Este guia técnico, desenvolvido pela FoodDrinkEurope em colaboração com a Fedima (Federation of European Manufacturers and Suppliers of Ingredients to the Bakery, Confectionery and Patisseries Industries ), oferece orientações práticas para apoiar pequenas e médias empresas (PMEs) no aumento do teor de grãos integrais em produtos de panificação em toda a Europa. Ele aborda a atual falta de definições e marcos regulamentares harmonizados para grãos integrais em nível da UE.
Principais conclusões e orientações:
Este guia fornece às padarias europeias o conhecimento técnico e as ferramentas práticas necessárias para aumentar o teor de grãos integrais no pão, melhorar a qualidade nutricional e contribuir para dietas mais saudáveis. Ao adotar inovações incrementais e boas práticas, as PMEs podem superar com sucesso os desafios técnicos e, ao mesmo tempo, atender à crescente demanda dos consumidores por produtos integrais.
Fonte: Food Drink Europe
Portugal registou em 2025 um crescimento do retalho alimentar acima da média europeia, impulsionado pela recuperação real do consumo, embora persistam sinais de fragilidade em segmentos como o online e os discounters, segundo um estudo da McKinsey e da EuroCommerce.
Portugal apresentou em 2025 uma evolução mista no setor da distribuição alimentar, combinando crescimento superior ao europeu com fragilidades ao nível do volume e de alguns canais. De acordo com o estudo ‘The State of Grocery 2026’, da McKinsey & Company e da EuroCommerce, divulgado a 21 de abril, o mercado nacional cresceu 5,2%, acima dos 3,1% registados na Europa.
Este desempenho reflete também uma recuperação em termos reais, com um aumento de 2,3% em Portugal, comparando com 0,5% no conjunto europeu, sinalizando uma retoma efetiva do consumo para além do efeito da inflação. Ainda assim, o crescimento não foi homogéneo: o volume manteve-se em contração no mercado português (-0,5%), enquanto na Europa registou uma ligeira subida (+0,6%).
A estrutura do mercado nacional continua marcada pelo forte peso da marca própria, que representa 47,7% das vendas, um valor significativamente acima da média europeia (40%). Este posicionamento consolida Portugal como um dos mercados mais avançados nesta dimensão.
Por outro lado, a intensidade promocional diminuiu no país em 1,5 pontos percentuais, em contraste com o ligeiro aumento observado na Europa (+0,2 pontos percentuais), refletindo uma dinâmica distinta nas estratégias comerciais.
No food service, o crescimento nacional foi de 2,8%, abaixo dos 4,3% registados na Europa, indicando um ritmo de recuperação mais moderado neste segmento.
A confiança do consumidor também evoluiu de forma distinta, com uma melhoria de 0,8% no mercado nacional, ao passo que na Europa se registou uma deterioração de 0,9%.
O relatório, que integra contributos de mais de 35 executivos e 15 mil consumidores em 14 países, destaca a pressão sobre custos e margens como principal prioridade para 77% dos CEOs. Apesar disso, o sentimento de mercado mostra sinais de melhoria, com 25% dos líderes a anteciparem melhores condições em 2026.
A marca própria reforça-se como pilar estrutural, atingindo 40% de quota na Europa, com cerca de 90% dos consumidores a indicarem intenção de manter ou aumentar o seu consumo. Em paralelo, o canal online continua a crescer, embora a um ritmo mais moderado, e com maior fragmentação e menor fidelização.
Entre as principais tendências para 2026, o estudo aponta a adaptação às novas exigências do consumidor, a procura de crescimento fora do negócio tradicional e o reforço da diferenciação, com destaque para o papel crescente da inteligência artificial e da automação na melhoria da eficiência e competitividade do setor.
