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A Eurest lançou o quarto volume do livro “Grandes Sabores Sem Desperdício”, que reúne receitas e dicas para o aproveitamento integral dos alimentos, desenvolvidas pelos chefs de cozinha da Eurest. Publicação está disponível para download gratuito

O livro tem receitas nutritivas e acessíveis, pensadas para quem quer ter uma alimentação mais sustentável, sem abdicar do prazer de cozinhar. Tal como nas edições anteriores, o livro nasce do concurso anual “Eurest Chef – Stop Food Waste”, iniciativa que desafia todos os colaboradores a criarem receitas que juntem sabor, criatividade e sustentabilidade, recorrendo a partes dos alimentos habitualmente desperdiçadas ou reaproveitando sobras. Este ano, das 51 receitas a concurso, doze participaram na final do evento Eurest Chef 2025 - Stop Food Waste, onde cada finalista confecionou a sua receita para um painel de jurados. A receita vencedora foi Pudim de Peixe, confecionada pelo Chef Filipe Magalhães.

Henrique Leite, Diretor Geral da Eurest Portugal, afirma, citado em comunicado da empresa, que a redução do desperdício alimentar permite cuidar do planeta e mostrar “que é possível inovar e criar valor de forma responsável”.

O livro está disponível para download aqui

Fonte: TecnoAlimentar

A quinoa já teve o seu momento de glória — e com razão. É versátil, rica em nutrientes e isenta de glúten, tornando-se numa favorita dos consumidores mais atentos à saúde em todo o mundo. No entanto, se ainda não ouviu falar muito sobre o sorgo, talvez seja altura de olhar com mais atenção. O sorgo, um cereal ancestral que está a regressar em força, tem tudo para se tornar na próxima grande tendência das dietas modernas.

A Sorghum United Foundation, é uma fundação comprometida em promover o uso de cereais ancestrais para a saúde humana e animal, a adaptação climática e o empoderamento económico das zonas rurais. O trabalho assenta numa verdade simples: " os cereais autóctones não são relíquias do passado — são ferramentas essenciais para o futuro.” O que muitos desconhecem é que o sorgo tem alimentado pessoas há milhares de anos, desde África à Ásia e às Américas. E, ainda assim, em muitas partes do mundo continua a ser um tesouro escondido. Isso, porém, está a mudar rapidamente, à medida que mais pessoas descobrem que o sorgo é rico em proteínas, fibras, antioxidantes e nutrientes essenciais como o ferro e o magnésio. E, tal como a quinoa, é naturalmente isento de glúten e contribui para tudo, desde os níveis de energia à saúde digestiva.

“Investir em cereais ancestrais é investir num futuro mais diverso, mais nutritivo e mais resiliente. Não esperemos que seja a crise a forçar a nossa mão. As respostas já estão no nosso solo e na nossa história. Está na hora de trazer o sorgo de volta ao centro dos nossos pratos, das nossas economias e do futuro do planeta.”

Este cereal resiliente prospera em zonas propensas à seca, pois necessita de muito menos água e cuidados do que a maioria das culturas alimentares. Isto é crucial num mundo onde as alterações climáticas estão a afetar aquilo que comemos, e o sorgo está rapidamente a tornar-se numa cultura que beneficia os agricultores, o planeta e a nossa segurança alimentar.

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Fonte:iAlimentar

 

A água de irrigação contaminada é uma via significativa pela qual os patógenos transmitidos por alimentos são introduzidos nos produtos. Neste contexto, um novo estudo avaliou a eficácia de um tratamento comercial da água pré-colheita, especificamente, o cocktail de bacteriófagos líticos SalmoFresh, contra a Salmonella Infantis.

Para o estudo, os investigadores utilizaram uma matriz de água agrícola de teste controlado (TAW) com pH de 6,5 e 8,4 e 4–100 unidades nefelométricas de turbidez (NTU), bem como água natural de lagoa (autoclavada e não esterilizada) a temperaturas de 12 °C e 32 °C. Ambas as configurações de água foram inoculadas com S. Infantis resistente ao ácido nalidíxico e tratadas com SalmoFresh. Os tempos de tratamento com fagos variaram entre cinco e 30 minutos.
Na água da lagoa, reduções significativas ocorreram apenas na concentração mais alta de fagos após 30 minutos a 32 °C. Temperaturas mais baixas produziram uma eficácia ligeiramente reduzida, provavelmente devido à diminuição da atividade metabólica bacteriana.

O protocolo da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA)/Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) exige uma redução de 3 log CFU/mL em 5 minutos para aprovação antimicrobiana, e a redução máxima alcançada pelo SalmoFresh ficou aquém do exigido no estudo. Comparativamente, desinfetantes químicos como o cloro e o ácido peracético (PAA) demonstraram reduções maiores ou iguais a 3 log em condições semelhantes. No entanto, os tratamentos com fagos mostraram resiliência em diferentes qualidades de água, incluindo altas contagens de coliformes e matéria orgânica, sugerindo uma potencial utilidade como tratamento complementar.

