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Uma equipa de investigação da Estación Experimental del Zaidín, do Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), em Granada, Espanha, concluiu que nem todas as bebidas de soja proporcionam os mesmos benefícios nutricionais ao organismo. Após avaliar diferentes tipos deste alimento, determinou-se que as versões enriquecidas com cálcio ou com maior teor de proteínas apresentam quantidade e qualidade superiores de micronutrientes essenciais, tanto antes como depois da digestão.

O processo digestivo 'in vitro', a que foram submetidas as diferentes amostras, reproduz as fases pelas quais passam os alimentos no ser humano. Assim, os peritos avaliaram o comportamento nutricional, antes e depois da digestão, de cinco tipos de bebidas comerciais de soja, incluindo as enriquecidas com cálcio, com elevado teor de proteínas ou com baixo teor de gordura. No artigo “Analysis of Antioxidant Properties, Mineral Composition and Fatty Acid Profiles of Soy-Based Beverages Before and After an In Vitro Digestion Process”, publicado na revista Antioxidants, são apresentados os resultados do estudo.

Entre as conclusões mais relevantes está o facto de algumas das bebidas estudadas perderem parte da sua capacidade antioxidante após a digestão. Isto significa que nem todos os benefícios indicados na embalagem se mantêm após o consumo. “No entanto, também se verificou que as bebidas enriquecidas com cálcio têm um teor de cálcio semelhante ao do leite de vaca, o que pode ser positivo para a saúde óssea, uma vez que este cálcio é biodisponível, ou seja, pode ser absorvido de forma eficaz pelo organismo”, afirma a investigadora do CSIC, Cristina Delgado, autora do artigo.

A investigação conclui que, embora as bebidas de soja sejam, em geral, uma boa opção nutricional, nem todas têm o mesmo efeito no organismo.

Leia o artigo completo aqui.

Desde meados dos anos 50 até ao início dos anos 90 do século XX, as políticas públicas de apoio à A ANPIFERT – Associação Nacional de Produtores e Importadores de Fertilizantes considera essencial promover boas práticas de nutrição vegetal, assentes no rigor técnico e no equilíbrio entre as necessidades das culturas e a preservação dos solos. Só assim poderemos, enquanto sector, garantir a produtividade e sustentabilidade dos solos agrícolas portugueses a longo prazo.

Neste artigo, revemos os princípios dos 4C’s – produto Certo, dose Certa, momento Certo e local Certo – como base para uma fertilização eficiente e responsável..

Leia o artigo aqui.

 

Fonte: Agroportal

 

Comunicado | Febre do Nilo Ocidental

  • Thursday, 25 September 2025 13:37

Desde janeiro até 15 de setembro de 2025, foram detetados 272 focos de infeção pela Febre do Nilo Ocidental (FNO) em animais na Europa, com predominância de ocorrências em Itália (216 focos). Adicionalmente, foram notificados focos noutros Estados-Membros, incluindo Alemanha, Áustria, Croácia, Espanha, Estónia, França, Grécia e Hungria.

No que se refere à distribuição por espécies afetadas, os focos em equídeos foram reportados na Alemanha, Croácia, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália e Áustria. Relativamente às aves, os focos foram identificados na Alemanha, Espanha, Itália, Áustria e Estónia.

Até à data, Portugal não tem ainda nenhum foco de doença declarado.

Relativamente aos casos de infeção humana, até à data de 10 de setembro de 2025, nove países europeus notificaram casos confirmados de infeção por FNO: Itália (500 casos), Grécia, Sérvia, França, Roménia, Hungria, Espanha, Albânia e Bulgária. No total, foram confirmados 652 casos humanos, representando um aumento significativo face aos 514 casos registados no mesmo período de 2024. Destaca-se o caso de Espanha, que, embora com um número absoluto inferior, assume relevância epidemiológica acrescida, com cinco casos confirmados até à data indicada.