Fonte: iAlimentar
Cultivar alimentos suficientes para uma população global em crescimento é, há décadas, um dos maiores desafios da humanidade. Mas a questão que hoje move cientistas e investigadores vai mais além: como fazê-lo de forma mais rápida, eficiente e sustentável? A resposta pode estar nos TALENs — Transcription Activator-Like Effector Nucleases —, uma tecnologia de edição genética de precisão que está a revolucionar a melhoría das culturas agrícolas.
Os TALENs funcionam como “tesouras moleculares”: são compostos por um domínio proteico — originalmente utilizado por bactérias para controlar genes de plantas — e por uma nuclease capaz de cortar o ADN com grande precisão. A tecnologia permite editar virtualmente qualquer sequência de ADN com uma margem de erro muito reduzida, incluindo em zonas de difícil acesso como mitocôndrias e cloroplastos. Esta versatilidade distingue os TALENs de outras Ferramentas mais conhecidas, como o CRISPR.
Do laboratório para a mesa
Os resultados práticos já chegaram ao mercado. Em 2019, o óleo de soja Calyno — produzido com recurso a TALENs e com um teor de ácido oleico superior a 80% — tornou-se o primeiro produto vegetal editado geneticamente a ser comercializado nos Estados Unidos. No sector dos cereais, investigadores conseguiram desenvolver trigo com resistência quase total ao oídio e arroz resistente ao míldio bacteriano. A batata Ranger Russet foi melhorada para reduzir o escurecimento, o amargor e os níveis de acrilamida, uma potencial substância tóxica.
Para além da alimentação humana, os TALENs abrem também caminho a biocombustíveis mais eficientes: em cana-de-açúcar e algas, a tecnologia aumentou os rendimentos energéticos e a produção de lípidos, contribuindo para o desenvolvimento de energia renovável mais acessível.
Acesso alargado e sem fins lucrativos
A organização sem fins lucrativos 2Blades detém os direitos exclusivos para uso comercial do Código TALE em plantas e tem trabalhado para garantir um acesso amplo à tecnologia. O modelo de licenciamento inclui acesso gratuito para entidades não lucrativas e organismos multilaterais — como o International Rice Research Institute (IRRI) —, assegurando que os benefícios cheguem às regiões que mais necessitam de soluções agrícolas inovadoras.
A ISAAA Inc. e a 2Blades publicaram recentemente uma monografia sobre o tema, intitulada Precision Breeding: Strengthening Crop Improvement with TALENs, disponível no site da ISAAA. O documento detalha o funcionamento da tecnologia, as suas aplicações agrícolas e o processo de edição genética.
Ao tirar partido das respostas imunitárias naturais das plantas, em vez de depender exclusivamente de produtos químicos, os TALENs não estão apenas a mudar a forma como cultivamos — estão a contribuir para a construção de uma segurança alimentar global mais resiliente num mundo em transformação.
Fonte: Centro de informação de biotecnologia
A indústria global de nutrição infantil está a atravessar uma fase de transformação profunda, impulsionada por regulamentações de segurança mais exigentes e por consumidores cada vez mais atentos à transparência e qualidade dos produtos. De acordo com a GlobalData, esta evolução está a redefinir estratégias de produção, inovação e comunicação no sector.
A entrada em vigor do Infant Formula Safety Modernization Act, em março, representa um marco importante no reforço da supervisão regulatória nos Estados Unidos. Há novas exigências ao nível de testes de patogénicos, monitorização ambiental e rapidez na comunicação de riscos de contaminação. A medida surge na sequência de incidentes recentes que expuseram fragilidades na cadeia de abastecimento.
Casos como o recall voluntário da ByHeart, em 2025, e o impacto do episódio envolvendo a Abbott Nutrition, em 2022, contribuíram para acelerar mudanças regulatórias e reforçar a necessidade de sistemas de controlo mais rigorosos.
