lavadas à mão, quando compensar e os filtros devem ser limpos regularmente de forma a manter a eficiência.
As plantas devem ser regadas nas horas mais frescas e de forma intensa, mas espaçada, focando nas raízes. O sistema gota a gota ou sensores de humidade também são uma boa opção e evitam regar em dias de chuva. A relva não deve ser cortada muito curta e deve eliminar as ervas daninhas. Para regar pode reaproveitar água doméstica sempre que possível e lave o carro só quando necessário, preferindo balde ou lavagens com reutilização de água.
Fonte: Green Savers
Ovos, peixe gordo e legumes são algumas das sugestões que María Aguirre, nutricionista, sugere para ajudar na preservação da massa muscular nos idosos.
“A nutrição no Inverno costuma estar associada apenas à prevenção de constipações, mas preservar a massa muscular é fundamental para a mobilidade e para reduzir o risco de quedas. Distribuir a ingestão de proteína ao longo do dia, privilegiar alimentos pouco processados e acompanhar a alimentação com exercícios de força adaptados, sempre que possível, contribui para manter a autonomia”, explica María Aguirre, nutricionista.
• Ovos e laticínios: fornecem proteínas de alto valor biológico e integram-se facilmente em refeições leves, como pequenos-almoços ou jantares. O iogurte natural e o kefir também contêm fermentos que contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal, um fator relacionado com a resposta imunitária.
• Peixe gordo: variedades como o salmão ou a sardinha fornecem proteína de qualidade e gorduras ricas em ómega-3. Essas gorduras associam-se a um melhor estado geral e a um controlo mais adequado dos processos inflamatórios. Algumas espécies contêm vitamina D, relevante em períodos com menor exposição solar.
• Legumes: lentilhas e grão-de-bico fornecem proteína vegetal e minerais, além de um teor relevante de fibras. No Inverno adaptam-se bem com pratos quentes com vegetais, contribuindo para uma melhor regularidade intestinal e para manter a saciedade sem recorrer a produtos ultraprocessados.
• Verduras e citrinos: alimentos como brócolos e espinafres adicionam fibras e compostos antioxidantes. Por sua vez, os citrinos adicionam vitamina C e podem ser consumidos como fruta fresca ou em sobremesas simples. Garantir a presença diária de vegetais e frutas contribui para um padrão alimentar mais protetor, especialmente quando se priorizam confeções suaves que facilitam a digestão.
Por sua vez, Miriam Piqueras, médica, alerta para alguns sinais funcionais que podem servir como sinal de alerta, como uma maior dificuldade em levantar-se de uma cadeira, subir escadas ou manter o ritmo habitual ao caminhar. “Perante estes sinais, é aconselhável rever a alimentação e consultar um profissional, seja presencialmente ou através de vídeo consulta. Um plano nutricional adaptado, que garanta uma ingestão correta de proteínas, faz uma diferença significativa no bem-estar dos idosos durante os meses frios”, conclui.
Fonte: TecnoAlimentar
A CropLife Portugal deu este ano continuidade ao projeto educativo “Agricultura é Vida”, reforçando o compromisso assumido em 2025 de sensibilizar alunos, professores e comunidade escolar para a importância vital do agricultor e da agricultura moderna.
A primeira sessão de 2026 realizou-se na Escola EB Santo António de Tercena, em Oeiras, dando início a um novo ciclo de visitas promovido em parceria com o Município de Oeiras, no âmbito do programa Educa+.
Esta ação teve a colaboração da Associação de Produtores de Maçã de Alcobaça, que disponibilizou a sua mascote para animar a sessão e entregar brindes às crianças para poderem levar maçãs para o lanche da escola.
Ao longo das próximas semanas, o projeto irá ainda passar pelo Centro Educativo Padre António de Oliveira (15 de abril), pela Escola EB Dr. Joaquim de Barros (21 de abril) e pela Escola EB1 António Rebelo de Andrade (14 de maio, data a confirmar). Cada sessão mantém o formato dinâmico e interativo que caracteriza o programa, destinado a aproximar os mais novos da agricultura e a reforçar a compreensão do seu papel na produção de alimentos seguros, saudáveis e acessíveis.
Durante a atividade, os alunos são convidados a explorar as várias dimensões da agricultura — social, económica e ambiental — através de conteúdos audiovisuais como “A PAC Explica” e “Um Enigma entre as Laranjas”. De forma clara e adaptada à idade, é destacada a importância da agricultura na preservação da biodiversidade, na proteção do ambiente, na prevenção de incêndios e na coesão territorial.
O momento mais inspirador da sessão é o testemunho de agricultores convidados que partilham a sua experiência de vida no campo, aproximando a realidade agrícola do dia a dia escolar.
No final de cada ação, cada escola recebe um Abrigo de Polinizadores, gesto simbólico que reforça a relação entre biodiversidade e produção agrícola sustentável.