Reforçamos assim a importância da profilaxia para esta doença, com especial enfoque na vacinação de equídeos. Qualquer suspeita de doença deverá ser notificada de imediato à DGAV.

Deverão ainda ser tomadas todas as medidas preconizadas para evitar a formação/manutenção de “criadouros” de insetos.

Fonte: DGAV

A partir de 1 de janeiro de 2025 foi introduzido um “10º dígito” nos códigos da NC, identificando com maior precisão as exportações associadas às indicações geográficas – Denominações de Origem Protegida (DOP) ou Indicações Geográficas Protegidas (IGP).

Com o objetivo de conferir maior rigor e detalhe na informação estatística disponibilizada sobre a atividade do sector vitivinícola nacional e designadamente permitir uma melhor compreensão da sua dinâmica nas diferentes regiões em matéria de exportações, fruto de insistentes e reiterados pedido do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV, I.P.), o Instituto Nacional de Estatística (INE, I.P.) procedeu a uma atualização dos códigos da NC, para os vinhos produzidos em Portugal.

Esta atualização, muito ambicionada pelo Setor, consistiu na introdução de um “10.º dígito” nos códigos da NC, e consequentemente permitirá obter informação rigorosa relativa à origem de todas as regiões vitivinícolas, no âmbito da exportação de vinho.

De salientar que esta informação resulta das comunicações dos agentes económicos ao INE.

Aceda aqui à Nota Informativa nº 11/2025 com a síntese dos dados decorrentes das declarações feitas pelos agentes económicos, junto do INE, no primeiro semestre de 2025, relativos às exportações de vinho nacional certificado, por entidade certificadora.

Salienta-se que de acordo com os dados globais do 1.º semestre, os vinhos certificados nacionais (vinho tranquilo, vinho licoroso, espumantes e espumosos, frisantes), que estão a ser declarados ao INE, pelos agentes económicos, representam apenas 0,05% do valor total das exportações deste período, o que indica a importância de uma maior sensibilização dos agentes económicos para adesão a este importante mecanismo de declaração.

Fonte: IVV

Os resultados preliminares do ensaio de produção de arroz com rega gota-a-gota, realizado nos campos demonstrativos da Agroglobal, em Santarém, comprovam que esta tecnologia viabiliza a integração do arroz numa rotação de culturas anuais, como por exemplo o milho e o tomate, ajudando também a melhorar o controlo das infestantes do arroz e a reduzir o consumo de água.

O consórcio, é unânime em considerar que os resultados preliminares do ensaio são promissores, antevendo-se uma solução de futuro para a cultura do arroz.

O arroz carolino, da variedade Teti, foi semeado num solo arenoso que estava inculto há algum tempo. O Teti destaca-se pela sua elevada vitrosidade e resistência a doenças como a piriculária e a fusariose. No ensaio foram semeados 190 kgs. 

“O facto de o solo ser arenoso, torna a eficiência da rega ainda mais importante. A flexibilidade do sistema de rega gota-a-gota como uma grande vantagem: “não é necessário mudar a manga, o filtro, a bomba, nem a própria fita, uma vez que o mesmo sistema de rega serve para várias culturas”.

Gonçalo Canha, consultor agrícola, considera que a rega gota-a-gota no arroz “é uma boa solução, principalmente quando os orizicultores têm cada vez mais dificuldade em controlar as infestantes”, e recorda “quando fizemos o primeiro ensaio no Mondego quase que nos chamaram malucos, mas hoje os agricultores já veem esta técnica com bons olhos e, sobretudo, como uma alternativa para integrar numa rotação de culturas com o milho e o tomate”. 

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Fonte: Agronegócios

 

A Comissão Europeia assinalou esta terça-feira o Dia Europeu da Agricultura Biológica com a cerimónia de entrega dos Prémios Europeus da Produção Biológica 2025, que distinguem os principais intervenientes da cadeia de valor da produção biológica desde agricultores, PME e retalhistas a restaurantes, até cidades e regiões. Foram atribuídos sete prémios em seis categorias, reconhecendo projetos inovadores, sustentáveis e inspiradores que contribuem para a excelência do setor biológico europeu.