Perante este contexto, os fabricantes estão a investir em tecnologias avançadas de teste, maior rastreabilidade e controlo das cadeias de fornecimento. Marcas como a Bobbie têm apostado na transparência como elemento diferenciador, enquanto empresas internacionais como a Kendamil ganham espaço no mercado norte-americano com base em padrões europeus mais exigentes.
Os dados do inquérito global de consumidores da GlobalData, realizado em 2025, revelam que 62% dos consumidores valorizam rótulos claros com informação nutricional detalhada. 52% destacam a importância da indicação de alergénios. Estes números refletem uma crescente consciencialização e exigência por parte dos consumidores.
Em paralelo, a inovação continua a avançar. Grupos como a Danone e a Nestlé têm vindo a desenvolver fórmulas mais precisas e seguras. Por sua vez, as novas empresas exploram alternativas, como a Else Nutrition, que aposta em soluções de base vegetal.
Segundo analistas da GlobalData, a segurança deixou de ser apenas uma obrigação regulatória para se tornar um fator central de diferenciação. Num mercado cada vez mais competitivo, as empresas que conseguirem equilibrar inovação com elevados padrões de qualidade e transparência estarão mais bem posicionadas para conquistar a confiança dos consumidores.
Fonte: Grande Consumo
A International Featured Standards (IFS) anunciou a publicação da IFS Food 8 Doctrine – Versão 5, um documento normativo que reúne esclarecimentos essenciais para a correta aplicação da Norma IFS Food versão 8. A atualização, divulgada em abril de 2026, reforça a harmonização dos requisitos, introduz correções críticas e oferece orientações adicionais para situações práticas enfrentadas por empresas certificadas e organismos de certificação.
Principais destaques da nova versão
Contexto e importância da doutrina
A IFS Food Doctrine funciona como um guia interpretativo oficial, esclarecendo dúvidas frequentes e garantindo uniformidade na aplicação da norma. A versão 5 acompanha a evolução regulatória e reforça a consistência técnica da IFS Food 8, cuja estrutura já havia sido revista para alinhar com o Codex Alimentarius, critérios da GFSI e requisitos de auditoria mais rigorosos.
Impacto para empresas e auditores
A atualização exige que empresas certificadas:
Organismos de certificação devem garantir que todo o pessoal relevante esteja devidamente treinado antes da entrada em vigor das novas regras, conforme previsto no protocolo da IFS.
Fonte: Qualfood
A marca HiPP retirou frascos de comida para bebé vendidos nos supermercados SPAR, na Áustria, depois de análises laboratoriais confirmarem a presença de veneno para ratos num produto de cenoura com batata. A polícia investiga uma possível sabotagem externa e as autoridades alertam que o consumo pode ser fatal
O alerta começou num frasco de 190 gramas de puré de cenoura com batata, daqueles que se compram para bebés a partir dos primeiros meses de vida. Um cliente do distrito de Eisenstadt-Umgebung, no estado austríaco de Burgenland, entregou o produto às autoridades e as análises laboratoriais confirmaram a presença de veneno para ratos, anunciou a polícia austríaca.
A marca HiPP já tinha admitido no sábado que não podia excluir a hipótese de uma substância perigosa ter sido introduzida no produto e que alguns frascos pudessem ter sido manipulados. A empresa avisou que o consumo do conteúdo poderia ser fatal.
Segundo a polícia, os frascos suspeitos tinham um autocolante com um círculo vermelho no fundo e podiam apresentar sinais de abertura ou danos na tampa, ausência do selo de segurança ou um cheiro anormal. As autoridades aconselharam quem tenha tocado num produto suspeito a lavar cuidadosamente as mãos.
A investigação alargou-se entretanto a outros países. Análises iniciais a frascos apreendidos pela polícia na Chéquia e na Eslováquia também revelaram a presença de uma substância tóxica, embora as autoridades não tenham dado mais detalhes. A HiPP confirmou que os parceiros comerciais nesses países retiraram imediatamente das prateleiras os frascos de comida para bebé da marca, por precaução.