Pesquisas anteriores apoiam uma abordagem de obstáculos, combinando fagos com desinfetantes químicos para aumentar a eficácia.

Fonte: Food Safety Magazine

A inflação está a moldar os hábitos de compra dos portugueses, com efeitos particularmente visíveis entre os mais jovens. De acordo com o mais recente estudo da Too Good To Go, 76% dos consumidores em Portugal já alteraram os seus hábitos de compra devido à subida dos preços dos alimentos. Entre os jovens de 18 a 24 anos, este impacto é ainda mais acentuado: 86% afirmam ter-se adaptado à nova realidade económica.

Segundo este estudo, o gasto médio mensal em supermercados situa-se atualmente nos 265€ por pessoa, e mais de metade dos portugueses (51%) vai às compras uma ou duas vezes por semana. Na hora de escolher onde comprar, a maioria prefere os hipermercados (80%), enquanto os restantes optam pelas lojas de bairro ou recorrem às compras online, sendo a camada mais jovem, entre os 18 e os 34 anos, a que mais utiliza o canal digital (34%).

 Mudança nos padrões de compra dos portugueses

A inflação não afeta apenas o montante gasto, mas também as escolhas de produtos e os comportamentos de compra. O estudo demonstra que 86% dos consumidores compra mais produtos de marca própria e 80% optam por alternativas mais acessíveis (descontos, formatos familiares, produtos mais baratos), refletindo uma atenção crescente aos preços e à relação qualidade-preço.

 Muitos portugueses também ajustaram os seus hábitos de compra, fazendo compras mais pequenas e frequentes (64%) ou recorrendo à compra a granel (54%), de forma a controlar melhor os gastos, evitar desperdícios e adotar um consumo mais consciente e planeado.

As mudanças refletem-se também nos produtos consumidos. Entre os alimentos cujo consumo mais diminuiu estão o peixe (52%), a carne (47%), bem como outros produtos essenciais como os legumes, vegetais, a fruta e os ovos. Apesar das dificuldades, os portugueses continuam atentos à sustentabilidade: 8 em cada 10 estariam dispostos a mudar de supermercado para outro que ofereça o mesmo, mas com maior compromisso ambiental. Para o supermercado do futuro, os consumidores desejam que seja mais económico (82%), mais sustentável (57%) e com mais produtos locais (50%).

Fonte:Grande Consumo

A Comissão Europeia lançou uma nova estratégia para duplicar até 2040 o número de jovens agricultores na União Europeia (UE), definindo um plano de ação para apoiar e atrair novas gerações para o setor agrícola.

De acordo com o comunicado de imprensa, a “Estratégia para a Renovação Geracional na Agricultura” traça um roteiro com medidas concretas para reforçar o acesso dos jovens à terra, ao financiamento e à formação, com o objetivo de que, dentro de 15 anos, os jovens e novos agricultores representem cerca de 24% do total de produtores europeus.

A Comissão recomendará que os Estados-Membros, sobretudo os que apresentam maior atraso, destinem pelo menos 6% das suas despesas agrícolas a medidas de renovação geracional, podendo reforçar esse valor com recursos adicionais.

A estratégia prevê que, até 2028, os Estados-Membros elaborem estratégias nacionais para a renovação geracional na agricultura, identificando os principais obstáculos e definindo medidas de apoio específicas com base nas recomendações da Comissão

A nota de imprensa também refere que estes planos deverão ser acompanhados por relatórios periódicos sobre os progressos alcançados, garantindo, em conjunto, um setor agrícola mais sustentável, resiliente e atrativo para o futuro.

Execução da estratégia: Próximos passos para a renovação geracional

A estratégia pretende apoiar e capacitar a próxima geração de agricultores da União Europeia, reconhecendo que os jovens enfrentam desafios próprios que exigem respostas direcionadas em todos os níveis de governação — europeu, nacional e regional — e em todas as áreas de política.

 Para concretizar estes objetivos, a estratégia define cinco alavancas de ação principais: acesso à terra, financiamento, desenvolvimento de competências, melhoria das condições de vida nas zonas rurais e apoio à sucessão agrícola.

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Fonte: Vida Rural

Financiado pela União Europeia com 6,5 milhões de euros, o projeto vai desenvolver soluções naturais e sustentáveis para combater bactérias que causam grandes perdas nas culturas hortícolas.