Entre os vencedores, destacou-se a cidade do Alto Tâmega, Valpaços, distinguida como Cidade Biológica Europeia de 2025. O galardão reconhece o compromisso da cidade transmontana com práticas sustentáveis, a promoção de produtos locais e a integração da produção biológica na estratégia de desenvolvimento regional. O município português, com mais de 14 500 habitantes, é líder nacional em agricultura biológica e em sustentabilidade integrada, contando com 516 produtores biológicos certificados, o maior número em Portugal. A educação para a sustentabilidade, as medidas ambientais e a inovação estão no centro da sua estratégia, apoiadas por uma liderança política empenhada, pela cooperação interinstitucional e por políticas inclusivas. Os “tesouros biológicos” de Valpaços incluem produtos DOP e IGP premiados, como vinho, azeite, amêndoas, castanhas e mel.

O Comissário Europeu para a Agricultura e a Alimentação, Christophe Hansen, declarou: «Os vencedores dos Prémios Europeus da Produção Biológica são exemplos brilhantes do que o movimento biológico na Europa pode alcançar: combinam os mais elevados padrões ambientais com resiliência económica e envolvimento social. O seu trabalho demonstra que a agricultura biológica não só produz de uma forma sustentável, como também constroi comunidades e molda o futuro. Hoje celebramos as suas conquistas e homenageamos a força e o potencial de todo o setor biológico na Europa.»

Saiba mais.

Fonte: Agroportal

A gripe das aves foi detetada, em aves selvagens, em Lisboa e Leiria, elevando para 24 o número de focos confirmados este ano, segundo dados da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

No concelho da Lourinhã, distrito de Lisboa, foi detetada a gripe das aves numa gaivota, à semelhança do que aconteceu nas Caldas da Rainha, em Leiria.

Já na Marinha Grande, igualmente no distrito de Leiria, foi detetada uma gaivota-prateada com o vírus da gripe das aves.

Este ano, já foram confirmados, em Portugal, 24 focos de infeção pelo vírus da gripe das aves.

Só em Setembro foram detetados quatro focos.

A DGAV tem vindo a pedir a todos os detentores de ave que cumpram as medidas de biossegurança e as boas práticas de produção, evitando os contactos entre aves domésticas e selvagens.

Qualquer suspeita de infeção pela gripe das aves deve ser reportada à DGAV.

A transmissão do vírus para humanos acontece raramente, tendo sido reportados casos esporádicos em todo o mundo. Contudo, quando ocorre, a infeção pode levar a um quadro clínico grave.

Fonte: Agroportal

Dia Nacional da Sustentabilidade evidencia desafios e conquistas rumo à neutralidade carbónica até 2050

No âmbito do Dia Nacional da Sustentabilidade, celebrado a 25 de setembro, a atenção volta-se para o papel transformador da Indústria do Vidro de Embalagem em Portugal. Mais do que um material – resistente, versátil e infinitamente reciclável –, o vidro tornou-se símbolo de compromisso ambiental, representando uma resposta eficaz aos desafios da transição energética e da economia circular.

Nas últimas três décadas, o sector do vidro de embalagem registou avanços marcantes. Reduziu 30% do consumo energético, mais de 50% das emissões de CO₂ e 80% do consumo de água, evidenciando uma aposta contínua na modernização industrial e eficiência dos processos. Atualmente, garrafas e frascos de vidro fabricados em Portugal já incorporam mais de 50% de vidro reciclado, uma conquista que reforça a circularidade do material e a diminuição do impacto ambiental.