Na Áustria, a recolha abrangeu cerca de 1.500 supermercados SPAR. A SPAR Austria anunciou depois que retirou os produtos da HiPP também nos países onde opera, incluindo Eslovénia, Hungria, Croácia e norte de Itália. As lojas SPAR de outros países não pertencem à mesma estrutura austríaca, esclareceu a empresa.
A HiPP afasta, para já, uma falha de produção e aponta para uma “interferência criminosa externa” no canal de distribuição da SPAR Austria. A empresa garante que os produtos e canais de distribuição na Alemanha e noutros países europeus que não fazem parte da investigação não estão afetados.
A SPAR e a HiPP pediram aos clientes que não consumam o conteúdo dos frascos comprados na SPAR Austria e garantiram o reembolso total dos produtos devolvidos. A Agência Austríaca para a Saúde e Segurança Alimentar avisou que deve ser procurada ajuda médica imediata se algum bebé tiver ingerido o alimento contaminado.
Fonte: CNN Portugal
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através da sua Unidade Regional do Centro e com o empenhamento da Brigada Especializada dos Vinhos e Produtos Vitivinícolas, realizou, na última semana, uma operação de fiscalização dirigida a operadores económicos com atividade de engarrafamento e comercialização de vinhos, nos concelhos da Figueira da Foz, de Vila Nova de Poiares, Cantanhede e Miranda do Corvo.
Como balanço da operação, foram apreendidos 18.305 litros de vinho tinto, branco e frisante em vários engarrafadores, e 800 rótulos, devido a irregularidades na rotulagem pela omissão de menções obrigatórias e a falta de comunicação ao Instituto da Vinha e do Vinho, I.P., e num estabelecimento de restauração e bebidas foram apreendidas vinte e seis garrafas de vinho com a indicação “Vinho Douro”, sem que a rotulagem tivesse sido previamente aprovada pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P.
Em consequência foram instaurados os respetivos processos de contraordenação e processo-crime por usurpação da denominação de origem “Douro”.
A ASAE sublinha que o incumprimento destes requisitos legais compromete a integridade do circuito comercial, gera desequilíbrios concorrenciais, limita a capacidade de controlo das autoridades oficiais e representa um risco para a salvaguarda e segurança do consumidor.
O sector vitivinícola é um dos setores de maior relevância na economia nacional, pelo que a ASAE continuará a acompanhar e a reforçar ações de inspeção neste setor, de modo a salvaguardar os géneros alimentícios de eventuais práticas enganosas, em todo o território nacional e em prol de uma sã e leal concorrência entre operadores económicos.
Fonte: ASAE
A União Europeia emitiu um alerta através do Sistema de Alerta Rápido para Géneros Alimentícios e Alimentos para Animais (RASFF) após a deteção de níveis elevados de toxinas DSP — nomeadamente ácido ocadaico e dinofisistoxinas — em coquilhas (Donax trunculus) capturadas em Portugal. Estas toxinas, produzidas por microalgas e acumuladas em bivalves filtradores, estão associadas a intoxicações gastrointestinais quando consumidas acima dos limites regulamentares.
Segundo o enquadramento do RASFF, sempre que um Estado‑Membro identifica um risco grave e direto para a saúde humana, a informação é imediatamente comunicada à Comissão Europeia, que a distribui aos restantes países para permitir ações rápidas e coordenadas.
No caso das coquilhas portuguesas, a notificação enquadra‑se na categoria de alerta, utilizada quando o produto já se encontra no mercado e exige medidas urgentes — como recolha, suspensão de comercialização ou reforço de controlo analítico.
As toxinas DSP (Diarrhetic Shellfish Poisoning) incluem o ácido ocadaico e as dinofisistoxinas, compostos que podem provocar sintomas como náuseas, vómitos, dores abdominais e diarreia poucas horas após o consumo. Embora raramente causem complicações graves, representam um risco significativo para consumidores vulneráveis e exigem vigilância apertada por parte das autoridades.