O projeto europeu POMATO foi oficialmente lançado com o objetivo de enfrentar as doenças bacterianas que afetam as culturas de batata e tomate, duas das hortícolas mais relevantes para a alimentação e a economia global. Financiado pela União Europeia, ao abrigo do programa Horizonte Europa, com um orçamento total de 6,5 milhões de euros, o projeto pretende desenvolver estratégias sustentáveis e seguras que permitam reduzir as perdas agrícolas e reforçar a resiliência dos sistemas alimentares na Europa e na América Latina.

Duas bactérias sob vigilância

O POMATO centra-se no combate a duas bactérias particularmente destrutivas: Clavibacter sepedonicus, responsável pela podridão anelar da batata, e Ralstonia solanacearum, que causa murchidão bacteriana em diversas espécies, incluindo o tomateiro.
Ambos os microrganismos estão classificados como pragas de quarentena A2 pela Organização Europeia e Mediterrânica para a Proteção das Plantas (EPPO), representando riscos significativos para a agricultura e para o comércio internacional.

Para enfrentar esta ameaça, o projeto vai desenvolver estratégias integradas de gestão de pragas (IPM), baseadas em soluções naturais e ambientalmente seguras. Estas incluem tecnologias avançadas de deteção precoce, métodos de controlo biológico e ferramentas digitais de apoio à decisão para agricultores e técnicos.
As soluções serão avaliadas de acordo com o quadro Safe and Sustainable by Design (SSbD), garantindo a segurança, sustentabilidade e viabilidade das práticas desde a fase de conceção até à aplicação em campo.

Os ensaios experimentais vão decorrer tanto em estufas controladas como em campos naturalmente infetados, em vários países da Europa e da América Latina, assegurando que as tecnologias desenvolvidas podem ser adaptadas a diferentes condições agrícolas e climáticas.

Portugal contribui com tecnologia e sustentabilidade

Em Portugal, o Food4Sustainability desempenha um papel essencial no POMATO, apoiando a disseminação e valorização das inovações do projeto através de atividades de envolvimento com diferentes atores e partes interessadas.
A instituição portuguesa será também responsável pela aquisição de imagens de drones em campos de tomate infetados e pelo desenvolvimento de modelos baseados em inteligência artificial para deteção precoce de doenças, além de participar na validação de ensaios de campo em culturas europeias de batata e tomate.

Fonte: CiB

Serrão: a nova marca de pão tradicional

  • Tuesday, 21 October 2025 16:47

O icónico pão tradicional da Serra da Estrela passa a ter uma identidade própria, comum a toda a gama. A nova marca – Serrão – abrange cinco variedades, facilmente identificáveis pelas cores associadas a cada pão: amarelo (Centeio), laranja (Multigrãos), roxo (Integral), castanho (Trigo) e verde-água (Aveia). Com uma receita feita apenas com ingredientes naturais, sem aditivos nem conservantes artificiais, Serrão afirma-se como a nova marca de pão tradicional do Museu do Pão.

Mantendo a autenticidade de um pão feito à mão, na Serra, e com uma receita elaborada com ingredientes 100% naturais, Serrão permite desfrutar de pão fresco por muito tempo. O conceito inspira o divertido claim da marca: “Frescura Looooooonga – a menos que o comas já!”, transmitindo de forma clara que ninguém resiste a um pão tão saboroso.

Localizado na Serra da Estrela, o Museu do Pão é também um dos maiores espaços museológicos do país e o maior do mundo dedicado ao tema.

 

Fonte: iAlimentar

Com o apoio de investigadores financiados pela UE, os agricultores de toda a Europa estão a adotar uma gestão de pragas mais inteligente e melhor integrada, que protege as culturas e reduz o uso de produtos químicos, sem diminuir os lucros.

Os investigadores estão a utilizar métodos naturais de controlo de pragas, como joaninhas. 
Na ensolarada Tourinha, uma pequena cidade a norte de Lisboa, o agricultor Bruno Neves caminha orgulhosamente pelos seus campos e estufas cheias de alface e pepinos. Na época do Natal, haverá também o tradicional repolho de Natal português. Joaninhas, moscas-das-flores e outros insetos zumbem no ar, pequenos aliados na sua missão de cultivar colheitas saudáveis.

«Eu crio boas condições para os insetos viverem na minha quinta», disse Neves, que trabalha arduamente para limitar o uso de pesticidas químicos. «Não podemos lutar contra a natureza, devemos vê-la como nossa amiga.»

A natureza em primeiro lugar
A sua abordagem reflete a essência de um método de agricultura conhecido como gestão integrada de pragas (GIP). Oferece uma forma inteligente e ecológica de proteger as culturas, trabalhando com processos naturais em vez de depender principalmente de produtos químicos.