 Desafios atuais e futuros

Apesar dos resultados positivos, o sector reconhece que ainda há muito a fazer. A meta europeia aponta para 75% de reciclagem das embalagens de vidro até 2030, mas Portugal recicla apenas 56% das embalagens colocadas no mercado, segundo dados do Eurostat (2023). A limitação está menos relacionada com a capacidade industrial e mais com as falhas na deposição e recolha das embalagens usadas. O compromisso da indústria é claro: substituir o gás natural por energia renovável e aumentar a incorporação de casco de vidro no processo produtivo são imperativos para acelerar a descarbonização.

 Saiba mais aqui.
Fonte: Grande Consumo

Quase três quartos dos portugueses (74%) dizem-se interessados pela segurança alimentar e 56% partem do princípio que os alimentos à venda são seguros, de acordo com um inquérito Eurobarómetro hoje divulgado.

Segundo os dados do inquérito especial sobre segurança alimentar, a média da União Europeia (UE) sobre o interesse no tema foi de 72% e, no que respeita à confiança nos produtos no mercado, Portugal só é ultrapassado pela Suécia (61%), estando muito acima da média neste ponto (UE 41%).

O custo é, por outro lado, o fator que mais influencia a decisão dos portugueses quando compram alimentos, com 68% dos inquiridos a escolherem essa opção, acima dos 60% na média da UE, o quinto valor mais elevado e com a opção do preço (podiam ser escolhidas três, incluindo sabor, origem, segurança e conteúdo nutricional) a ser a mais selecionada em 20 dos 27 Estados-membros.

Questionados sobre os principais riscos que associam aos alimentos, os portugueses optaram maioritariamente (34%) pela presença de contaminantes químicos (UE 28%).

Em linha com esta resposta, sobre que tópicos relacionados com segurança alimentar mais os preocupa, 72% dos inquiridos em Portugal selecionaram resíduos de pesticidas na comida, enquanto 71% da média da UE optaram por aditivos como cor, sabor e conservantes.

A presença de pesticidas nos alimentos é a principal preocupação dos portugueses (52%, UE 39%) e a primeira opção para comer melhor é a da redução das gorduras (57%), enquanto na UE (53%) de consumir mais frutas e legumes.

Os inquiridos em Portugal (85%, UE 89%) concordam ainda que os aspetos ambientais têm impacto na saúde e 83% (UE 86%) preocupam-se com as consequências dos estados das colheitas.

O bem-estar animal é um fator com impacto na saúde humana para 85% dos inquiridos em Portugal (UE 79%).

Por outro lado, a principal fonte de informação em Portugal sobre questões de segurança alimentar é a televisão (75%, UE 55%), sendo esta a taxa mais alta entre os 27 Estados-membros.

Portugal está ainda em segundo lugar na confiança em médicos como fonte segura da informação sobre riscos alimentares (95%, a par da Espanha e Suécia, ultrapassado pela Finlândia, com a Roménia a apresentar a menor taxa (76%) e a média da UE a situar-se nos 90%.

Uma maioria de 91% dos portugueses (UE 84%) confia também em investigadores públicos e universitários e 87% (UE 82%) em informação das organizações de consumidores.

Os agricultores são confiáveis para 92% dos inquiridos em Portugal (a segunda maior percentagem depois dos 94% da Finlândia), dez pontos percentuais acima da média europeia.

As autoridades nacionais são consideradas fidedignas para 87% dos inquiridos (UE 70%) e as europeias por outro tanto (UE 69%).

Em Portugal foram feitas 1037 entrevistas foram realizadas entre 26 de março e 16 de abril.

A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) publica o inquérito sobre segurança alimentar a cada três anos.

Fonte: Agroportal

Uma investigação conduzida pelo Centro Comum de Investigação (JRC) da Comissão Europeia revelou um cenário preocupante no mercado europeu de especiarias: mais de dois terços da canela à venda nos retalhistas da UE apresentam sinais de fraude, incumprimento da legislação alimentar ou potenciais riscos para a saúde. O estudo analisou 104 amostras recolhidas em 10 países da União Europeia, bem como no Reino Unido, Sérvia e Sri Lanka, e concluiu que 66% não cumpriam as normas internacionais de qualidade, infringiam a legislação comunitária ou excediam os limites legais de substâncias tóxicas.