A Direção‑Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), ponto de contacto nacional do RASFF, está a acompanhar a situação e a coordenar ações com operadores e entidades regionais para garantir que os produtos contaminados não chegam ao consumidor.
Este episódio reforça a importância do sistema europeu de alerta rápido, que permite detetar, comunicar e agir rapidamente.
Fonte: Qualfood
A International Coffee Partners (ICP) assinalou o seu 25.º aniversário com um investimento acumulado de 25 milhões de euros em projetos de apoio à produção sustentável de café.
Criada em 2001, no contexto de uma crise mundial do café, a organização nasceu de uma iniciativa conjunta de empresas europeias, que decidiram cooperar de forma pré-competitiva para tornar a produção mais resiliente e sustentável.
Ao longo de um quarto de século, a ICP desenvolveu projetos centrados nas necessidades reais dos pequenos produtores. Assim, procurou promover não só a melhoria da produtividade e qualidade, mas também o fortalecimento das comunidades agrícolas e das economias locais. “Atualmente, a ICP adota uma abordagem holística que abrange não só a produtividade e a qualidade, mas também o fortalecimento dos negócios familiares, a resiliência climática, o envolvimento dos jovens e a igualdade de género”, refere a organização.
A organização trabalhou também com mais de 2.700 organizações de agricultores, contribuindo para a profissionalização de cooperativas e para o acesso a mercados mais competitivos.
A aposta na formação tem sido outro pilar central, com destaque para a inclusão. Em 2025, 45% dos participantes nas ações de formação eram mulheres e 22% jovens entre os 18 e os 35 anos.
Num contexto de crescente pressão climática e económica, a ICP tem vindo a apostar na disseminação de técnicas de adaptação e na diversificação de culturas. O objetivo é aumentar a resiliência das famílias produtoras e melhorar os seus rendimentos.
Os projetos são implementados em países como Brasil, Etiópia, Honduras, Indonésia, Tanzânia e Uganda, garantindo uma atuação próxima das comunidades.
Fonte: Grande Consumo
Uma nova variedade de banana que não escurece após o corte, desenvolvida por uma empresa britânica de biotecnologia agrícola, obteve aprovação regulamentar no Japão e no Brasil, permitindo a sua importação, comercialização e consumo nestes mercados, bem como a produção em território brasileiro.
Segundo a empresa, a autorização nestes dois países representa um passo relevante para a introdução desta variedade em mercados estratégicos da cadeia mundial de frutas frescas. No Japão, um mercado caracterizado por elevados padrões de qualidade e consistência, a nova banana surge alinhada com as exigências de frescura e segurança alimentar.
No Brasil, um dos maiores produtores e consumidores de banana a nível mundial, a aprovação abre caminho à produção local. O país representa cerca de 10% da produção global desta fruta, e a introdução da nova variedade poderá contribuir para reduzir perdas ao longo da cadeia de valor, ao mesmo tempo que diversifica a oferta disponível no mercado interno.
A característica diferenciadora desta banana é a sua capacidade de manter o aspeto e a qualidade após ser descascada ou cortada, permanecendo amarela por mais tempo. Esta propriedade permite reduzir o desperdício em diferentes fases da cadeia, incluindo retalho, restauração e distribuição.
Segundo o responsável da empresa, “estas aprovações representam um grande passo em frente para levar produtos inovadores e com redução de desperdício aos consumidores em todo o mundo”. O responsável acrescenta que “o Japão e o Brasil desempenham papéis cruciais no mercado global de frutas, e estas decisões refletem a crescente confiança internacional em novas tecnologias agrícolas projetadas para cadeias de suprimentos modernas”.
A variedade foi lançada comercialmente em 2025 e corresponde à primeira nova variedade de banana introduzida em mais de 75 anos.
Fonte: Vida Rural
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