O GIP combina técnicas como a rotação de culturas e variedades resistentes a pragas. Também aplica controlos biológicos, como joaninhas, vespas parasitas e fungos benéficos, para manter as pragas sob controlo.
É importante referir que os pesticidas não são totalmente proibidos, mas são utilizados com a maior moderação possível e de forma a minimizar os riscos para a saúde humana, para os organismos benéficos, como abelhas, joaninhas ou fungos que protegem as plantas de agentes patogénicos, e para o ambiente.

Neves é um dos muitos agricultores na Europa que têm vindo a experimentar o GIP no âmbito de uma iniciativa financiada pela UE denominada IPMWORKS, que decorreu entre 2020 e abril de 2025.

«O objetivo do IPMWORKS é cultivar culturas saudáveis e gerir as doenças, ervas daninhas e pragas das culturas, reduzindo simultaneamente a utilização de pesticidas», afirmou Nicolas Munier-Jolain, do Instituto Nacional de Investigação para a Agricultura, Alimentação e Ambiente de França, que coordena a equipa de investigação do IPMWORKS.

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Fonte: Horizon

 

21 Outubro | Dia Internacional da Maçã

  • Monday, 20 October 2025 14:55

Celebrado anualmente a 21 de outubro, o dia Internacional da Maçã surgiu em 1990 durante a 1ª Conferência Mundial sobre a Maça, realizada em Turim, Itália.

O objetivo do dia é consciencializar as pessoas sobre os benefícios deste fruto e promover o seu consumo.

Sendo rica em nutrientes, a maçã oferece inúmeros benefícios para a saúde. Esta fruta, não contém gorduras e é constituída por compostos que combatem o colesterol, razão pela qual é uma fruta muito recomendada pelos médicos.

A maçã beneficia ainda as células nervosas e estimula os mecanismos cerebrais ligados à memória. É uma fruta aliada do cérebro que deve ser ingerida nas pausas do trabalho ou do estudo. 

Existem mais de 7500 variedades de maçã cultivadas por todo o mundo e cada variedade tem as suas próprias características, como sabor, textura e cor.

O UC Exploratório e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) celebram o Dia Internacional da Maçã com uma prova de degustação de algumas variedades regionais de maçãs conservadas na Estação Agrária de Viseu. 

Esta ação pretende dar a conhecer variedades de maçãs menos comuns, bem como o trabalho de conservação genética feito na Estação Agrária de Viseu, cuja coleção conta com 274 variedades regionais de maçã, incluindo os clones de Bravo de Esmolfe DOP. 

Disseminar este trabalho, valorizar o vasto património vegetal de elevado interesse agronómico e económico e tornar acessível o conhecimento produzido na CCDR Centro são alguns dos objetivos desta atividade. 

Fonte: Agroportal

Portugal destaca-se entre os países europeus com menor teor médio de sal e açúcar nos alimentos, apresentando valores mais baixos de sal em produtos de padaria, refeições pré-preparadas e queijos, e de açúcar em refrigerantes e bolos e bolachas doces.

Os dados foram revelados no Dia Mundial da Alimentação, com a publicação do Relatório Anual 2024 do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS) da Direção-Geral da Saúde (DGS), que destaca os avanços na melhoria da oferta alimentar e uma maior capacidade de resposta dos Cuidados de Saúde Primários (CSP) na área da nutrição.

O documento apresenta, também, os dados mais recentes relativos ao imposto especial de consumo sobre as bebidas açucaradas, confirmando o impacto positivo desta medida na reformulação do teor de açúcar das bebidas e, consequentemente, na saúde dos consumidores. Entre 2017 e 2024, verificou-se uma redução de 39% nas bebidas com maior teor de açúcar (=8g/100mL). Este efeito, mantido ao longo do tempo, demonstra o papel decisivo das políticas fiscais na promoção de ambientes alimentares mais saudáveis.

Nas categorias como cereais de pequeno-almoço, iogurtes e produtos de charcutaria, o teor médio de sal e açúcar continua acima da média europeia, demonstrando a necessidade de continuar a investir na reformulação dos produtos alimentares em Portugal.

Os resultados agora divulgados sugerem ainda que as medidas regulatórias são mais efetivas do que os acordos voluntários, já que a redução de açúcar foi significativamente superior nos refrigerantes sujeitos à taxação (-25,7%) do que nas categorias apenas abrangidas por compromissos voluntários (-14,8%).

Pela primeira vez, este Relatório inclui também dados relativos à resposta dos CSP na área da nutrição. Em 2024, realizaram-se quase 137 mil consultas de nutrição nos CSP, o que representa um aumento de 30% face a 2022. 

Os dados do registo do excesso de peso e da obesidade nos cuidados de saúde primários mantêm uma evolução positiva. Estes dados poderão representar uma melhoria do desempenho do SNS na identificação de pessoas com pré-obesidade e obesidade, bem como do seu registo como diagnóstico clínico. 

O Relatório está disponível aqui.

Fonte: DGS