“Pretendemos dar continuidade à dimensão educativa das nossas iniciativas, reforçando a ligação entre agricultura e biodiversidade. A instalação de abrigos de polinizadores nas escolas é um exemplo simples e real do impacto que pequenos gestos podem ter na preservação dos ecossistemas e na produção segura e sustentável de alimentos”, afirmou o Diretor Executivo da CropLife Portugal, João Cardoso, citado em comunicado.
O projeto encontra-se aberto à participação de outras escolas que desejem receber estas ações.
Fonte: TecnoAlimentar
Portugal pode estar prestes a mudar a forma como começamos o dia. Um grupo de investigadores nacionais desenvolveu um processo inovador que transforma leguminosas — como grão‑de‑bico, feijão e tremoço — numa bebida torrada e aromática capaz de substituir o café tradicional, sem cafeína e com pegada ambiental reduzida.
A iniciativa, ainda em fase de testes avançados, está a despertar curiosidade dentro e fora do país. O segredo está numa técnica de torrefação e moagem que realça compostos aromáticos naturalmente presentes nas leguminosas, criando um sabor surpreendentemente próximo do café, mas com um perfil nutricional mais rico e sustentável.
“Estamos a provar que é possível manter o ritual do café sem depender de culturas tropicais ou de cadeias de produção intensivas”, explica a equipa responsável pelo projeto, que destaca o potencial agrícola das leguminosas portuguesas e a oportunidade de valorizar produtos locais.
Além de ser uma alternativa para quem evita cafeína, a bebida promete benefícios adicionais: é rica em fibra, tem baixo impacto ambiental e pode ajudar a diversificar a produção agrícola nacional. Vários chefs e baristas já começaram a experimentar o produto, descrevendo-o como “uma surpresa agradável” e “um novo território de sabor”.
Se tudo correr como previsto, a bebida poderá chegar ao mercado nos próximos meses, posicionando Portugal na linha da frente da inovação alimentar sustentável. Uma revolução discreta, mas com aroma intenso.
Fonte: Qualfood
A proteção das culturas contra pragas e doenças é uma preocupação fundamental na agricultura, e encontrar estratégias sustentáveis e eficazes representa um desafio para a agronomia. Nesse sentido, o grupo de Entomologia Agrícola do Departamento de Agronomia da Universidade de Córdoba, Espanha, trabalha no desenvolvimento de métodos de biocontrole baseados no uso de fungos entomopatogénicos que podem infectar insectos causadores de pragas. O grupo acaba de publicar uma descoberta sobre esses agentes fúngicos que os torna uma ferramenta poderosa para a proteção das culturas.
A pesquisa descobriu a capacidade de um microvírus - um tipo de vírus que infecta e se replica dentro de fungos - de aumentar a virulência com que um fungo entomopatogénico infecta insectos. O grupo comparou duas variantes da mesma cepa fúngica: uma infectada com um micovírus e a outra não infectada. O estudo demonstrou que a cepa infectada com o micovírus - a cepa natural - foi capaz de infetar o insecto e causar a sua morte, enquanto a cepa não infectada com o micovírus - a cepa obtida pelos investigadores - não causou doença.
Esta pesquisa, publicada na revista Virulence, oferece uma nova perspectiva sobre a associação entre fungos entomopatogénicos e micovírus destacando a influência significativa que esses fungos exercem sobre a patogenicidade dos seus hospedeiros.
Leia o artigo aqui.
Fonte: Agrodigital
O Ministério do Ambiente e Energia reformulou o regime de cálculo da remuneração das centrais de biomassa, passando a atribuir maior peso ao contributo de cada unidade na gestão integrada de fogos rurais.
De acordo com a comunicação do Executivo, a alteração procura reforçar o papel destas centrais na prevenção de incêndios e na gestão florestal.
Com a nova portaria, a remuneração das centrais passa também a estar indexada à área ardida na respetiva região de influência, num período de referência até três anos.
Segundo a informação divulgada, esta solução pretende evitar penalizações por pequenos incêndios ou benefícios indevidos em situações em que o território tenha sido devastado pelas chamas no ano anterior, como acontecia no anterior regime legal.
O ministério sustenta que essas situações distorciam a lógica da remuneração aplicada ao setor. Ao valorizar positivamente o contributo das centrais de biomassa na prevenção dos incêndios, ficam criadas condições para uma valorização da tarifa fixa em função do papel ativo de cada central na gestão da floresta.
As remunerações destas centrais assentam em duas componentes: um prémio de mercado e um prémio para a gestão integrada de fogos rurais e proteção da floresta. Ambos são definidos em euros por megawatt-hora de eletricidade injetado na Rede Elétrica de Serviço Público.
A nova portaria corresponde à primeira alteração do diploma que fixou os suplementos remuneratórios atribuídos às centrais de valorização de biomassa.
De acordo com o Governo, a nova legislação pretende ir além da energia elétrica produzida e injetada na rede, incentivando o papel que estas centrais podem desempenhar no planeamento e na gestão da floresta, com o objetivo de a defender e preservar de incêndios rurais.
Fonte: Vida Rural
Subscreva a Base de dados Qualfood Negócios!