O relatório surge no âmbito dos esforços da Comissão para combater a fraude no sector das ervas e especiarias — um mercado em forte crescimento e cada vez mais apetecível para práticas ilegais. Em 2023, a canela foi a quinta especiaria mais importada pela UE, a seguir ao gengibre, paprika, pimenta e curcuma.

Substituição e adulteração: as principais fraudes detetadas

A análise científica, baseada em quatro métodos inovadores desenvolvidos pelo JRC, foi além da já conhecida prática de substituir canela do Ceilão (Cinnamomum verum ou Cinnamomum zeylanicum Blume) — mais valiosa e aromática, originária do Sri Lanka — pela sua versão mais barata, cassia (Cinnamomum cassia ou Cinnamomum aromaticum), com sabor mais intenso e menor qualidade.

Os resultados mostram que cerca de 9% das amostras rotuladas como “Ceylon” eram, total ou parcialmente, cassia disfarçada, configurando fraude direta ao consumidor. A investigação também detetou outras formas de adulteração, como a substituição da casca — a parte tradicionalmente usada — por outras partes da árvore da canela, incluindo raízes, folhas e flores, com menor valor comercial e qualidade inferior.

Riscos à saúde: chumbo e cumarina acima dos limites

Para além da fraude comercial, o estudo revelou sérios riscos à saúde pública. Cerca de 9,6% das amostras ultrapassaram o limite legal de chumbo (2 mg/kg) definido pela legislação alimentar europeia. Mais grave ainda, 31 das amostras analisadas apresentaram níveis perigosos de cumarina, um composto natural presente na cassia que pode ser tóxico para o fígado — sobretudo em crianças — quando ingerido em grandes quantidades.

Outro dado preocupante foi a deteção de teores elevados de cinzas totais em cerca de 21% das amostras, um indicador de contaminação ou adulteração com substâncias não alimentares.

Falhas estruturais e necessidade de reforço nos controlos

O estudo salienta que as irregularidades detetadas são variadas e complexas, o que dificulta a sua deteção com métodos analíticos convencionais. Por isso, os cientistas recomendam a adoção de técnicas combinadas de rastreio e confirmação por parte dos laboratórios de controlo oficiais, para garantir análises mais precisas e eficazes.

A diversidade de práticas fraudulentas no mercado da canela mostra que não basta um único método de controlo”, refere o relatório. “É urgente desenvolver e aplicar metodologias padronizadas e reforçar a vigilância ao longo de toda a cadeia de abastecimento”.

Consumidor em risco

O crescente interesse dos consumidores europeus por produtos naturais e funcionais tem alimentado a procura de especiarias como a canela, o que, por sua vez, aumenta o risco de fraude. O facto de muitas embalagens serem rotuladas apenas como “canela” — sem especificar a origem ou variedade — facilita práticas enganosas e confunde os consumidores.

Os investigadores defendem que os resultados obtidos devem servir de base para definir novos limiares de referência para componentes específicos da canela e para estabelecer critérios claros para identificar produtos suspeitos. Tal permitiria intensificar a vigilância e permitir às autoridades atuar de forma mais eficaz.

Com a procura de canela a crescer na Europa e um histórico de adulteração difícil de detetar, o estudo do JRC é um alerta claro para produtores, distribuidores e autoridades de controlo: a fraude alimentar continua a ser um desafio significativo para a segurança dos consumidores e a integridade do mercado europeu.

A Comissão Europeia sublinha que é necessária cooperação estreita entre legisladores, laboratórios e indústria para garantir a rastreabilidade, transparência e conformidade em toda a cadeia de valor. Caso contrário, o risco de que produtos adulterados e potencialmente perigosos continuem a chegar às prateleiras europeias permanecerá elevado.

Fonte: Grande Consumo